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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Caixa das Artes Adjudicada

Concurso Público “Construção do CCTAR – Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua (Polo 1)”- Adjudicação
A Câmara deliberou, por maioria – com os votos favoráveis do Sr. Presidente e dos vereadores Emídio Sousa, Cristina Tenreiro, Celestino Portela, Teresa Vieira e Sérgio Cirino – adjudicar a empreitada em epígrafe à empresa João Cabral Gonçalves & Filhos, Lda., pelo valor de 2.172.974,99 €, acrescido do IVA à taxa legal em vigor, nos termos e com os fundamentos constantes do relatório final do júri do procedimento.
O vereador António Bastos absteve-se.

@ Ata da Reunião de Câmara [4/2/2013]

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Investimento de 15 milhões de euros para solucionar problema das sucatas em Santa Maria da Feira

O Parque Empresarial de Recuperação de Materiais (PERM) das Terras de Santa Maria, um dos maiores parques empresariais da Região Norte, é apresentado esta sexta-feira, dia 4 de janeiro, pelas 16h00, numa sessão pública que terá lugar na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, seguida de cerimónia de lançamento da primeira pedra, na Rua da Laje, na freguesia de Pigeiros. A sessão será presidida pelo secretário de Estado adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques.

Criado para regularizar as chamadas sucatas que proliferam por toda a Região e assegurar o rigor ambiental no tratamento dos materiais recolhidos, o PERM vem dar resposta a um grave passivo ambiental. Este projeto intermunicipal, que envolve os municípios de Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e Arouca, e um consórcio constituído por cinco empresas, vai funcionar em regime de condomínio empresarial e estima-se que vá criar cerca de 200 postos de trabalho. O projeto representa um investimento global de 15 milhões de euros e conta com uma comparticipação de oito milhões de fundos comunitários.

@ MetroNews

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

AKI e novo McDonalds aprovados


Quase um ano depois do anúncio da chegada do AKI a Santa Maria da Feira, que poucas semanas depois viria a ser confirmada pela Imoretalho, associada à instalação de um novo espaço McDonalds no parque de estacionamento do Pingo Doce de Vila Boa, eis que o processo tem aval oficial. 

Hoje, em reunião extraordinária, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira aprovou a instalação dos novos edifícios, com áreas de cerca de 500m2 para o McDonalds e pouco mais de 2500m2 para o AKI, na metade norte do parque de estacionamento do complexo comercial de Vila Boa. No mesmo espaço, também nascerá um posto de abastecimento de combustíveis Prio Express/Pingo Doce.

Estão finalmente reunidas as condições para o avanço da segunda fase da requalificação do espaço do antigo Feira Nova de Santa Maria da Feira, que no primeiro trimestre deste ano havia assistido a uma profunda reformulação do espaço ocupado com o antigo hipermercado, seja pelo inovador conceito Pingo Doce, pelo espaço Refeições no Sítio do Costume, ou mesmo a New Code e a instalação dos espaços Worten e SportZone.

No local já se reúnem as condições para o início da obra, com a limitação de acesso à zona norte do espaço a ocorrer desde há algumas semanas.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PERM em obra dentro de 2 meses

O Parque Empresarial de Recuperação de Materiais das Terras de Santa Maria (PERM) já tem contrato de financiamento assinado, devendo essa obra de 14 milhões de euros, oito dos quais suportados por fundos comunitários, arrancar dentro de dois meses.
Propondo-se tratar com o devido rigor ambiental os materiais habitualmente recolhidos pelas sucatas, a estrutura ficará instalada na freguesia de Pigeiros, em Santa Maria da Feira, mas servirá também os outros quatros municípios do Entre Douro e Vouga, que para o efeito se constituíram em sociedade - Arouca, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Vale de Cambra, cujo capital é ainda partilhado com o consórcio constituído pelas empresas DST, Investhome, Patrícios, Alexandre Barbosa Borges S.A. e Alexandre Barbosa Borges Imobiliária.
A presidência do conselho de administração o PERM cabe a Emídio Sousa, vice-presidente da Câmara Municipal da Feira, para quem a assinatura do contrato de financiamento com a Comissão de Coordenação do Desenvolvimento Regional do Norte foi "o culminar de quatro anos de muito trabalho".
"Esta é uma área de negócio com grande potencial", realça o presidente do PERM, "e vem responder a um grave passivo ambiental nos cinco municípios envolvidos no projecto".
O objectivo do PERM é concentrar num só área geográfica as diferentes empresas de sucata a funcionar nos municípios do Entre Douro e Vouga, proporcionando-lhes as condições necessárias para o exercício da actividade de acordo com as normas legais em vigor e impedindo assim a proliferação de actividades ilícitas relacionadas com a recolha de material.
A área disponível em Pigeiros para instalação das sucatas é de cinco hectares, sendo que o parque poderá acolher também outro tipo de indústria, até porque a Câmara da Feira prevê que a zona se transforme nos próximos anos num polo dinamizador de implantação empresarial.

