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domingo, 19 de junho de 2011

Quando sai a Caixa da gaveta?


E porque não deixar, hoje, uma questão?
Onde anda a "Caixa das Artes"?
Em Fevereiro passado, no momento da assinatura do contrato QREN, fora anunciada a abertura do concurso público para esta obra no prazo de 1 ou 2 meses, com a obra no terreno, no máximo, até Agosto próximo. 
Já se passaram 4 meses e nada! Ainda cheguei a acreditar que a tão badalada sessão pública de apresentação aos feirenses decorresse durante o Imaginarius, mas nada! E com este ritmo, o que teremos no terreno até Agosto? Nada!
Anunciava-se a urgência motivada por vários factores, que não vou agora enunciar, mas afinal de contas perdeu-se a energia? Em paralelo, o projecto vizinho da Oliva Creative Factory avançou já para concurso.
Bem, afinal em que ponto estamos?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Estádio Marcolino de Castro: Maquete da Remodelação

Decorrem a bom ritmo as obras de requalificação do Estádio Marcolino de Castro, Santa Maria da Feira. Na próxima época as melhorias serão significativas, com alterações nos acessos ao recinto, requalificação dos balneários e acesso ao relvado, novo espaço para a comunicação social, nova bancada sul, ampliação da bancada nascente, ampliação da loja do clube e recolocação do sistema de iluminação.
Nas primeiras jornadas da próxima época, o C. D. Feirense apresentará o sua "nova" casa, agora com capacidade para 5mil pessoas.


Imagens: C. D. Feirense

domingo, 12 de junho de 2011

Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ECCO'let instala-se no Feira Park


Depois do encerramento da produção em S. João de Ver, há muito que se anunciara a instalação do centro de pesquisa e desenvolvimento da ECCO'let em terras feirenses, agora o arquitecto Luís Castro Fernandes dá conta do projecto que desenvolveu para o Feira Park. As novas instalações desta marca de calçado dinamarquesa ocupam uma área total de 8.235 m2 e serão direccionadas para a pesquisa e desenvolvimento. O investimento ronda quatro milhões de euros e o projecto é dos arquitectos Luís Castro, Luís Caldeira e João Pestana, com a colaboração de Sérgio Moura de Sousa.
Segundo o Diário Económico, depois do falhanço da anterior parceria a «Ecco'let está, agora, "a tentar encontrar um novo parceiro para a concretização do projecto". O negócio prevê que a empresa parceira fique com os terrenos das actuais instalações da fábrica, localizados em São João de Ver, Santa Maria da Feira, e avance com o financiamento para a construção do novo edifício».

Imagens: Luís Castro Fernandes | Arquitecto

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Comissão técnica da Liga visitou Estádio Marcolino Castro

Projecto de requalificação do Estádio Marcolino de Castro

Rodrigo Nunes, presidente do Feirense, e os responsáveis pela requalificação do Estádio Marcolino de Castro, reuniram-se esta manhã com o Emídio Fidalgo, engenheiro e coordenador da Comissão Técnica da Liga, para dar o impulso final na empreitada, que irá mudar radicalmente o recinto, adaptando-o às exigências da Liga Zon Sagres.



As obras começaram há cerca de uma semana e meia e estarão concluídas nos primeiros dias de Setembro, ou seja, após o arranque do Campeonato. «Só por milagre o estádio estará pronto antes do início da Liga, por isso estamos já em negociações para jogar as duas/três primeiras jornadas no Estádio Jorge Sampaio, em Pedroso», declarou Rodrigo Nunes.


Para além da instalação de um relvado de maiores dimensões, o caderno de obras contempla o aumento da lotação do estádio para 5 mil lugares (actualmente comporta 3300 espectadores), através da colocação de duas bancadas de betão pré-fabricadas, a reconstrução dos balneários e camarotes para a Comunicação Social e a colocação de um sistema de iluminação artificial que permita a transmissão televisiva dos jogos nocturnos.

@ A Bola
Imagens: A Bola

segunda-feira, 30 de maio de 2011

As obras da modernização do estádio Marcolino de Castro já arrancaram

A modernização e inovação do "velhinho" Estádio Marcolino de Castro iniciaram-se esta manhã em múltiplos pontos do recinto. Desde as bancadas aos balneários, os trabalhadores intervenientes no recinto do Feirense juntam esforços para finalizar a obra o quanto antes. Espera-se que os adeptos feirenses possam usufruir das remodeladas instalações já nas primeiras jornadas da Primeira Liga, para poderem apoiar o clube em força.


