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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Encontros com a Música... no Bar


Encontros com a Música... no Centro de Dia


Encontros com a Música... na Cantina


Pic-Nic e muita animação junto às piscinas

A população do concelho de Santa Maria da Feira é convidada a participar no “Pic-Nic com Todos”, agendado para o dia 14 de outubro, domingo, pelas 12h30, na zona envolvente das piscinas municipais. Pelas 10h30, realiza-se uma caminhada pela cidade, com início junto à Casa do Moinho. À mesma hora, iniciam as atividades desportivas, insufláveis e pinturas faciais. A tarde será animada com música, teatro e dança, e encerra com um baile. 

Com esta iniciativa, a Câmara Municipal pretende assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro), proporcionando a todos os feirenses um domingo diferente e de convívio. Cada família é convidada a participar nas várias atividades, a trazer o seu almoço e a juntar-se a esta festa comunitária ao ar livre.

Outras atividades
O programa começa no sábado, dia 13 de outubro, com a realização da II Feirinha pela Noitinha, entre as 17h00 e a meia-noite, no Largo Gaspar Moreira. Trata-se de um espaço de divulgação de iniciativas criativas e empreendedoras, em diferentes áreas, nomeadamente artesanato urbano, acessórios de moda, artes plásticas, produtos gourmet e artigos vintage e em segunda mão. Paralelamente, vai realizar-se uma oficina de costura criativa e haverá animação. A Feirinha pela Noitinha resulta de uma parceria entre o Bazar/Município de Santa Maria da Feira e a Casa dos Choupos – Cooperativa Multisetorial de Solidariedade Social, CRL.

O programa termina a 17 de outubro, com a realização de uma tertúlia no café/restaurante Zip Zip, na freguesia de Caldas de S. Jorge, às 17h00, em torno da descoberta de uma nova imagem do mundo rural.

Paralelamente a estas atividades, nos dias 13 e 14, um camião road-show vai divulgar a oferta turística das Terras de Santa Maria. Nos locais onde vão decorrer as diferentes atividades, será feita uma recolha de alimentos, que vai estender-se a outros locais do Concelho, até ao dia 31 de outubro.

Encontros com a Música... no Claustro


sábado, 29 de setembro de 2012

Marionetas da Feira estreia "Vozes de Burro" em Alcochete

Marionetas da Feira estreia, hoje, em Alcochete o novo espectáculo Vozes de Burro.
 

'Vozes de Burro...'
Como se diz desde a fundação da pátria, vozes de burro não chegam aos céus. Será isso totalmente verdade?
A história de um bispo muito severo mistura-se com as tropelias de um monge bastante guloso, que conhece uma princesa muito coitadinha e pecadora, que por sua vez trata o diabo por tu. Uma novela medieval carregada de humor, castigos e muita balbúrdia.
Como tradição da Idade Média a história é contada com bonifrates por um frade sábio e punidor, vestido a rigor com a sua guarita medieval acastelada.
Original: Marionetas da Feira
Concepção e produção: Rui Sousa, Telma Pedroso e Lino Sousa.
Técnica: marionetas de luva.
Duração: 30 minutos.
Público: familiar.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Bloggers de Viagens levam a Viagem Medieval a todo o Mundo



The Medieval Journey in the Land of Santa Maria is one of the main historical reenactment events in Europe! While taking part, take also the opportunity to get to know and visit our region’s tourist resources.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Noite Europeia dos Investigadores no Visionarium

A juntar às 14 velas que representam a já longa existência daquele que foi o primeiro Centro de Ciência do país, construído de raíz,  teremos um programa recheado de atividades onde a Ciência se mistura com a Arte e a Gastronomia.
dia 28 de Setembro, a partir das 18H00 e até onde o cansaço nos leve o Visionarium abre portas a todos aqueles que desejem conhecer o outro lado da ciência e contatar com cientistas e pedagogos de diferentes áreas, numa atitude de descoberta, de experimentação e muita alegria.
Venha comemorar connosco a Ciência.


PROGRAMA (entrada livre)
18:00–22:00 Investiga Ciência (Planeta Verde, Chupa-chupas e Super Poderes)
18:00–00:00 Slide e Escalada no Campo Cinético
18:00–19:00 Workshop de Gelificação*
19:00–20:00 Workshop de Emulsões e Azoto Líquido*
21:00–22:00 À conversa com … Chef Renato Cunha do Restaurante Ferrugem e Prof.ª Doutora Ana Barros do Dept. Química da UTAD
22:00 – 22:10 Espetáculo de Dança pela Companhia All About Dance
22:00–23:00 Sessão de Poesia pela Onda Poética alusiva ao tema Biodiversidade com a participação da Dra. Sofia Reboleira do Dept. Biologia da UA, com acompanhamento musical dos guitarristas Jorge Carvalho e Rodrigo Tavares
23:00–23:30 Cantar dos Parabéns ao Visionarium
23:30–00:30 Exibição de Mixologia
* Participação sujeita a pré-reserva; nº limitado de participantes.