@ Porto Canal

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

1,5M de euros para criar Parque Temático Medieval

É um sonho antigo que cresce anualmente: a Feira é a melhor cidade portuguesa para instalar um parque temático permanente de animação medieval. Um novo projeto privado, com 1,5milhões, está a avançar.

Um consórcio de investidores "de capital 100% regional" quer avançar para a edificação de uma cidade medieval à volta do Castelo de Santa Maria da Feira, coração da Viagem Medieval que hoje inicia a sua 16.ª edição consecutiva. Provisoriamente designado Medievus, o projecto mete a empresa DMO - Destination Management Organization, que quer ainda reconverter o Mercado Municipal, e envolve 1,5 milhões de euros de investimento em infraestruturas.
O projecto foi confirmado ao JN por Miguel Bernardes, da DMO: "Interessam-nos 12 hectares da Quinta do Castelo [propriedade da Segurança Social, cedida ao Inatel], para aí instalarmos um conceito novo de cidade medieval ecologicamente avançada. Terá actividade todo o ano e a âncora assenta num novo hotel". O projecto, que poderá candidatar-se a fundos europeus para incremento sustentável, depende da modalidade em que for disponibilizado o terreno. "Compra, cedência ou arrendamento de longa duração são as hipóteses. Estamos à espera de respostas", diz Miguel Bernardes.
A ideia do parque temático permanente na Feira é antiga e foi sempre defendida pela autarquia do histórico Alfredo Henriques (PSD), no poder desde 1986 e que deixará a Câmara em 2013: "Temos a maior recriação medieval da Península Ibérica. A marca turística é forte e pode ser dinamizada todo o ano com ganhos para a economia local. Já não será obra nossa, mas deixamos a pista bem aberta para o futuro", diz o edil.
Paulo Sérgio Pais, administrador da Feira Viva, 'realizador' da Viagem, concorda: "O futuro passará pela iniciativa privada, cabendo aos gestores públicos acolher e catalisar esse capital. Estamos há anos a trabalhar nisso". O modelo, em parceria público-privada, continua a ser o do célebre parque temático da vila francesa Puy-du-Fou, que atrai 1,4 milhões de visitantes/ano e cobra bilhetes entre 27 e 66euros.

@ JN

terça-feira, 24 de julho de 2012

Questão Caixa das Artes adiada para Reunião de Câmara Extraordinária


Sem mais atrasos, sem mais adiamentos… mas afinal, diz que a questão Caixa das Artes, mesmo após aprovação das intenções municipais na CCDRN, voltou a ser adiada! Os pontos previstos para a reunião ordinária de ontem foram adiados para uma reunião extraordinária, a realizar no próximo dia 27.

Caixa das Artes - Pólo II - Projecto EXTINTO
Apesar da salvaguarda do Centro de Artes de Rua em si, ou seja, o Pólo I, ficam pendentes um conjunto de pressupostos anunciados com a evolução do conceito para a Caixa das Artes. Se o concurso público para a construção o Pólo I abrirá de “imediato”, após a anulação do procedimento em curso, já no quarteirão das Penas o caso será diferente. Diz-se agora que passaremos à fase do projecto de execução.
Aguardemos, continuemos a aguardar… voltemos a desperdiçar tempo e recursos em papel e ideias… voltemos a rejeitar 4 milhões de euros com vista à garantia de uma sala adequada às necessidades do século XXI. Aguardemos pelas ideias para o António Lamoso… talvez não teremos de aguardar muito pela morte do espaço que já está fora das principais rotas culturais nacionais, pela falta de condições básicas para artistas e público.
Perdemos uma oportunidade “única”, como a própria autarquia afirmava até há poucos meses (já depois da crise… já depois do conhecimento do futuro do Europarque nas mãos do Estado). Com isso, vamos dar mais 1% de vida ao Europarque, contribuindo para a morte de um ícone cultural da cidade. Foram opções (sim, porque já estão tomadas sem qualquer receio pela utilização do cutelo)… erro óbvio, algo que o futuro se encarregará de provar.

Quanto ao Cine Teatro António Lamoso, já não acredito em nada, já que quem rejeita um projecto como a Caixa das Artes não estará certamente a pensar no futuro daquele espaço. Diz-se que se quer requalificar... Será!? Se assim for de facto, que se pense de forma orgânica e integrada, que se coordenem esforços para garantir mais alguns anos de vida ao espaço obsoleto: 
i) criem-se espaços de ensaios e bastidores com a qualidade que os artistas merecem; 
ii) renovem-se as infraestruturas cénicas, corrigindo algumas limitações técnicas da sala; 
iii) aproveite-se o acordo de utilização do cais de pesados do Continente para criar um acesso técnico ao palco pelas traseiras da sala; 
iv) reformulem-se as áreas de acesso e convívio, garantindo a instalação de uma bilheteira e serviço de informações adequado às exigências do século XXI, um espaço de bar suficiente e funcional, assim como os serviços de apoio básicos; 
v) reformule-se a inclinação da sala, nem que para tal seja necessário reduzir o número de lugares disponíveis (será preferível ter uma sala de 500 lugares com boa visibilidade do que uma com 620 em que 50% do público só vê os artistas da cintura para cima). 
São apenas sugestões básicas e superficiais, de uma abordagem que se espera mais profunda e adequada às exigências e particularidades do espaço.