Texto e Imagens: Clube Desportivo Feirense

Antigo Matadouro terá finalmente vida...

Da "Fábrica de Sonhos", de Carlos Martins, ao Centro de Artes de Rua, de Amadeu Albergaria, várias foram as propostas para o edifício do antigo Matadouro Municipal. Em todas elas algo é comum: a CRIAÇÃO ARTÍSTICA. E confirma-se, Cristina Tenreiro não abandona os planos e decide transformar o local num espaço de criação artística para a juventude... sem planos, nem prazos... ao sabor das necessidades e disponibilidades financeiras.



O Matadouro Municipal chegou a ter vários destinos. Foi pensado para ser a “fábrica de sonhos”, idealizada pelo ex-vereador da Cultura Carlos Martins, como um espaço para os jovens, com salas para oficinas, compartimentos para ensaios de bandas e um estúdio de gravação. Mas nada aconteceu. Depois disso, o local chegou a ser indicado como a morada do Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua (CCTAR) que agora será erguido no Cine-Teatro António Lamoso e numa área da zona industrial do Roligo, em Espargo.

Algum tempo passou e o matadouro, do alto da cidade-sede do município, será requalificado e transformado num local de criação para os jovens do Concelho. Não há datas para que a intervenção arranque e a ideia é ir ocupando o espaço à medida das possibilidades financeiras do poder local. Sala arranjada, sala ocupada.
“Estamos a pensar no arranque da requalificação do espaço para utilização dos nossos artistas, como um local de criação para os jovens do Concelho” – adianta a vereadora da Cultura, Cristina Tenreiro. Os futuros inquilinos são chamados para esta conversa. A Câmara Municipal está receptiva às propostas dos jovens: as ideias são bem-vindas e serão analisadas atentamente. E assim o matadouro municipal será um laboratório artístico, preservando a sua história e identidade como um território de memórias. “O matadouro é um património muito valioso para Santa Maria da Feira” – acrescenta Cristina Tenreiro.
Mas o matadouro está diferente, tem um novo visual. A fachada é a mesma, mas as cores são outras. Cinco raparigas e um rapaz do 12.º ano de Artes Visuais da Escola Secundária de Santa Maria da Feira, no âmbito da Área de Projecto, decidiram contactar a Câmara para pintar um espaço da cidade. Várias possibilidades foram colocadas em cima da mesa, até que a autarquia indicou o caminho até ao matadouro. Os estudantes não hesitaram e acabaram por desenhar uma intervenção artística na fachada do matadouro, que acabou por ser incluída na programação da última edição do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua da Feira. Do outro lado do Atlântico, directamente de S. Francisco, Estados Unidos da América, chegou o artista plástico Rigo 23 que coordenou a tarefa. Reuniu as ideias e orientou os trabalhos, sempre atento à vontade do grupo. Tintas para aqui e para ali, os jovens da Oficina de ideias também deram uma ajuda, a fachada mudou de cor e tem agora o metro da Feira estampado e uma frase que diz: “A vida ensina a não desistir. Nós sonhamos, nós definimos e a ‘obra nasce’”. A última fase da pintura foi acompanhada com música e o making-off de todo o processo foi exibido na Praça Gaspar Moreira, durante o Imaginarius. 

@ Terras da Feira

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Via Feira-Arouca em modelo PPP e com portagens?

A solução para viabilizar, a curto prazo, a construção da ligação Feira-Arouca (entre o nó da A1 na Feira e Mansores) poderá passar por uma parceria público-privada, semelhante à desenhada pela Associação de Municípios Terras de Santa Maria para o Parque Empresarial de Reciclagem de Materiais (PERM), em que o risco fica do lado do privado.

Garantidos 80 milhões de euros de fundos comunitários, através do Programa Operacional de Valorização do Território, ficam a faltar os 20 milhões da componente nacional, correspondente a 20 por cento do investimento elegível. O problema reside precisamente neste ponto. Segundo explicou o presidente da Câmara da Feira, na última reunião do executivo, o Estado não estará em condições de garantir esse montante nem de autorizar que a “Estradas de Portugal” se financie na banca para esse efeito. “Foi-nos proposto que as câmaras o fizessem, mas está fora de questão” - disse.