Inscrições
Tel. 256 370 605/9 |E-mail. info.visionarium@aeportugal.com

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Liliana Salomé em entrevista à Bússola



Continuando a aventura das entrevistas aos intervenientes da última edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria estivemos à conversa com Liliana Salomé, a responsável pelo projeto artístico incluído no espaço Sentir do Guerreiro, em plena subida para o Castelo.

“Foi fixe!”

Antes de compreender o conceito que está por trás deste espaço singular nesta edição da Viagem Medieval, façamos uma nova viagem no tempo. Torna-se essencial a conhecer do percurso artístico desta jovem, de forma a compreender as potencialidades deste e de futuros projetos artísticos. Para isso, e dada a grandiosidade do currículo, deixemos cair o discurso direto, pelo menos nesta fase.
Liliana começou a tocar piano aos 4 anos, em França. O seu percurso regeu-se desde cedo pelas normas mais clássicas, como a própria afirma: sempre me «ensinaram a andar na linha».
Mais tarde, já em Portugal, na Academia de Música estudou acordeão e voz/canto, seguindo-se um percurso ligado à ópera, onde compreendeu enormemente este submundo artístico, com enormes mais-valias para o sem projeto nos anos seguintes.
Há mais de dez anos, integrou a Companhia Portuense de Ópera, tendo participado na produção original para a Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura, um projeto «vivido intensamente» por todos os intervenientes. Pela primeira vez, Liliana sentiu grandemente a sensação de perda aliada ao fim destes projetos mais arrojados. Mas voltou com novidades.
Pouco tempo depois fez a Carmina Burana, mas a ópera tinha um problema para a jovem: «os outros sonham e tu fazes o que eles querem». E assim se começou a desenhar um novo rumo.
Seguiu-se o Grupo de Teatro Renascer (Esmoriz), onde fez teatro de revista, uma nova e importante escola para um percurso tão polivalente. Como representante deste grupo, levou a sua voz a França e abriu portas a novas experiências e oportunidades.
Integrou a equipa do Teatro Sá da Bandeira, onde foi cantora, atriz e bailarina, tendo mais tarde assumido a direção de produção da Companhia Teatral Portuense.
Ingressou na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, no curso de Teatro e Artes Performativas, onde teve a oportunidade de executar inúmeros projetos.


Em 2009, chegou à Terra dos Sonhos, no papel de «secretária» do Pai Natal, numa plataforma onde os meninos ficavam a saber se estavam aptos a receber os seus presentes no Natal e que fez imenso sucesso.
Seguiu-se uma paragem no Centro de Criatividade da Póvoa do Lanhoso, onde desenvolveu uma residência artística de 3 meses, com envolvência plena da população e voltou a viver intensamente um sentimento de pertença extrema a um local, vivenciando a dura barreira da perda e da despedida.
Em 2010, integrou a equipa do “Fossado”, na Viagem Medieval. Ainda nesse ano, lançou um novo projeto em parceria com Saphir Cristal: Trapos com Histórias, um conceito que está mais vivo do que nunca, procurando novas abordagens de interação com as crianças quer seja na versão musical ou na versão encenada. Ainda neste âmbito, estabeleceram uma parceria com a LIPOR, levando a “Monstra do Lixo” a várias escolas do Porto.
A partir desta altura desenvolve um projeto de estátuas vivas, que a levou a várias paragens em Portugal.
Ainda em 2010, regressou à Terra dos Sonhos, onde voltou a ser secretária do Pai Natal, num novo espaço: a gruta da Quinta do Castelo.
Em 2011 regressou à Viagem Medieval, tendo integrado a equipa do” Honra e Glória” e participou na Terra dos Sonhos com o projeto “Conta-me Histórias”, do Zoo de Lourosa.
Já este ano, participou na curta-metragem: “Castelo Mágico”, organizou o Festival de Estátuas Vivas de Vila Real e chegou à Viagem Medieval com o projeto “Sentir do Guerreiro”.

Posto isto, passemos às questões e à compreensão do projeto que a trouxe à Viagem Medieval 2012.

Como chegaste à Viagem Medieval em 2012?
Liliana é perentória na afirmação: «por convite da Feira Viva». Depois dos inúmeros projetos anteriores em produções para a empresa municipal feirense, o convite surgiu: «pediram-me para mudar o conceito dos últimos anos, utilizando novas ideias e perspetivas, sabendo de antemão que a maior parte do público para a componente teatral é infantil». Assim, «baixamos a idade alvo» para o espetáculo/circuito e decidimos que «os participantes tinham que se sentir mais guerreiros». «Pretendia uma fuga às tradicionais lutas» (e salvamentos de donzelas). Com isto, «fui fazendo o conceito no percurso que estava pré-definido».