Plano de Pormenor para o Quarteirão das Penas [2010]
Temos, ainda, a pedreira… aquela que iria ter um palco flutuante e apenas 4 a 5 metros de profundidade no lago, mas que, afinal, ainda não tem projecto de execução. Aguardemos pela requalificação ambiental o quanto antes, garantindo uma utilização adequada, abrindo o espaço à população. Esperemos que esta seja urbanamente integrada na cidade… seja pelas escolas que se pretendiam demolir (e que poderão servir de apoio às companhias residentes no António Lamoso) e/ou mesmo pala lateral poente do edifício do Continente.

Quanto à questão das escolas a encerrar pela criação do centro escolar na Fernando Pessoa, e já que se perdeu o plano de pormenor aprovado para o quarteirão (do qual apenas o hipermercado será real), sugiro uma solução intermédia, demolindo apenas uma escola para se criar uma praça de menores dimensões, sendo o outro edifico utilizado como espaço para as companhias residentes no António Lamoso poderem trabalhar.

Caixa das Artes - Pólo I - Projecto Completo [FEV 2011]
De qualquer forma, e como nota final, deixo uma questão: sem as condicionantes financeiras apostas ao Pólo II, fará sentido manter a versão reduzida do Pólo I anunciada em Novembro de 2011? Acredito que, nestas condições, seja de todo pertinente a concretização do projecto global, com os 4 pisos de espaços para incubação e acolhimento e, ainda, os dois pisos de residências artísticas. Com tantas alterações, estará certamente no momento de acabar com os emagrecimentos à estrutura de Espargo, dando vida ao projecto completo.

Caixa das Artes - Pólo I - Projecto Reduzido [NOV 2011]
Deixemos o tempo continuar a passar… talvez um dia surjam soluções integradas e deixemos de ter gavetas cheias de projectos destruídos ou será puro coleccionismo?

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Uma Caixa de Indefinições


Diz-se por aí muita coisa, fala-se nas esquinas e cafés de várias perspectivas… de facto, tudo leva a crer que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira irá deixar cair o novo Auditório António Lamoso, reformulando por completo “A Villa”, o Pólo 2 da Caixa das Artes. Mas afinal de contas não estávamos perante uma oportunidade única nas próximas décadas (falava-se em 50 anos) para dar vida a uma sala obsoleta e que por mais funda que seja a intervenção de reabilitação não deixará de ser um triste remedeio e um desperdício de milhões de euros, por sinal atribuídos ao projecto e já contratados no âmbito do QREN?
É lamentável que 6 anos depois da primeira ideia concreta rumo a um Espaço de Criação e Promoção Artística para as Artes de Rua se continuem a estabelecer alterações e ajustes profundos ao projecto que curiosamente se encontra em fase de concurso público... que curiosamente tem financiamento garantido... que curiosamente ainda não foi capaz de iniciar funções.
Vamos voltar a deitar fora o trabalho das equipas que desenvolveram um projecto único e absolutamente vanguardista na área em que falamos? Para quê passar meses… diria anos a trabalhar num projecto, para o qual há financiamento comunitário aprovado, para depois se mudar tudo? Será apenas mudar?
Obviamente que não será esta mudança a ditar uma alteração no paradigma ou nas valências da Caixa das Artes que por sinal, na minha opinião, até dispensará um auditório convencional na generalidade dos seus produtos, mas continuamos a perder tempo e dinheiro…
Por outro lado, diz-se que a operação ambiental na Pedreira se mantém, mas sujeita a uma nova candidatura QREN. Que salgalhada, entendam-se senhores! Afinal de onde vinha o financiamento para o palco/jangada a instalar sobre as águas do lago da pedreira?
No que ao Pólo II do equipamento diz respeito, o Europarque parece ser, agora, o destino. Ao que parece há mais dinheiro deitado fora, mais tempo perdido… e pouca vontade de entrar em acção. Não diria que o espaço de Espargo não poderá ser solução, mas afinal já o era há 2 anos e foi rejeitado. Em apenas 24 meses mudamos completamente de ideias?
E agora, vamos voltar a projectar tudo? Vamos voltar a chamar os intervenientes e compreender as necessidades do conceito… ou vamos fazer tudo à pressa sem garantir a funcionalidade?
Aguardamos respostas e decisões, urgem explicações tácitas de uma matéria que há muito se afundou nas profundezas da Praça da República, sem direito a explicações e apenas vítima de adiamentos. Ao que parece a dinâmica esmoreceu… e volto a questionar, mesmo sem a estrutura física operacional, porque não existe já uma estrutura de gestão em acção, fazendo aquilo que a Caixa das Artes diz que se propõe a fazer?
Urgem respostas… urgem decisões… urgem redefinições de conceitos e, acima de tudo, urge acção! Basta de passividade num assunto que mais parece tomar o rumo do desperdício de fundos… e afinal parece seguir no alinhamento dos últimos meses de gestão autárquica: falta de rumo e ausência de coerência num alinhamento político, já para não falar no completo desconhecimento público dos processos. Urge energia… urge vontade… urge irreverência… urge trabalho!