Assumindo a necessidade desta ligação, não querendo desperdiçar a oportunidade de dispor de fundos comunitários e sabendo das restrições a que o Estado está sujeito, no âmbito do acordo celebrado com a “Troika”, as autarquias estudam a possibilidade de recorrer a uma parceria público-privada para concretizar esta velha aspiração da região sucessivamente adiada. Exploram a possibilidade de encontrar um parceiro privado que suporte os 20 milhões da componente nacional, a troco, por exemplo, da receita das portagens cujo valor seria reduzido a um quinto da tarifa corrente. “Com o dinheiro do Estado, dificilmente teremos estrada” - comentou o presidente.

O conceito está a ser discutido entre as câmaras de Entre Douro e Vouga e a Estradas de Portugal. Implicaria, nomeadamente, autorização para delegar nas autarquias a elaboração e apresentação das candidaturas e a selecção do parceiro privado.

@ Terras da Feira

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Remodelação do Estádio Marcolino de Castro avança no final da Época

Operação-cosmética no Marcolino de Castro: balneários, luz artificial e relvado aumentado.


Independentemente da subida, já está determinado que no final desta época o Estádio Marcolino de Castro sofrerá amplas modificações. Obsoleto, o recinto terá em 2011/2012 melhores condições no que toca a conforto para os espectadores, o próprio relvado sofrerá um alargamento de dois metros e o comprimento também será ampliado em quatro metros nas direcções poente e sul.

Serão construídos novos balneários, a Comunicação Social também terá melhorias de condições, especialmente lugares destinados para as filmagens dos jogos. Por forma a que haja possíveis transmissões televisivas à noite, haverá colocação de torres de iluminação. A Direcção do Feirense propõe-se a gastar cerca de 600 mil euros nesta empreitada, dinheiro que será fornecido pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional no âmbito de um protocolo assinado com vários clubes profissionais e que visa o melhoramento das infra-estruturas.

@ Blogue Clube Desportivo Feirense

sábado, 9 de abril de 2011

PERM e PEC com apoio comunitário aprovado

A autoridade de gestão do “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte) apresentou hoje, em conferência de imprensa, os oito novos projectos de Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE), cujo apoio comunitário foi aprovado esta semana. Um conjunto que significa para a Região do Norte um investimento de 134 milhões de Euros, co-financiado pelo ON.2, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, em 56 milhões.

Em causa estão os projectos do Parque Empresarial de Recuperação de Materiais e do Parque Empresarial da Cortiça (Santa Maria da Feira), da AAE de Ul-Loureiro (Oliveira de Azeméis), do Minho Park Monção, da Área de Localização Empresarial da Trofa, do Gaia Park, da AAE de Chaves e do Pólo 5 da Cidade Empresarial de Paços de Ferreira, que beneficiarão de uma oferta alargada de facilidades, resultantes do funcionamento em regime condominial fechado e de uma gestão profissional destes espaços, bem como da disponibilização de serviços avançados de apoio à gestão e ainda de serviços tecnológicos.

Este conjunto de aprovações concretiza os objectivos fixados no “Plano de Acção para o Acolhimento Empresarial”, desenvolvido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), em 2007, que visa promover uma rede de acolhimento empresarial moderna, coerente, sustentável e capaz de fomentar a competitividade económica.

CCDR-N

segunda-feira, 28 de março de 2011

Grupo Lenitudes avança com o Centro Oncológico Maio Clinic


Longos anos depois do primeiro anúncio (quando ainda se falava noutra localização, bem mais central na cidade) e dois anos depois de lançada a primeira pedra, eis que é assinado o "contrato de empreitada" da obra do Centro Oncológico Maio Clinic, do Grupo Lenitudes.
A correr tudo como se anuncia, no final deste ano Santa Maria da Feira assistirá à abertura de Centro Oncológico que integra clínica e investigação, num espaço ímpar de área superior a 5 mil metros quadrados. O novo edifício a erguer em Espargo, paredes meias com o Visionarium e o Hotel Ibis pretende "colocar a Feira no mapa-mundo da oncologia", pelo menos assim afirma a administração.