Destacas algum momento desse percurso?
«A peculiar Iluminação particular da fada. Quando vi aquele local com aquela luz, conseguida pelo sol, não tive dúvidas da sua utilização… dá um lado poético ao circuito».
O conceito daquele local permitiu uma integração única. «A Fada cria uma cena mágica. Sabes que nunca vais encontrar uma fada verdadeira, mas que as há, lá isso há».
Há, ainda, o destaque para um momento muito concreto. «A poção mágica despertou muitos comentários entre os participantes, em especial a obrigatoriedade de a beber, por entre sopros mágicos e palhinhas».

Porquê um espírito tão aventureiro logo ao início do espetáculo e após a aventura nas pontes?
«O início mais assustador serve para eliminar o síndrome “eu já fiz grande cena ao passar a ponte, agora tudo é fácil”… e não é. Queria que ficasse aquele friozinho no estômago. Quando eu dizia: eu tenho medo de passar a porta, era esse mesmo o objetivo. Queria um clima algo assustador».

Mas conseguiste mais do que isso, certo?
«Sim, há ainda o pormenor da interação entre os guerreiros, potenciando conversas e criação de laços… para um percurso onde os adultos são dispensáveis».

Porquê um Rei Anão?
«É uma questão de participação social. Já que não podia recorrer a ninguém de cadeira de rodas, com muita pena minha, optei por uma outra situação de integração.
Tudo isto nasceu de uma semana de participação num projeto com a APN – Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares, onde a intensa partilha com 6 fantásticas senhoras, lindas e divertidas me despertou a consciência para este tipo de problemáticas e a necessidade de agir, alterando a perceção social das coisas.»

“Tu és pequenino, mas és o Rei… és tu quem vai condecorar os guerreiros.”

E a questão da assinatura dos participantes, no final?
«À saída, deixamos um livro de assinaturas, que nasce da vontade de criar um registo de participação. Na impossibilidade de ser um diploma, invertemos o conceito e ficamos com um livro de participações, dos valentes guerreiros de Santa Maria».

E contar histórias na Viagem Medieval, num registo semelhante ao que fizeste na Terra dos Sonhos?
«Eu ia adorar».

Há projetos na manga?
«Para já a aposta será nos Trapos com Histórias.»

Não abrindo muito o jogo, Liliana deixa em aberto um futuro promissor e voltaremos, sem dúvida, a contar com ela nos projetos artísticos de Santa Maria da Feira.


Texto: Bruno Costa
Coordenação Geral: Bruno Costa e Daniel Vilar

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Viagem Medieval finalista do Prémio “Welcome to Portugal”

A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria é um dos cinco finalistas candidatos ao prémio “Welcome to Portugal”, iniciativa do subcomité LIDE Turismo e Gastronomia.
O galardão visa distinguir as iniciativas nacionais que envolvam as populações locais, promovam o destino Portugal e se constituam como um cartão-de-visita do País. O vencedor do prémio é conhecido este sábado, dia 29 de setembro, numa cerimónia a realizar no Hotel Tivoli Victoria, em Vilamoura. 
Das 35 candidaturas recebidas, o júri do concurso restringiu a análise a cinco, consideradas agora as finalistas: Viagem Medieval em Terra de Santa Maria da Feira, Casas Brancas, Herdade do Esporão, Parques de Sintra e Terreiro do Paço.

sábado, 22 de setembro de 2012

Quase meia centena de espetáculos nos Encontros com a Música

Para assinalar o Dia Mundial da Música (1 de outubro), o Município de Santa Maria da Feira promove, pelo terceiro ano consecutivo, o evento “Encontros com a Música” que inclui a realização de cerca de cinquenta espetáculos, entre 1 e 7 de outubro, em diferentes locais do Concelho, todos eles protagonizados por grupos e associações locais.


No dia 1 de outubro, a programação arranca com o espetáculo “Pedro e o Lobo”, pelo Teatro de Sombras, no Museu de Santa Maria de Lamas, às 10h00 e 14h30 (este espetáculo repete nos dias seguintes) e com o concerto de Paulo Dávila, no Centro Escolar de Louredo, pelas 10h00. Pelas 18h00, a Unidade de Saúde Familiar Santa Maria da Feira vai ser palco do espetáculo de Violino e Piano, por Francisco Pinto e Cristina Santos, respetivamente. Às 21h30, haverá Clarinetíssimo Ensemble, nos claustros do Museu Convento dos Lóios e, pelas 22h00, Pedro Piaf atua no Transat II.

No dia 2 de Outubro, pelas 10h00, a EB 2,3 de Lobão vai ser palco de um concerto dos Dr1ve e o Castiis, em Sanguedo, palco do espetáculo “Viver a Música”, com Manuela Ferreira e Olga Ferreira. As Termas das Caldas de S. Jorge acolhem, pelas 11h30, o concerto Thr3bone, por Élson Pinho, Fábio Matos e Renato Reis. Durante a tarde, 14h30, o Coro do Centro de Dia d´o Abrigo atua no auditório da Junta de Freguesia de Santa Maria de Lamas.

Joana Andrade e os Dagma dão um concerto na EB 2, 3 Argoncilhe, no dia 3 de outubro, pelas 10h00. Neste dia, haverá ainda, pelas 11h00, Música para a primeira Infância, pela Escola de Música de Canedo, na antiga escola primária de Framil Canedo.

