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domingo, 4 de novembro de 2012

Hospital de S. Sebastião desconta taxas moderadoras do ordenado dos funcionários devedores

O hospital de Santa Maria da Feira descobriu uma forma inovadora para reduzir as dívidas das taxas moderadoras. No caso em que são os próprios funcionários os devedores, o hospital decidiu retirar o valor em falta diretamente do ordenado.

@ SIC Notícias

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Centro de Reabilitação ilegal continua aberto

Depois da Entidade Reguladora da Saúde ter fiscalizado o espaço em Caldas de S. Jorge e de ter comunicado o caso ao Ministério Público, o número de doentes até aumentou.

Continua de portas abertas o Centro de Reabilitação de Caldas de S. Jorge, em Santa Maria da Feira, sem registo, nem licença de funcionamento, gerido por um homem que se fez passar por médico.
O caso foi revelado pela Renascença há duas semanas. Depois disso, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) fez uma inspecção e comunicou o caso ao Ministério Público.
A Administração Regional de Saúde do Norte diz à Renascença que não vê motivo para encerrar o centro, que cobra cerca de cinco mil euros por mês, apesar de estar proibido de prestar cuidados de saúde.
De recordar que no passado dia 10, a ERS ordenou a suspensão da actividade, o encerramento do site na internet e só não encerrou o espaço que funcionava como unidade de saúde por estarem lá ainda três doentes internados. Encarregou o delegado de saúde pública de zelar pelas pessoas até encontrar uma solução definitiva.
Entretanto ao que a Renascença apurou, os doentes não só não saíram das instalações como continuam a chegar novos. Eram três e agora são cinco. Às famílias terá sido exigida uma declaração de responsabilidade e continuam a pagar milhares de euros mensais. 

@ RR

domingo, 14 de outubro de 2012

Autoridades investigam clínica ilegal em Santa Maria da Feira

Os doentes de um Centro de Terapia e Reabilitação Física de Santa Maria da Feira dizem que a clínica não está legalizada e que o médico responsável, não tem habilitações. Estão em causa doentes com lesões graves, a quem era proposto um tratamento com recuperação rápida, e que se sentem enganados. As autoridades da saúde já estão a investigar. 

Reportagem AQUI.

domingo, 7 de outubro de 2012

Pe. Eleutério vs Autarquia [take n]

A paróquia de Santa Maria da Feira e a câmara municipal estão em conflito. Em causa está a utilização das casas de banho do Museu de Lóios, no centro da cidade, por parte dos fiéis. A contenda já deu origem a um abaixo-assinado, que desde ontem circula junto à igreja e já reuniu centenas de assinaturas.

Ao que o CM conseguiu apurar, as casas de banho já estiveram abertas ao público geral. Porém, com a remodelação do museu e com a nova direcção, há dois meses, o acesso às mesmas só é permitido a visitantes do museu. Os paroquianos contestam, já que a igreja não tem sanitários, e alegam que essa decisão vai contra um hábito que existe há várias décadas e que não cumpre o requisito de edifício público.
Alfredo Henriques, presidente da autarquia, mostra-se surpreso com a petição. "Se a paróquia precisa de casas de banho, que faça como em todo o lado e que as construa", diz o autarca, que relembra a última reunião entre uma vereadora e o pároco local. "Falaram sobre a possibilidade de a câmara apoiar a construção, em jeito de colaboração e não por obrigação. Fazer agora um abaixo-assinado é completamente descabido", afirma o presidente.
Já o padre Eleutério Pais fala em "desonestidade e violência sobre os cristãos". "Garantiram que nada ia mudar com as obras, mas não é assim", diz. A câmara propôs a utilização de outras casas de banho públicas, a mais de 50 metros da igreja; mas os paroquianos não aceitam.

@ Correio da Manhã
 
NOTA: a minha vontade era mudar o título desta notícia para "LOL" ou "alguém ainda dá credibilidade a certas pessoas?", mas preferi deixar tal como está... sem mais comentários, até porque não vale a pena dar demasiado valor a tais (in)factos que de religiosos pouco têm.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Reunião de Câmara: Novo Mapa de Freguesias

Em Reunião Extraordinária, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira aprovou, hoje, a proposta de alteração ao mapa de freguesias, assim como alguns reajustes, de acordo com 10 pontos:

1) Sejam reclassificadas as freguesias de Canedo e Arrifana como “não situadas em lugar urbano”, ao abrigo do número 2 do artigo 5.º;

2) Sejam reclassificadas as freguesias de Caldas de São Jorge, Lobão e São Miguel do Souto como “não situadas em lugar urbano”, ao abrigo dos números 3 e 4 do artigo 5.º;

3) Seja aprovada, no âmbito da pronúncia da Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira, a flexibilidade de redução de 20% do número de freguesias a agregar, de acordo com a prerrogativa prevista no número 1 do artigo 7.º, bem como as proporções de agregação constantes do relatório anexo, ao abrigo do número 2 do referido artigo 7.º;

4) Seja aprovada a União de Freguesias de São Miguel do Souto e Mosteirô, com sede em São Miguel do Souto;

5) Seja aprovada a União de Freguesias de Santa Maria da Feira, Travanca, Sanfins e Espargo, com sede em Santa Maria da Feira;

6) Seja aprovada a União de Freguesias das Caldas de São Jorge e Pigeiros, com sede em Caldas de São Jorge;

7) Seja aprovada a União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande, com sede em Lobão;

8) Seja aprovada a União de Freguesias de Canedo e Vila Maior, com sede em Canedo;

9) Atendendo à anterior pronúncia da freguesia do Vale que, em face da presente proposta, não é totalmente viável, a Assembleia Municipal delibere a agregação desta mesma freguesia num dos três cenários possíveis (à “União de Freguesias de Canedo e Vila Maior,” à “União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande” ou constituição de uma nova União de Freguesias com Romariz), tomando como preferência o que a Assembleia de Freguesia do Vale vier a decidir sobre as referidas possibilidades de agregação;

10) A Assembleia Municipal delibere sobre a integração dos atuais “exclaves geográficos” de Parada, Arilhe, Oliveira e o “enclave geográfico” de Macieira nos territórios administrativos das freguesias ou uniões de freguesias do concelho que lhes são contíguos, atendendo que se aguarda a pronúncia das freguesias de Louredo, Vale e Travanca sobre que solução preconizam para esses territórios.