O Centro avançará já com as valências inicialmente anunciadas para duas fases distintas. Assim, a partir do final do ano, a região Entre Douro e Vouga passará a contar com:
- Unidade de Diagnóstico Oncológico;
- Medicina Nuclear;
- Serviço de Radioterapia (Radioterapia Externa Convencional, Radiocirurgia Estereotáxica, Braquiterapia, Braquiterapia HDR, Radioterapia Intraoperatória);
- Cirurgia de Ambulatório;
- Quimioterapia;
- Internamento;
- Nutrição;
- Psico-oncologia;
- Consulta da Dor.
O projecto prevê ainda o apoio a investigação e desenvolvimento na área da oncologia e a realização de encontros internacionais com profissionais do sector.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Feira Park entra numa nova fase...

O edifício FeiraPark é a primeira infra-estrutura do Parque de Ciência e Tecnologia de Santa Maria da Feira a entrar em funcionamento. Dispõe de uma tipologia de salas entre 30 a 140m² complementada com um conjunto de serviços prestados pela entidade gestora ou entidade parceiras.

O PCT disporá de lotes e pavilhões para acolhimento de indústria e serviços que se enquadrem em termos de projectos preferenciais e que incorporem I+D+i. 

O parque dispõe ainda de 26 lotes para indústria e serviços com áreas de 960 a 2000m².
[planta do parque, com destaque para as áreas do edifício central Feira Park]

Nas áreas envolventes está prevista a instalação de outros espaços industriais.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CCTAR na CAIXA das ARTES


Com uma longa e consolidada experiência no domínio das Artes e Teatro de Rua, associada a eventos culturais de referência como o festival Imaginarius, a Viagem Medieval e a Terra dos Sonhos, que potenciam a oferta turística da Região Norte, o município de Santa Maria da Feira avança agora para um novo patamar de desenvolvimento nesta área, com a construção do Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua (CAIXA DAS ARTES).

A experiência adquirida nesta área, as condições criadas e a atractividade que exerce sobre públicos e criadores constituem uma oportunidade única para o município feirense agregar recursos e conteúdos criativos de uma forma estruturada e organizada, através da CAIXA DAS ARTES, que constituirá uma alavanca para o Turismo Cultural e Criativo.

Investimento de 8,5 milhões

O contrato de financiamento assinado esta quarta feira, 23 de Fevereiro, na BTL – Feira Internacional de Turismo 2011, por Alfredo Henriques, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, e Mário Rui Silva, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDR-N), representa um investimento de 8,5 milhões de euros, comparticipados em 80 por cento por fundos comunitários, destinados à construção de espaços e equipamentos vocacionados para a criação e apoio a artistas, acolhimento empresarial de negócios criativos, e investigação e produção de conhecimento. O Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua resulta de uma candidatura ao Sistema de Apoio ao Cluster de Indústrias Criativas, do programa ON.2 – Novo Norte. Os trabalhos terão início no decurso de 2011 e deverão estar concluídos até ao final de 2014.


A CAIXA DAS ARTES é uma plataforma interdisciplinar e multifuncional, constituída por dois pólos distintos, mas complementares, que congrega seis valências: residências artísticas; incubadora de criatividade para artistas emergentes; acolhimento empresarial de negócios criativos; departamento de investigação para artes do espaço público; serviço de aprendizagem e educação criativa; e espaços cénicos de (re)criação e representação artística.

Academia e Villa

A implantar numa zona de fácil acesso, próxima do centro da cidade de Santa Maria da Feira, o Pólo I (ACADEMIA) é um espaço amplo, vocacionado para a criação, que privilegia uma íntima relação entre a produção e o consumo artístico. Aqui ficam instaladas as valências de residências artísticas, incubadora de criatividade para artistas emergentes e acolhimento empresarial de negócios criativos, com oficinas para produção de todo o tipo de objectos, adereços e cenários para teatro, apresentação de pequenos espectáculos de teatro e artes performativas, artes de rua, concertos, conferências, entre outros, assim como as residências para artistas. O programa completa-se com uma praça exterior para representação.