A 4 de outubro, pelas 11h45, Ricardo Azevedo atua na EB 2,3 do Cavaco. Às 12h45, Élson Pinho, Fábio Matos e Renato Reis apresentam Thr3bone, na cantina da Câmara Municipal. Pelas 18h00, um concerto de Suzuki de Violino, pelo Orfeão da Feira, será palco no hipermercado Pingo Doce. Destaque também para o III Encontro de Coros, na Igreja dos Passionistas, pelas 21h30, evento que conta com a participação da Juventude de Sanguedo, Cirac – Paços de Brandão, Associação Musical Oleirense, CCR Orfeão da Feira e da Casa da Gaia – Argoncilhe. Música na Alma é o nome do concerto que encerra este dia, pelas 22h00, na Praça Gaspar Moreira.

No dia 5 de outubro, a Banda Musical de S. Tiago de Lobão, Banda de Música dos bombeiros Voluntários de Arrifana, Banda Marcial do Vale e a Sociedade da Banda Musical de Souto dão voz ao XII Encontro de Bandas, pelas 15h00, no Monte da Senhora da Piedade, em Canedo. Pelas 21h30, no Museu de Santa Maria de Lamas haverá um Ensemble de Clarinetes e uma Orquestra de Cordas, ambos pela Academia de Música de Paços de Brandão. Um concerto de Bandas de Garagem (The Blind,100sentidos e Twinchargers) no cineteatro António Lamoso marca também esta noite, bem como a atuação da Tuna de S. Paio de Oleiros, na sua sede.

No dia 6 de outubro, a Tuna Feminina do Isvouga atua, pelas 8h00, no Mercado Municipal de Santa Maria da Feira. A partir das 14h00, haverá uma Demonstração de Instrumentos, pelo Grupo Musical Estrela de Argoncilhe, no Largo da Igreja de Argoncilhe. Também às 14h00, a Tuna Académica do Ispab – Loco-Mui-Tuna, atua na Casa Ozanam, enquanto a Academia de Música de Paços de Brandão apresenta Flaututti no hospital S. Sebastião, às 14h30. Pelas 15h00, David Xavier apresenta um espetáculo na Associação do Centro Social de Escapães, a Tuna Académica do Isvouga – Partituna – atua no Centro Social de Souto e o Centro de Cultura e Desporto de Fiães apresenta “Chapéus à muitos” na Associação Pôr do Sol, em Mosteirô. Pelas 18h00, Banda Juvenil do Vale atua na Praça Gaspar Moreira. A noite é pontuada pela realização de três espetáculos, com início às 21h30: Mediaevus Chorus – Coral Polifónica da Cruz no Museu de Santa Maria de Lamas; Orquestra Sinfónica de Jovens da Feira na Igreja de Rio Meão; “Chapéus à muitos” no Centro de Cultura e Desporto de Fiães (Música Tradicional Portuguesa).

O dia 7 começa com a atuação do A Rua´Da, no Largo da Feira de Santa Maria de Lamas, pelas 10h00. Durante a tarde, 15h00, a Academia de Música de Paços de Brandão apresenta Violiníssimos, no Zoo de Lourosa, e o Museu do Papel é palco de um concerto do Quarteto Saxofour (Ana Sousa, Jessica Belinha, Mariana Silva e Miguel Pereira). À mesma hora, a antiga escola primária de Framil, Canedo, é palco do concerto “Entre o Clássico e o Jazz”, pela Escola de Música de Canedo. Pelas 16h00, haverá um Arraial Popular, dinamizado pelo GDC Mozelos, no Parque Monte Murado, em Mozelos. A Orquestra Juvenil de Lobão encerra a terceira edição dos Encontros com a Música com um concerto junto à Casa do Moinho, em Santa Maria da Feira, pelas 16h30.

Com os “Encontros com a Música”, o Município pretende envolver os diversos agentes locais ligados à Música, promover a diversidade de formações existentes e a qualidade musical que prolifera no Concelho, bem como descentralizar a oferta cultural, levando espectáculos gratuitos a diferentes freguesias, alguns deles em espaços públicos onde é rara a apresentação de eventos musicais.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Museu do Papel partilha experiências na Croácia com outros museus premiados


Na qualidade de “Melhor Museu Português de 2011”, o Museu do Papel Terras de Santa Maria, em Paços de Brandão, vai participar na conferência internacional “The Best in Heritage 2012”, que se realiza em Dubrovnik, na Croácia, de 27 a 29 de setembro. O objetivo é partilhar boas práticas e novas abordagens que resultam em casos de sucesso que merecem o reconhecimento do público e dos visitantes.


O “The Best in Heritage” é a única conferência internacional anual que reúne os museus e projetos de conservação premiados pelo seu contributo na defesa do património cultural a nível mundial, assim como dos países e comunidades onde estão inseridos.