Aproveito a questão para dar uma outra achega… sim, quanto ao Europarque. Não se pense para o local num espaço de serviços públicos como já por aí se sugeriu… não se projecte unicamente um espaço de ensino… venha a polivalência, o comprometimento com a indústria e o conhecimento e, acima de tudo, complete-se o projecto: criem-se estruturas de transportes para massas e instale-se capacidade hoteleira com os requisitos que os grandes congressos exigem. Depois disso voltamos a falar! Até lá não tentem fechar os olhos aos feirenses…

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Continente abrirá portas em Dezembro

Imagem: Ferreira Build Power
Segundo informações, recentemente divulgadas, pela Ferreira Build Power - empresa responsável pela construção do novo complexo comercial Continente em pleno centro de Santa Maria da Feira - as portas da estrutura comercial deverão abrir no final de 2012 (anuncia-se o mês de Dezembro como meta), atendendo ao prazo de 7 meses para conclusão da obra.
Após um complexo atraso burocrático, em pleno processo de insolvência da empresa Patrícios, S.A. (anterior responsável pela obra), no início de Maio passado as máquinas regressaram ao terreno, para dar vida a um projecto orçado em 3,9 milhões de euros.

Imagem: Ferreira Build Power
O edifício localiza-se na área central da cidade de Santa Maria da Feira, «enquadrada numa zona urbana fortemente consolidada, cujos acessos se fazem por estradas municipais». O projecto compõe-se por 4 pisos: «dois pisos de estacionamento» (cave e R/C), «um piso destinado à loja Continente e respectivos serviços de apoio» (incluindo espaços das insígnias Wells, Book.it e Bom Bocado), «e um piso superior destinado a áreas de escritórios e serviços», com mais de 2000 metros quadrados de área. 
«O edifício é constituído por uma estrutura, na sua quase totalidade, em betão armado, sendo a cobertura da loja Continente realizada em estrutura metálica treliçada e uma cobertura tipo deck. Os revestimentos das paredes exteriores serão painéis de betão pré-fabricado, sistema “Etics” e lâminas de alumínio, sendo os interiores, constituídos por paredes de bloco face à vista, rebocos areados pintados, cerâmicos, tendo ainda alguns elementos de compósito de alumínio. No que diz respeito aos pavimentos serão compostos por pavimentos em betão com endurecedor nos parques de estacionamento e cerâmicos no piso da loja.»

Imagem: Ferreira Build Power
O projecto contempla, ainda, um arranjo urbanístico na envolvente do empreendimento, com mais profunda intervenção no arruamento a poente, na extensão em que este confronta com o edifício.

À semelhança do processo que estava anteriormente em curso com a GestPatrícios, o edifício será construído por uma empresa independente ao grupo Sonae, neste caso a FEWEN SA (Grupo Ferreira), em parceria com uma instituição financeira e será posteriormente arrendado à Modelo Continente Hipermercados SA para instalação do espaço comercial, a partir de Dezembro de 2012.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

AKI abre no primeiro trimestre de 2013

A Bricodis, proprietária das lojas da insígnia francesa AKI em Portugal, tornou pública, há pouco, a informação da previsão de data de abertura da loja de Santa Maria da Feira. 
Numa altura de fortes perturbações e alterações no mercado de retalho, com o encerramento da loja AKI de Coimbra, e transferência dos colaboradores para a Leroy Merlin da mesma cidade, e ainda o fecho do Jumbo de Santarém, o mercado feirense parece continuar vivo, com dois projectos a mexer e um terceiro em incubação. 
Assim, a loja AKI de Santa Maria da Feira, integrada no complexo Pingo Doce de Vila Boa, tem abertura prevista para o primeiro trimestre de 2013, um adiamento de 3 meses face ao inicialmente previsto.
De relembrar que o processo de recrutamento de colaboradores já se encontra em curso, através da bolsa de emprego da empresa.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Apenas uma nota...

Caixa das Artes no Europarque? Uma solução em tempos equacionada e que é válida... perdão, foi válida até há dois anos!