A construir em plena área central da cidade de Santa Maria da Feira, o Pólo II (VILLA) é um espaço de intercâmbio entre criadores e consumo de projectos criativos. Aqui ficam instaladas as valências de serviço de aprendizagem e educação criativa, assim como espaços interiores (AUDITÓRIO ANTÓNIO LAMOSO) e exteriores para apresentação de espectáculos de grande formato: teatro e artes performativas, concertos, espectáculos de dança, cinema (tecnologia digital) e conferências. Para o exterior está contemplado um grande espaço para representação, que aproveita o lago existente numa antiga pedreira e o transforma num palco ao ar livre, assente sobre sistema de jangada, apto a acolher espectáculos de teatro de rua, som, iluminação e pirotecnia. Numa segunda fase, toda a zona envolvente deste pólo será transformada numa grande praça da cidade, palco de variados espectáculos.

Considerando que as artes de rua são uma área artística pouco desenvolvida no plano da oferta no nosso País, mas com um potencial de crescimento de mercado, registando um constante aumento da procura, a CAIXA DAS ARTES assume-se como a única alternativa nacional à oferta estrangeira de grandes projectos para o espaço público e uma resposta à escassez de espaços de criação multidisciplinar com estas características. A construção deste Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua em Santa Maria da Feira perspectiva, por isso, um forte impacto na criação artística e abertura de novos mercados, e um significativo aumento do valor económico para estas actividades na Região Norte e no País.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Apresentação do CCTAR em destaque na imprensa

Santa Maria da Feira assegura hoje o financiamento para "Caixa das Artes" que irá transformar a vida cultural do concelho. @ RTP

Percurso conturbado do CCTAR já incluiu matadouro e tribunal em risco de derrocada. @ RTP

Artes: Santa Maria da Feira assegura hoje o financiamento para "Caixa das Artes" que irá transformar a vida cultural do concelho. @ i online

Artes: Percurso conturbado do CCTAR já incluiu matadouro e tribunal em risco de derrocada. @ i online

Sta. Maria da Feira assegura apoio para «Caixa das Artes». @ Diário Digital

Autarquia assina financiamento para Centro de Criação de Teatro de Artes de Rua. @ Rádio Terra Nova

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Contrato de Financiamento do CCTAR é assinado amanhã


Como estava previsto, o contrato de financiamento QREN para o Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua [CCTAR] de Santa Maria da Feira será assinado amanhã pelas 15h30, na Bolsa de Turismo de Lisboa. Em simultâneo será apresentado oficialmente o projecto do CCTAR.
Ao longo do evento, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte assinará contratos no valor global de 25 milhões de euros, com 7 entidades. Destes, a CCDR Norte destaca o projecto do CCTAR, orçado em 8,5 milhões de euros. Depois deste passo, seguir-se-à a fase de concurso público, que deverá ter início nos próximos dois meses.

De entre os projectos a contratualizar, o de montante mais significativo é o Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua, promovido pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, que representa um investimento de 8,5 milhões de Euros na construção e equipamento de espaços dedicados ao desenvolvimento artístico naqueles âmbitos, incubação empresarial de negócios criativos, intercâmbio artístico e investigação e produção de conhecimento. Um investimento com especial significado para a cidade que se tem assumido como um importante pólo de animação cultural, associado a eventos marcantes como o Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua, a Terra dos Sonhos ou a Viagem Medieval. [CCDRN]

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CCTAR Pólo II

Já em pleno centro da cidade de Santa Maria da Feira nascerá o pólo II do CCTAR. Pela demolição do Cine Teatro António Lamoso será conquistado o espaço para que se erga, no mesmo local, o Auditório do CCTAR [fica a esperança da manutenção do nome António Lamoso], com capacidade para 700 pessoas. Na envolvente, a Pedreira das Penas será devolvida à cidade através da criação de espaços verdes e a instalação de um palco aquático. Numa segunda fase, pela demolição das escolas EB 1, nascerá ainda uma nova praça, capaz de receber a generalidade dos grandes espectáculos de rua.

domingo, 30 de janeiro de 2011

CCTAR Pólo I

Numa altura em que já não há dúvidas quanto ao arranque do projecto... depois da aprovação da candidatura QREN... passado o anúncio do avanço ainda este ano... começam agora a surgir mais renders do projecto.
Na Zona Industrial do Roligo nascerá o Pólo I do Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua [CCTAR]... mesmo à entrada de Santa Maria da Feira ganhará vida um espaço que pretende dar apoio à criação artística nestes domínios.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Modelo[s]