São vários os participantes, oriundos de diferentes países e regiões do mundo, que vão apresentar os seus museus ou projetos, destacando-se a apresentação dos galardoados em 2011 com o prémio “Melhor Museu da Europa”, atribuído pelo European Museum Forum, e “Prémio Micheletti”, para além de outras menções nacionais e internacionais de relevo.

O Museu do Papel Terras de Santa Maria vai apresentar-se a 28 de setembro perante os participantes deste encontro internacional como um museu industrial em atividade, em que todas as ações educativas, visitas guiadas permanentes, e produção e fabrico de papel demonstram a simultaneidade que um espaço museológico e industrial proporciona a todos aqueles que o visitam ou participam nas atividades propostas.

Esta característica única do Museu do Papel Terras de Santa Maria foi reconhecida pela APOM com a atribuição do prémio “Melhor Museu Português de 2011” e está na base do convite efetuado pela organização do “The Best in Heritage 2012”, possibilitando a partilha desta forma única de ser museu com outros museus e profissionais de museologia e património de todo o mundo.

Esta 11ª edição do “The Best in Heritage 2012” conta com o apoio de instituições de alto reconhecimento internacional, como a Europa Nostra, o ICOM, o ICOMOS e a UNESCO.



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

João Pinto [Projeto EZ] em entrevista à Bússola

A conversa com o João Pinto, mentor do Projeto EZ e interveniente em múltiplos acontecimentos artísticos ao longo da última década, foi uma caixinha de surpresas, ou talvez não. Havia um alinhamento, mas mais do que isso, fizemos uma conversa informal… por vezes, uma mera troca de opiniões e perspetivas. 


A genuinidade e espontaneidade vivem em cada uma das frases de um jovem que há muito mostrou o que vale e é verdadeiramente um exemplo de dedicação, persistência e capacidade de ultrapassar as limitações para qualquer um de nós. 

Nada melhor do que começar pelo início e perceber as origens e motivações de um percurso tão vasto como o que João Pinto transporta no seu currículo. 
João diz-nos que «tudo começou no Chapitô». «Foi uma escola, mas acima de tudo um carimbo. Por lá aprendi imenso e abriram-se portas, mas a maior formação é a experiência. É na rua, a resolver problemas e situações concretas, que se aprende». 
Mas, «na prática, nasci no Art’Encena, onde fui literalmente lançado aos leões. Foi com eles que fui para a rua experimentar e enfrentar as dificuldades. Foi assim que cresci. No percurso, cruzei-me com Istaminé, que entretanto se separaram, mas pontualmente poderão voltar a cruzar-se. E hoje dedico-me ao projeto EZ». 

Porquê a opção animação em detrimento do espetáculo mais rigoroso? 
«É uma opção apenas. Está dentro de mim… 
Eu nasci para isto com a personagem do bobo, NO Art’Encena. Esta personagem vive inteiramente da comunicação com o público e, ainda hoje, muitos anos depois, me falam dele. Eu estava a sentir e a viver aquilo intensamente, literalmente a improvisar. Era como se fosse real. Consegui estar 2 ou 3 horas na rua, com o público, e pareciam apenas 15 minutos. 
Os projetos desta natureza vivem da força, da essência, da vontade…» 

Poderemos acrescentar que vivem da PAIXÃO! 


“Já faço feiras medievais há 12 anos… começo a precisar de fazer coisas diferentes…” 


A experiência como narrador da Viagem Medieval, em 2010, foi diferente? 
«Foi diferente em tudo, mesmo na formação. Até então nunca tive alguém a mandar em mim, um encenador. Sempre tinha trabalhado em função da liberdade da rua e do público, aqui encontrei um novo desafio, com mais rigor técnico. Foi uma boa experiência, adorei, mas este conceito não me agrada muito». 


“O teatro de rua vive do público… só está quem quer e ninguém tem de pagar bilhete” 
“É essa a essência, a liberdade a espontaneidade…” 


E em relação ao Projeto EZ, encaixa nesse alinhamento mais aberto? 
«Sim, fiz aquilo que gosto, com ligeiros ajustamentos. Fiz inteiramente para mim, porque eu tenho de ser o meu maior crítico». 

Como nasceu o Projeto EZ? 
«Bem, EZ nasceu em 2006, quando saí do Chapitô. Nasceu do sonho… da minha educação em casa: quando tu queres uma coisa tens que trabalhar para ela. 
A minha noção era ter a minha mala às costas e vender o meu produto da forma mais simples. Tudo isto nasceu da construção de um espetáculo que nunca levei para a frente, o “1 palmo de estupidez”… e o projeto vivia disso, seguir-se-ia o 2 palmos de estupidez e por ai adiante. Mas passou, passou, passou… 
Acabei por começar com trabalho que não queria tanto… e agora renasceu tudo. É uma daquelas coisas em que podemos dizer que nos sentimos realizados. Tem um caráter muito meu, uma enorme conotação pessoal. 
Enfim, tudo nasceu do projeto das bicicletas (leia-se veículos), mas não se resume APENAS a isso. Bem, na prática, tudo começou no Facebook. Deixei uma imagem do primeiro protótipo e a reação foi absolutamente positiva. E a partir daí fui por aí adiante». 