Ora veja-se, como em tempos algumas vozes defenderam a Caixa das Artes poderia ser concebida para utilizar espaço "morto" do Europarque (relembro que eu não defendi essa perspectiva que obviamente dará resposta às necessidades do conceito). Até aqui nada de novo. De facto, se não me falha a memória há 3 anos, em pleno Imaginarius, assisti à apresentação do projecto do Arq. Bernardo Rodrigues para o que mais tarde viria a ser a Caixa das Artes, inserido em plena pedreira das Penas e com uma área "subaquática". O processo QREN exigiu ajustes, com menos investimento e maior segurança da sustentabilidade, para que em 2010/2011 ganhasse vida a Caixa das Artes, pelas mãos do Arq. Pedro Castro Silva. 
Depois do financiamento QREN aprovado e garantida a demolição do Cine-Teatro António Lamoso surgem pequenos ajustes e uma redução da área de incubação. Nada de demasiado grave.
Mas agora, com o concurso público para a construção em curso, eis que a sombra do Europarque volta a surgir. Primeiro falou-se no pólo I, agora a questão será global.
Acredito que seja vantajoso em termos de QREN, dada a integração no âmbito da reabilitação, mas de facto não é o que se passa nas Penas? Vamos perder a requalificação ambiental da pedreira e voltar a deitar fora mais um projecto? Ou será a questão Sonae a falar mais alto (onde há fumo costuma haver lume, vamos acreditar que não)?
Não me vou alongar, até porque sei que as respostas oficiais (as que interessam) não vão chegar, mas deixo a questão: usando uma analogia com uma questão que a autarquia coloca no mesmo processo (o pedido de indemnização ao Instituto de Turismo de Portugal caso não avance a nova Escola de Hotelaria e Turismo, dado o investimento municipal já efectuado nesse processo) poderemos questionar se não seria válido um pedido de indemnização por parte dos cidadãos, pelo tempo perdido em indefinições e mudanças de planos?
Relembro que o equipamento JÁ DEVERIA ESTAR EM FUNCIONAMENTO SE OS PRIMEIROS PRAZOS FOSSEM CUMPRIDOS e continuamos a construir alternativas. Por outro lado, mesmo sem equipamento físico, a Caixa das Artes há muito que já poderia existir formalmente e tirar partido do know-how adquirido para trabalhar desde "ONTEM" em algo que na Feira se faz TODOS OS DIAS, sem o apoio concreto de nenhuma estrutura. Para quando uma direcção artística ou o que lhe quisermos chamar e uma cara com energia para comandar o projecto?

terça-feira, 29 de maio de 2012

Na sombra da AEP


Há algumas semanas que tinha um assunto pendente, sempre a olhar para mim. Fui deixando o tempo passar, na ânsia de uma resposta pacífica, mas ao que parece assim não será. Então, voltemos à questão: continuamos a apostar na AEP para a gestão do Europarque? Continuaremos a dar crédito a quem assumiu claramente, ainda antes da tomada de posse, o desinvestimento no Europarque? Entregaremos a gestão de um espaço, agora público (aguarda-se o desenvolvimento dos trâmites burocráticos), a quem se encarregou de desviar as receitas de gestão para outros projectos, deixando o espaço completamente em auto-gestão?
Nas últimas semanas falou-se na ocupação do espaço com a instalação de novas valências no edifício actual, sem grande investimento: a área de incubação artística da Caixa das Artes seria uma das opções há muito apontada (confesso que na minha opinião o Mercado Municipal seria um espaço bem mais interessante para este projecto, mas a ser verdade o que anda no ar até poderei mudar de ideias). Nos últimos dias começou a ouvir falar-se da Escola de Hotelaria e mesmo da totalidade do pólo I da Caixa das Artes, que até se encontra já em processo de concurso público para a sua construção. 
Adiante, em que ficamos? Mais do que reabitar o Europarque, há que manter uma linha de coerência… voltamos a alterar um projecto que já deveria estar em funcionamento? Pólo I da Caixa na zona industrial ou no Europarque? Urge decisão, sem mais atropelos temporais.
Quanto ao resto, aguardam-se os projectos secretos que se diz andarem por aí… a ver vamos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

McDonald's de Lourosa com "cara nova"

Remodelação McDonald's Lourosa

O restaurante McDonald's de Lourosa entrou em obras de remodelação e adequação do espaço, com 14 anos, à nova imagem do grupo. Assim, durante todo o mês de Maio decorrerão os trabalhos, que obrigam ao encerramento do restaurante. Numa primeira fase, até dia 13, o McDrive manter-se-à em funcionamento, sendo que a partir de então o espaço estará completamente fora de serviço. A inauguração está prevista para 1 de Junho próximo.

