Apresentação
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Site Oficial: www.savemiguel.com/
O ministério das Finanças aceitou 36 candidaturas de autarquias e regiões para os financiamentos associados ao Programa Pagar a Tempo e Horas, num total de 335 milhões de euros, segundo uma nota do gabinete de Teixeira dos Santos.
Até ao final de Maio foram apresentadas 43 candidaturas ao Programa Pagar a Tempo e Horas, das quais o ministério excluiu sete, por não preencherem os critérios de elegibilidade.
As 36 candidaturas aceites são relativas a 335 milhões de euros para o financiamento de dívidas atrasadas, do qual 134 milhões de euros serão financiados pela Direcção Geral do Tesouro e Finanças.
De entre as candidaturas aprovadas conta-se a da região autónoma da Madeira, com um financiamento de 256 milhões de euros. Os Açores não constam desta lista divulgada pelas Finanças.
Ao nível das autarquias, Funchal e Leiria lideraram a lista dos financiamentos no âmbito do Programa Pagar a Tempo e Horas, com um valor próximo dos 10 milhões de euros, seguidas pelos municípios do Barreiro e Santa Maria da Feira, com montantes perto dos seis milhões de euros.
Texto: LUSA




















Na pequena vila de Águas de Moura, no Alentejo, existe uma árvora que conquistou a agência espacial americana (NASA). Chama-se “Assobiador” e é o mais antigo e produtivo sobreiro do mundo. Tem 300 anos, 14 metros de altura e pertence à empresa Amorim Cork Composites, do empresário Américo Amorim, o mais rico de Portugal segundo o ‘ranking’ da revista “Forbes”. A cortiça que esta árvore produz – que pode ir dos 650 aos 1200 quilos, dez vezes mais do que a produção normal de um sobreiro – é fundamental para o revestimento de foguetões, satélites, sondas e ‘space shuttles’. “Resiste a temperaturas de dois mil graus, é um material muito leve e maleável e, mesmo quando entra em combustão, isso acontece de maneira muito lenta e sem perda de forma”, explica Alexandre Pereira, engenheiro da Amorim Cork Composites.
A cortiça tem, por isso, o perfil ideal para sobreviver a ventos solares, radiações cósmicas e amplitudes térmicas. Sabendo disso, o grupo Amorim viu na NASA uma oportunidade de negócio. Em 1995, comprou uma empresa americana, a GTS, que já vendia cortiça para a agência espacial. “É um bom cartão de visita. Se a agência utiliza a cortiça em veículos e missões espaciais, mais facilmente esses produtos serão usados pelas indústrias aeronáutica, ferroviária e naval”, explica Nuno Faria, director de marketing da empresa.
Por isso, o objectivo é estabelecer parcerias, como a que foi acordada em 2007 com a Airbus. As peças para a fuselagem dos aviões são feitas a partir da cortiça portuguesa. A Amorim Cork Composites facturou no ano passado 85,7 milhões de euros e, menos de um por cento deste valor, (aproximadamente 850 mil euros) veio dos negócios com a NASA. Com a agência espacial europeia (ESA), a empresa tem um projecto de investigação. “A cortiça ainda tem muito potencial para ser descoberto”, conta Alexandre Pereira.
Até chegar ao espaço, esta matéria-prima tem de passar por diversas fases de transformação. Depois de ser extraída dos sobreiros plantados na região do Alentejo é transportada em camiões para a fábrica da Amorim, na freguesia de Mozelos, em Santa Maria da Feira. A seguir, é colocada em máquinas trituradoras, para ficarem em pequenos grânulos. O produto final, que faz lembrar uma gigantesca duna do deserto do Sara, é guardado em armazéns e, posteriormente, embalado em volumosas sacas. “Por fim, partem em navios a caminho da nossa fábrica, nos arredores de Chicago. Ali, os grânulos são misturados com resina e transformados em placas próprias para o revestimento dos veículos espaciais”, conta Alexandre Pereira.
in Diário Económico
A DECO avaliou cerca de 300 estações de Correios em Portugal e o resultado não foi nada positivo. Decidi dar um salto ao site da associação e saber o panorama da região. De entre as estações avaliadas, Santa Maria da Feira fica-se por um "Medíocre", tal como Espinho, Ovar e S. João da Madeira... e a quase totalidade das estações avaliadas.
Triplo, esta é a mais recente cadeia de médias superficies a apostar no concelho de Santa Maria da Feira. A freguesia de Gião foi a escolhida para receber os 1400 metros quadrados do novo supermercado.
Aí está mais uma alternativa para os feirenses que pensam em viajar. Uma das mais conceituadas empresas de Viagens prepara-se para abrir uma loja em Santa Maria da Feira.| Abreu - Santa Maria da Feira | ||
| Av. Dr.Francisco Sá Carneiro, 4-C | ||
| 4520-164 SANTA MARIA DA FEIRA |