“Não sou feliz se não estiver a inventar” 


Porquê o nome EZ? 
«EZ é o início e o fim de “EstupideZ”. Quando estamos a criar algo, a dado momento consideramos sempre que algumas das nossas ideias são estúpidas e vão para o lixo. Mas aí está o erro. Estupidez é não concretizarmos as nossas ideias, é não sermos felizes.» 

Como surgiu o Imaginarius 2012? 
«O EZ que conhecemos nasceu no Imaginarius. Chamaram-me e disseram-me: nós vamos ter de fazer algo para a promoção do festival, queres ser tu a fazer isso? Aceitei o desafio, mas, na prática, o que temos não é nada do que foi pensado. 
Tinha a ideia de usar os veículos numa espécie de pista de obstáculos, mas acabamos por fazer algo mais deambulante e com menos logística. E temos um problema: eu não sou engenheiro. Não poderíamos deixar os veículos ao uso exclusivo do público, daí a mudança. Tivemos a perspetiva de aumentar a interação e a segurança». 

E o público, como o sentes? 
«Não tenho muito a noção da adesão do público. Acabo por não ter a consciência das potencialidades. Só pelo que me dizem…» 

E como nasce O TRABUCO, o inovador projecto para a Viagem Medieval 2012? 
[sorrisos] 
«Foi criado em reunião. Cerca de 3 semanas antes da Viagem Medieval, convidaram-me para uma reunião, com a sugestão de uma proposta para a programação da Viagem. 
A minha ideia para um projeto a este nível seria a criação de uma perspetiva original de algo a solo (tipo Tosta Mista), queria parar para fazer este espetáculo, mas com 3 semanas apenas isso seria quase impossível. Fomos explorando uma ideia solta que estava na minha cabeça e à medida que fui explicando o conceito foi nascendo o que vimos. 
Com isto, tive apenas 3 semanas de intenso trabalho, uma delas à espera do carro de golfe. Mas lá fui preparando tudo e avançando com os figurinos. Foram duas semanas de construção… aquilo que eu realmente gosto!» 

Como partiram para a Viagem? 
 «Começamos por descer a rua da Câmara e lá foi uma faixa das que ambientavam o recinto… fomos logo destruir. 
Sempre consideramos que não era um espetáculo, estávamos num outro alinhamento. Em cada saída, a ideia era vamo-nos divertir! E aos poucos começamos a ver as potencialidades da máquina. 
O nosso objetivo era fazer algo que fosse capaz de fazer encher o olho e de arrancar as máquinas fotográficas dos bolsos do público. 
Não fizemos ensaios, apenas testes de capacidade e segurança. Tudo aconteceu espontaneamente». 

Gostaste do resultado? 
«Gostei deste trabalho, gosto de fazer trabalhos por encomenda. Gosto realmente deste tipo de trabalho, mas, nunca pensei que me cansasse tanto». 

Futuro da engenhoca? 
«Não tenciono vender o Trabuco, até porque o conceito foi criado especificamente para Feira, vive do espaço e das características daqui e não conheço mais feiras com este espaço». 

Saldo da Viagem… 
«Eu senti-me muito bem. 
Por vários motivos: construção da ideia; todas as pequenas coisas em relação à organização; fui bem tratado a todos os níveis… A satisfação e reação do público… Por tudo isto faço um balanço muito positivo». 

Novas máquinas/engenhocas? 
«Existem, eu não quero parar! 
Quero dinamizar o material dos vários projetos, sejam os veículos ou a estrutura para o medieval. Há novas ideias e coisas fantásticas que eu quero construir. Gostava de abordar veículos que marquem a diferença e sejam mais ilusão. Quero construir com mais utilidade para o dia-a-dia e moldar os veículos de forma a poderem ser usados por qualquer pessoa. Gostava de me aventurar noutros veículos. 
Eu considero sempre duas etapas, bem distintas, nos projetos EZ: a construção e o espetáculo. Quero sempre construir ideias impossíveis. Para isso, o meu armazém é só meu… Ali, criam-se coisas fantásticas. Lá tudo é possível, se houver tempo e capacidade para criar». 


“Sou capaz de criar à minha maneira” 

“Eu vivo um dia de cada vez” 
 “Não sou rico mas sou feliz” 


João Pinto mostra-nos uma verdadeira lição de vida e uma intensa e saudável persistência em busca da concretização dos sonhos e dos projetos. Promete novidades para breve: anuncia-se uma nova imagem para o projeto EZ, aliada a uma página web e novas ferramentas de comunicação. E como é óbvio, vemo-nos por aí… Na rua! Para que não escape nada, todas as novidades do projeto EZ estão em atualização permanente na sua página Facebook (www.facebook.com/ezveiculos). Antes de terminar, há coisas que não devem ficar esquecidas. João Pinto deixa um agradecimento especial às lojas “A Novidade” e “Girafa Kids” pela cedência de espaço e apoio incondicional. 