O grupo McDonlad's aposta forte durante o ano 2012 no concelho de Santa Maria da Feira. Depois da loja de Lourosa, a nova imagem chegará à cidade de Santa Maria da Feira. Está neste momento em curso o processo de licenciamento na autarquia para a construção do novo espaço McDonald's de Vila Boa. O restaurante, que em Junho completará 12 anos, abandonará a galeria comercial do Pingo Doce e instalar-se-à num novo edifício de 500m2, em pleno parque de estacionamento da mesma galeria, incluindo o serviço McDrive.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Continente retoma obra na Feira

Após cerca de 6 meses de paragem por motivo incógnito (a insolvência da Patrícios SA, responsável pela obra, é dada como factor provável), retomaram esta semana os trabalhos para a construção do edifício comercial Continente de Santa Maria da Feira. As máquinas voltaram ao terreno, na Rua Comendador Sá Couto, em pleno centro da cidade feirense. 
De relembrar que o edifício contará com 4 pisos, sendo que 2 deles se destinam a estacionamento, ficando a restante área vocacionada para comércio e serviços. Sabe-se que a galeria comercial contará com uma loja Continente Modelo com 2450m2, uma livraria Book.it, um espaço Wells e uma cafetaria Bom Bocado. Mais pormenores do projecto continuam desconhecidos.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ponto de luz, em Souto, um novo polo da biblioteca Municipal

Foi inaugurado no passado sábado, 14 de Abril, o mais recente pólo da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira. Situado em S. Miguel de Souto, “Ponto de Luz” é o nome atribuído a este equipamento que pretende acolher leitores de todas as idades. 


Para além do presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, e do presidente da Junta de Freguesia de S. Miguel de Souto, Feliciano Pinho, estiveram também presentes na inauguração deste pólo Teresa Vieira, Cristina Tenreiro e Sérgio Cirino, vereadores da autarquia feirense.

Aberto de segunda a sábado, o ponto de luz disponibiliza documentos para empréstimo, sobre variadíssimas temáticas, tecnologias de informação e comunicação (TIC), acesso gratuito à internet e outras actividades de índole cultural. A partir deste ponto, a comunidade de Souto poderá aceder a todos os documentos da biblioteca municipal, bem como a acções de promoção da leitura.

Sublinha-se que este é já o sexto pólo da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira que se junta, assim, aos pólos de Escapães, Lourosa e Milheiros de Poiares e às esplanadas do Livro de Arrifana e de Santa Maria de Lamas.

Ponto de Luz
Rua dos Correios
4520-709 Souto

Telefone: 256 80 20 28

Horário:
[sáb. e seg.] 14h00» 18h00
[ter. a sex.] 09h30» 13h00 e 14h00» 18h00

quarta-feira, 11 de abril de 2012

2ª Fase da Requalificação da Galeria Comercial do Pingo Doce incluí Clínica

Concluída a primeira fase de requalificação e expansão da Galeria Comercial do Pingo Doce de Vila Boa começam a surgir mais dados relativos à segunda fase, cujo arranque de anuncia para as próximas semanas. Estavam confirmadas a instalação de um posto de abastecimento de combustíveis low-cost Prio Express/Pingo Doce, uma loja AKI (2500m2) e um restaurante McDonald's (500m2) com McDrive, mas sabia-se que mais projectos estariam em estudo.
Agora, no sistema Mirante da autarquia feirense é possível encontrar o processo de licenciamento de uma clínica do grupo Walk-in Clinic Portugal S.A, a instalar numa área de 187m2. Sem mais pormenores, ficam as informações mais concretas para as próximas semanas.

domingo, 1 de abril de 2012

Cinemas chegam ao "Feira Nova"

[Notícia 1 Abril]

Doze anos depois do previsto a promessa será para cumprir: os cinemas chegarão, finalmente, à Galeria Comercial do Pingo Doce.

Em 1999, aquando do licenciamento do empreendimento comercial, que viria a inaugurar em Março do ano 2000, ficara “contratado” com a autarquia a abertura de 4 salas de cinema do circuito comercial naquele local. Na prática tal não aconteceu, com a justificação da ausência de interesse dos distribuidores. Estranho, quando apenas 4 anos depois a Lusomundo arrisca num projecto muito mais improvável, trazendo 3 salas de nova geração ao Suil.

O tempo foi passando e a dúvida foi-se mantendo. Em 2006 acabaria por ser licenciada a obra para o Forum Santa Maria da Feira, com 6 salas de cinema, naquele mesmo local, mas dada a reestruturação da casa-mãe da Multi Mall Management (subsidiária nacional da Multi Development Corporation) este, como outros projectos, acabaram por não sair do papel. Há um ano a autarquia foi informada da desistência, sendo negociada a cativação da verba já entregue como contrapartida para um «projecto futuro».