Além da aprovação camarária e do meteórico avanço das máquinas para o terreno, pouco mais se sabe daquilo a que vou apelidar de complexo Sonae, em pleno centro da cidade feirense. Há poucas semanas, da boca dos responsáveis autárquicos saía a informação de que se tratava de um "Modelo" como o de Mozelos. Dadas as características do local sempre estranhei... e não é que tinha razão?
Na verdade o "Modelo" do centro da cidade de Santa Maria da Feira foi já aprovado pela Direcção Geral das Actividades Económicas, com uma área bruta locável de 2450m2... cerca de 500m2 maior que o congénere de Mozelos. Até ao momento a DGAE não divulgou a aprovação de qualquer outro espaço (como Worten ou Modalfa) para o mesmo local.
As recentes alterações na legislação no que à abertura aos Domingos diz respeito parecem já fazer efeitos... será só isso?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Forum Santa Maria da Feira: uma morte programada, ou novo promotor a caminho?


O Jornal Terras de Feira de hoje faz destaque de primeira página com algo que já seria há muito expectável.
Seis anos depois da onda inicial... seis anos após muitas promessas... seis anos passados do projecto com uma arquitectura ímpar, tudo terá morrido (?). O Forum Santa Maria da Feira, como se previa há muito, "não sairá do papel"... assim se anuncia.
Mesmo com o anúncio do promotor, será assim tão linear esta conclusão?


Confesso, ainda não tive oportunidade de ler o referido artigo na íntegra... mas logo à partida saltam-me questões. Há cerca de 3 anos o promotor holandês sofreu uma drástica reestruturação interna que colocou todos os projectos em stand-by, com excepção daqueles que já tinham obra no terreno. Há apenas um ano o mesmo promotor [detentor de 50% do projecto] garantia que tudo estava a ser reequacionado [tema que até mereceu reportagem televisiva], e que talvez em 2010 ou 2011 houvesse obra na Feira.
Do outro lado da barricada temos as recentes alterações da forma como o Grupo Jerónimo Martins [detentor dos outros 50% do projecto] encara actualmente o mercado do retalho... o fim da marca Feira Nova terá sido talvez a morte de toda a estrutura comercial de grande porte desta empresa. No meu entender um Pingo Doce de 8 mil metros quadrados não será certamente atractivo, funcional e dinâmico, centrando-se numa estratégia de mercado que se enquadra no nicho das pequenas compras e da variedade reduzida. Assim sendo, não será a perspectiva do grupo português a venda daquele espaço? Sabe-se que o grupo Auchan terá já manifestado interesse. Quando se promove as "culpas" para a reestruturação holandesa, convém também olhar para dentro... eu acredito numa mudança de rumo por cá. E não me acredito que o espaço assim continue por muitos anos, basta olhar para a salvaguarda que terá sido solicitada à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira: já terão sido pagos 1,25 milhões de euros de contrapartidas, que não vão ser devolvidos... o promotor terá solicitado que fique desde já disponível para um eventual outro projecto no concelho.


Morte? Do Forum Santa Maria da Feira acredito... até porque estes projectos ou avançam de forma meteórica ou não são para acontecer, motivados pelo facto de os conceitos comerciais estarem em permanente mutação. Mas a manutenção de um projecto sobredimensionado para a insígnia actual não me parece perspectiva de futuro... o incremento da concorrência, na envolvência, anunciado para os próximos meses poderá ditar novos desenvolvimentos.

Nota: neste post não toco num tema que para mim será de toda a pertinência discutir. Os estudos de mercado falharam claramente nos projectos de S. João da Madeira e Ovar, quando à partida consideravam 150 mil habitantes feirenses como potenciais clientes... à partida eu sempre disse o contrário... e isso está à vista. Mas naquela localização tudo é diferente, sendo atractiva para todo o EDV. Mais não vou escrever, até porque não disponho de todos os dados, mas fica a questão: não será o flop da vizinhança mais um motivo para a suspensão do projecto? Assim sendo, arrisco dizer que este promotor também falhou, ao não aproveitar a falha da concorrência.

Eu arriscaria falar na apoptose de um conceito/projecto para a génese de outro a médio prazo.