Texto: Bruno Costa
Coordenação Geral: Bruno Costa e Daniel Vilar

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Morreu o cantor e autor Luiz Goes


Nascido em 1933, em Coimbra, Luiz Fernando de Sousa Pires de Goes licenciou-se em Medicina, tendo exercido a profissão de médico dentista em paralelo com a carreira artística. Iniciou-se no fado por influência do tio paterno, Armando Goes, contemporâneo de Edmundo Bettencourt, António Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d'Eça e Artur Paredes. O cantor Luiz Goes, de 79 anos, uma das referências da canção de Coimbra, morreu hoje em Mafra, nos arredores de Lisboa. 

@ RTP
 

sábado, 15 de setembro de 2012

Bloggers de viagens surpreendidos na Feira

Oito bloggers internacionais de viagens escolheram o destino Santa Maria da Feira e ficaram surpreendidos com as experiências que lhes foram proporcionadas. E já as partilharam nas redes sociais.

Visitaram o Museu do Papel e experienciaram a arte de produzir papel de forma artesanal. Conheceram a Igreja Matriz e o espólio do Museu Convento dos Lóios. Percorreram o centro histórico e degustaram fogaça. Rumaram ao Castelo para conhecer os recantos do ex-libris feirense e participaram numa ceia medieval, trajados à época.
Este grupo de oito bloggers de viagens, naturais da Suécia, Canadá, Austrália, Polónia, Nova Zelândia, Eslováquia e Inglaterra participaram no congresso internacional TBU – Travel Bloggers Unite, que se realizou no Porto, entre 7 e 9 de setembro, organizado pela Associação de Turismo do Porto e Norte (ATPN). Santa Maria da Feira foi um dos destinos propostos para as visitas educacionais pós-conferência. O grupo visitou o território no dia 11.

“Foi mais uma forma de promovermos internacionalmente aquilo que de melhor temos para oferecer, ao nível de equipamentos turísticos, eventos culturais e gastronomia”, refere a vereadora do Turismo, Teresa Vieira, que reforça a importância desta nova forma de promoção turística, em que o próprio viajante é promotor de destinos, através de vários canais sociais e em diferentes plataformas de publicação internacionais.
“Cada vez mais é o próprio turista que planeia e organiza as suas viagens, escolhe os destinos em função das suas pesquisas e daquilo que é diferenciador”, sublinha a responsável pela pasta do Turismo, visivelmente satisfeita com a forma como os bloggers participaram nas atividades propostas, em particular na ceia medieval, marcada por uma permanente interação com os grupos de animação. No final da visita, os oito viajantes confessaram que não estavam à espera de uma experiência tão enriquecedora e interativa como a que lhes foi proporcionada. No facebook da eslovaca Alexandra Covacova pode ler-se: “tive a melhor noite da minha vida, com um grupo de pessoas fantásticas no Castelo de Santa Maria da Feira, de regresso aos tempos medievais”. Os artigos de fundo sobre os diferentes destinos serão, entretanto, publicados nos blogues de cada um dos viajantes.
Helena Gonçalves, diretora executiva da ATPN, confirmou que “de acordo com os posts já publicados, a noite em Santa Maria da Feira foi, sem dúvida, a melhor experiência temática que o grupo já vivenciou até hoje” e classificou a ceia medieval como “um evento distinto, que muito contribuirá para a promoção internacional do destino”. “É convicção desta associação que somente iniciativas conjuntas e sinergias que visam o fortalecimento do destino tornam possível a captação e aumento significativo do turismo internacional no Porto e Norte de Portugal”, acrescenta a diretora executiva da ATPN.
“Esta ação foi um sucesso graças àquilo que nos distingue, que é o envolvimento local. Percebendo a importância desta visita para a promoção do território, um conjunto de parceiros associou-se a esta iniciativa, proporcionando uma experiência diferente, que surpreendeu este grupo de viajantes internacionais”, remata a vereadora do Turismo.

Dinamizada pela Sociedade de Turismo de Santa Maria da Feira e Câmara Municipal, esta visita educacional contou com a colaboração do Museu do Papel, Museu Convento dos Lóios, Comissão de Vigilância do Castelo, empresa municipal Feira Viva, Federação das Coletividades do Concelho, Museu Vivo da Fogaça, Art’Encena, Milícia de Santa Maria, grupo de danças Corte de Villa da Feira, músico João Carlos Soares, e atores Miguel Branca, André Reis e Joel Reis.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Avaliação dos Principais Espetáculos de Animação da Viagem Medieval 2012



Entre 17 de Agosto e 9 de Setembro de 2012, a Bússola | Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural promoveu, através da ferramenta GoogleDocs, um sistema de avaliação pública dos principais espetáculos de animação da Viagem Medieval 2012, publicitado através das redes sociais e do Blogger. O projeto consistiu numa abordagem piloto, com todas as condicionantes inerentes à metodologia de avaliação utilizada [à posteriori] e a eventuais viés de memória que pudessem ocorrer devido a essa condicionante metodológica. De qualquer forma, consideramos de todo pertinente a compreensão da opinião do público, pelo que as mais-valias do conhecimento dos resultados superam largamente eventuais limitações de método.