Ora, hoje encontramo-nos em fase de reestruturação da Galeria Comercial de Vila Boa e as condições serão as ideais. Com a redução da área de venda da loja Pingo Doce e a saída do McDonald’s para um edifício autónomo no parque de estacionamento estarão reunidas as condições: nascerá um complexo multiscreen com 5 salas da ZON Lusomundo, com abertura prevista para o próximo Outono e acesso directo para a Praça de Alimentação da Galeria Comercial.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Novo parque radical abriu no Visionarium

O centro de ciência Visionarium, em Santa Maria da Feira, inaugurou ontem o Campo Cinético, um equipamento que disponibiliza ao público 13 actividades radicais que associam ciência e lazer.
O novo parque radical funciona nos 25 mil metros quadrados dos jardins do Visionarium - Parque de Ciência do Europarque. De acordo com a actividade escolhida, o preço pode variar entre os três e os 22 euros por pessoa, havendo descontos para famílias.
A realização das actividades está a cargo da Diver - Natureza e Aventura (uma empresa da Póvoa de Lanhoso vocacionada para a gestão de áreas de lazer, como o Parque Aventura DiverLanhoso), enquanto a responsabilidade pelos conteúdos científicos cabe ao Visionarium.
De segunda a sexta-feira, o novo parque radical só está disponível para grupos escolares e empresariais, sempre mediante reserva prévia. Aos fins-de-semana e feriados abre ao público em geral, bastando “aparecer e escolher que actividades experimentar”.
Optando por BTT, os participantes poderão pedalar pela mata do Visionarium e ficar a conhecer o funcionamento das engrenagens da bicicleta, vendo de que forma o movimento é transmitido através das suas correntes. Já optando pela canoagem no lago, os tripulantes poderão inteirar-se das regras do movimento de propulsão, ficando a perceber o Princípio de Arquimedes e como é que os barcos flutuam na água.
A combinação de teoria e prática aplica-se a todas as outras actividades do Campo Cinético: na escalada, por exemplo, referem-se os princípios da força gravítica e do efeito roldana, no ‘slide’ abordam-se questões relacionadas com o plano inclinado e o movimento uniformemente acelerado, na carreira de tiro com arco discute-se a Força Potencial Elástica e o Paradoxo do Arqueiro e na orientação o tópico é a declinação magnética que faz funcionar as bússolas, distinguindo-se entre Norte Magnético e Norte Geográfico.
Em painéis informativos ou em conversa com os orientadores das actividades, outros conceitos científicos são ainda mencionados em relação ao ‘paintball’, à caça ao tesouro, aos jogos tradicionais, aos insufláveis, à bola Zorb e a outros jogos nocturnos, seja a título individual, seja nos pacotes Aventura ou Ciência + Aventura.

@ Diário de Aveiro

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Castro Almeida sugere Linha do Vouga com sistema Andante e integrada na Linha do Norte

O encerramento da Linha do Vouga está previsto no Plano Estratégico dos Transportes (PET), apresentado pelo Governo no ano passado, mas o fecho da ferrovia com 103 anos de actividade ainda não se concretizou. Os autarcas dos municípios de Entre Douro e Vouga e da Junta Metropolitana do Porto consideram que o caminho-de-ferro que liga Espinho a Aveiro tem viabilidade e defendem a sua requalificação em vários aspectos. As ideias, que merecem a aprovação da Associação de Municípios de Terras de Santa Maria, foram comunicadas ao Governo e constam no relatório encomendado para a reformulação do sistema de transportes das áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa.

O presidente da Câmara de São João da Madeira, Castro Almeida, reconhece que a actual configuração da Linha do Vouga não não dá resposta às necessidades das populações. "Serve poucas pessoas e serve mal", admite. Por isso, considera necessário proceder a alterações no traçado da linha por onde circula o Vouguinha desde Novembro de 1908. "Precisamos de garantir uma ligação directa da Linha do Vouga à Linha do Norte, por forma a que alguém que entre em Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Santa Maria da Feira possa ir até ao Porto sem mudar de comboio", adianta. Esse entroncamento, explica o autarca, "obriga a electrificar a Linha do Vouga, a alterar a bitola e a fazer algumas correcções de traçado". As alterações propostas pretendem tornar a Linha do Vouga compatível com a do Norte, aumentar a velocidade do Vouguinha de 30 para 80 quilómetros por hora e dotá-la de um traçado que sirva os grandes aglomerados populacionais, sobretudo algumas zonas da Feira.

As contas estão feitas. A requalificação da Linha do Vouga, nesses moldes, requer um investimento de 35 milhões de euros. Castro Almeida garante que o Governo não precisará de investir um cêntimo, se esse encargo fizer parte da concessão que será feita à CP-Porto - e que, dessa forma, poderia acrescentar mais um ramal aos três que já possui. "Desta forma, não era preciso pedir um cheque ao Governo." O autarca insiste que a remodelação da Linha do Vouga é um pedido realista, que tem em conta as dificuldades financeiras do país: "Não estamos a pedir a lua, o valor é pouco mais de um quilómetro de custo do metro do Porto."

O grupo parlamentar do PSD apresentou na Assembleia da República um projecto de resolução (ver caixa), tal como já fizeram o PCP e o BE, pedindo ao Governo para estudar uma alternativa ao fecho da Linha do Vouga. "A viabilização da modernização desta linha com efectivo potencial poderá transformar este meio de transporte numa referência e exemplo de sustentabilidade, se se souber dar responsavelmente o passo certo, em associação com os parceiros adequados e com benefício das populações locais e das contas públicas", refere-se no documento. O PSD quer, assim, que o Governo avance com um projecto, juntamente com as câmaras municipais e outros parceiros, para a reabilitação da ferrovia do Vouga.
Além da requalificação da Linha do Vale do Vouga, Castro Almeida propõe que o Andante, já utilizado no metro do Porto, nalguns comboios e nos autocarros da STCP e de alguns operadores privados, seja adoptado como título de transporte em toda a Área Metropolitana do Porto, podendo ser utilizado também na Linha do Vouga. O autarca considera que o Andante será um "bilhete de identidade metropolitana", um "título de cidadania metropolitana".


@ Público

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pingo Doce: O Fim dos "Boatos"


Após 2 meses de intensos boatos e uns quantos meses mais de ligeiras suspeitas, o Pingo Doce abre finalmente o jogo, confirmando os dados lançados pelo Krónikas Feirenses ao longo das últimas semanas.
A obra que hoje teve início na loja de Santa Maria da Feira será efectivamente a primeira de duas fases, sendo que a segunda incidirá sobre a área do parque de estacionamento. Até ao final de Março próximo (previsão de reabertura do espaço), decorrerá a intervenção que ditará a reformulação total da loja Pingo Doce, com redução de área de vendas e completa alteração de lay-out, à semelhança do processo ocorrido ao longo do último ano nas lojas congéneres de Braga e Sintra.

A "nova" loja, com área de vendas de pouco mais de 6mil m2 apostará, como vem sendo apanágio da insígnia, nos frescos. Assim, todas as áreas de frescos (talho, peixaria, frutas e legumes e fabrico próprio de pão) merecerão especial destaque no reformulado lay-out. Destaca-se, tal como o Krónikas Feirense havia anunciado, um restaurante localizado junto da entrada da loja, com capacidade para 250 lugares sentados. Continua a carecer de confirmação oficial a esperada saída da secção têxtil da área do hipermercado e a sua instalação em parte da área actualmente ocupada pela GET.
Por outro lado, a anunciada descontinuação da actividade comercial do Grupo Jerónimo Martins nas área dos electrodomésticos e tecnologia (insígnias GET e ElectricCO) confirma-se como o motivo para a abertura do espaço à "concorrência". Na galeria comercial, alvo de reajustamentos estéticos e funcionais, nascerá espaço para as insígnias Worten e SportZone.

Com isto, fecha-se a primeira fase, mas a segunda anuncia-se para muito breve. Tal como por cá havíamos informado, em primeira mão, o parque de estacionamento também será intervencionado. Quando se acreditava que o posto de abastecimento de combustíveis Prio Express seria a única alteração, a verdade é que se anuncia uma verdadeira revolução na metade norte do parque superior... desmistificando dois outros processos que pairavam no ar e pareciam rumar para outras localizações. Sabe-se, agora, que a loja AKI recentemente anunciada pela insígnia francesa para a cidade feirense terá aqui a sua localização. Assim como, o tão badalado restaurante McDonalds com serviço McDrive, cujos "boatos" de instalação na cidade se arrastam há anos (quase uma década) e quando a rotunda do hospital se afigurava, em muitos deles, como a opção primária.

Na verdade estão lançados os dados das duas fases de reformulação da Galeria Comercial e espaço do antigo Feira Nova, de acordo com os modelos e conceitos do século XXI, com mais variedade, qualidade e uma nova oferta de serviços. Tudo parecia estar feito na perfeição para se mostrar em simultâneo com o Continente Modelo em construção no centro da cidade, mas a insolvência dos Patrícios parece ter alterado os planos da concorrência.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nova Casa Mortuária em funcionamento

Foto: Facebook Emídio Sousa
Após um vasto conjunto de problemas técnicos e burocráticos, que em muito arrastaram a obra, localizada em área sensível, a nova Casa Mortuária da cidade de Santa Maria da Feira está, finalmente, em funcionamento. Trata-se de um edifício com uma arquitectura que se preocupa, acima de tudo, com a envolvente (entre o Convento dos Lóios e o Castelo), de forma a minimizar o seu impacto visual. O granito é o material de eleição, destacando-se um torre com linhas sóbrias que permite o acesso luminoso à sala de culto do espaço, integralmente"enterrado" na encosta.