Contamos com 211 respostas às questões colocadas e que consistiram numa avaliação direta, numa escala de 0 a 5, para cada uma das propostas em avaliação, apresentadas por ordem alfabética [A Investida, In Illo Tempore, Juízo de Deus, MeZcla, Na Sombra de Meu Pai, O Segredo da Floresta, Torneio].
De forma a evitar eventuais mal entendidos, optou-se por não efetuar a triagem dos dados obtidos, sendo que os interferentes e outliers não foram ignorados na avaliação final. Por outro lado, tal atitude permite-nos uma compreensão mais correta de outras variáveis menos concretas e que a olho seriam de difícil perceção.

Da abordagem imediata poderemos observar a vantagem do espetáculo “Na Sombra de Meu Pai”, com uma média de 4.06, segue-se “A Investida” com 3.92, sendo a última posição ocupada pela “MeZcla” com um resultado de apenas 2.80, tal como se pode observar no gráfico seguinte.



Com a realização deste projeto e a divulgação pública dos resultados, pretendemos contribuir para uma melhor perceção da apreciação do público face aos projetos de animação desta edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, possibilitando a construção de um percurso de melhoria contínua para as próximas edições do evento e com isso a elevação dos patamares de satisfação ao longo dos próximos anos.


Nasceu a Bússola | Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural



Nasceu a Bússola | Plataforma para o Desenvolvimento Artístico e Cultural, uma nova plataforma de apoio à cultura e artistas sediada em Santa Maria da Feira.

A Bússola nasce da vontade de querer ir mais além… do sonho de potenciar o know-how criativo feirense, abrindo novas portas e desbravando novos caminhos. Dividimos a nossa atividade em 5 domínios distintos, sempre com o mesmo objetivo: agigantar e integrar projetos, transformando ideias autónomas em conceitos adequados às necessidades de cada situação e às características dos eventos contemporâneos.
À cabeça, abraçamos a missão do agenciamento, na perspetiva de exportar o melhor que Santa Maria da Feira tem para oferecer nos domínios artístico e cultural.
Em paralelo, assumimos o desejo de transformar a vontade em conceitos concretos, materializando ideias conceptuais em processos exequíveis, submetendo-os para avaliação junto dos grandes projetos artísticos, em especial no espaço público, tanto em nome próprio, como no modelo de coprodução e, mesmo, consultoria e gestão de propostas. Neste âmbito, dispomos de uma bolsa de ideias, capaz de dar resposta a diferentes abordagens em múltiplas situações e diversos contextos artísticos.
Pretendemos, ainda, assumir um papel ativo na programação cultural, sendo mais interventivos nas perspetivas artística, cultural e social, apoiando, ainda, a divulgação dos projetos associados, através do estabelecimento de múltiplas parcerias.
Induzimos criatividade, potenciamos o talento!

Áreas de Intervenção:

i) Agenciamento/Apoio à Gestão de Projetos
Com base num sistema de partilha de contactos e experiências, pretende-se dar vida a uma rede que possibilite a exequibilidade de exportação de talentos em nome individual e de “pacotes integrados” de animação/espetáculo com projetos oriundos de Santa Maria da Feira.

ii) Apoio ao Desenvolvimento de Projetos Artísticos e Culturais
Construção de uma bolsa de ideias baseada no know-how residente, capaz de responder a 3 situações distintas:
                a) Conceção de projetos originais em nome próprio;
                b) Coordenação de projetos em coprodução;
                c) Consultoria e elaboração de dossiers para projetos externos.

iii) Programação Cultural
Processo em fase de desenvolvimento que visa a perspetiva da integração de linhas programáticas e a conceção de planos e programas coesos para as entidades parceiras.

iv) Intervenção Artística/Cultural/Social
Perspetiva proactiva de intervenção e participação em projetos existentes, dando nova vida e diferentes abordagens a conceitos “pré-instalados”. O exemplo mais concreto fica patente no programa “Perpetuar a Viagem no tempo 2012/2013”, que operamos atualmente.
               
v) Apoio à Divulgação de Projetos Artísticos
Pretende-se potenciar a capacidade das redes sociais e Blogger para a divulgação dos projetos em carteira. Em paralelo, pretende-se efetuar uma adequada interligação com a imprensa, permitindo aos projetos parceiros a devida visibilidade.

Na prática, a Bússola nasceu nos primeiros dias de Agosto de 2012. Hoje, 13 de Setembro de 2012, o projeto é publicamente apresentado, ficando a promessa de intensas novidades nas próximas semanas.

O Krónikas Feirenses é um dos parceiros da Bússola, integrando uma lista com divulgação progressiva no tempo. Assim, já a partir da próxima semana contaremos com novidades de um dos projetos da Bússola integrado no programa "Perpetuar a Viagem no tempo 2012/2013".