A proposta foi aprovada por maioria, com os votos favoráveis do Sr. Presidente e dos vereadores Emídio Sousa, Cristina Tenreiro, José Manuel Oliveira, Celestino Portela e Teresa Vieira.  Os vereadores António Bastos e Margarida Gariso votaram contra.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Escola de Hotelaria da Feira já não existe!

Antigas Instalações da Escola de Hotelaria

Há poucas semanas, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira anunciava a deslocação da Escola de Hotelaria e da Caixa das Artes para o Europarque, de forma a dar nova vida ao espaço. Há duas semanas era salvaguardada a manutenção do Pólo I da Caixa das Artes, mas o Europarque seria mesmo o destino dos restantes equipamentos. Bem, no meio de tanto impasse e passividade política a Feira perdeu a Escola de Hotelaria.

A escola de Santa Maria da Feira não consta na lista de cursos para o ano lectivo 2012/2013, não abriram inscrições, havendo informação de alunos e funcionários transferidos para a escola do Porto.
Hoje, o Porto Canal avança que no seio das negociações propostas pelo Turismo de Portugal, «Santa Maria da Feira recusou ficar com a escola», enquanto decorrem negociações em Mirandela e Santarém. Por outro lado, a autarquia do Fundão aceitou as condições impostas para a manutenção do serviço escolar: serão assim tão más?
A Câmara diz que a decisão é irracional, mas a verdade é que a escola fechou mesmo. Assumir, tal como aconteceu no Fundão, não seria certamente função da autarquia, mas... e o futuro? Morre definitivamente ou apenas até solução de futuro? Atendendo ao panorama, nem vale a pena acreditar!
Ainda há dias escrevia sobre uma gaveta onde se coleccionavam projectos e serviços com os dias contados, lá para os lados da Praça da República, pois bem, parece-me que a situação se agrava... será talvez mais grave do que uma inusitada colecção.

Nova Escola de Hotelaria NUNCA sairá do Papel
Em resumo, nesta perspectiva de salvação expresso e sem qualquer análise integrada do Europarque, a Feira já perdeu a Escola de Hotelaria e irá confirmar amanhã o fim do Pólo II da Caixa das Artes. Não queria ter de o dizer, pelo menos de forma tão directa, mas dada a sucessão de erros e absurdos políticos, parece que temos uma Câmara de Destruição Feirense e não uma autarquia com objectivos em prol do desenvolvimento local. E agora Sr. Presidente e "companhia", já será tempo de fazer um voto de protesto? Há coisas que não se compreendem. Aguardemos pelos próximos capítulos.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Questão Caixa das Artes adiada para Reunião de Câmara Extraordinária


Sem mais atrasos, sem mais adiamentos… mas afinal, diz que a questão Caixa das Artes, mesmo após aprovação das intenções municipais na CCDRN, voltou a ser adiada! Os pontos previstos para a reunião ordinária de ontem foram adiados para uma reunião extraordinária, a realizar no próximo dia 27.

Caixa das Artes - Pólo II - Projecto EXTINTO
Apesar da salvaguarda do Centro de Artes de Rua em si, ou seja, o Pólo I, ficam pendentes um conjunto de pressupostos anunciados com a evolução do conceito para a Caixa das Artes. Se o concurso público para a construção o Pólo I abrirá de “imediato”, após a anulação do procedimento em curso, já no quarteirão das Penas o caso será diferente. Diz-se agora que passaremos à fase do projecto de execução.
Aguardemos, continuemos a aguardar… voltemos a desperdiçar tempo e recursos em papel e ideias… voltemos a rejeitar 4 milhões de euros com vista à garantia de uma sala adequada às necessidades do século XXI. Aguardemos pelas ideias para o António Lamoso… talvez não teremos de aguardar muito pela morte do espaço que já está fora das principais rotas culturais nacionais, pela falta de condições básicas para artistas e público.
Perdemos uma oportunidade “única”, como a própria autarquia afirmava até há poucos meses (já depois da crise… já depois do conhecimento do futuro do Europarque nas mãos do Estado). Com isso, vamos dar mais 1% de vida ao Europarque, contribuindo para a morte de um ícone cultural da cidade. Foram opções (sim, porque já estão tomadas sem qualquer receio pela utilização do cutelo)… erro óbvio, algo que o futuro se encarregará de provar.

Quanto ao Cine Teatro António Lamoso, já não acredito em nada, já que quem rejeita um projecto como a Caixa das Artes não estará certamente a pensar no futuro daquele espaço. Diz-se que se quer requalificar... Será!? Se assim for de facto, que se pense de forma orgânica e integrada, que se coordenem esforços para garantir mais alguns anos de vida ao espaço obsoleto: 
i) criem-se espaços de ensaios e bastidores com a qualidade que os artistas merecem; 
ii) renovem-se as infraestruturas cénicas, corrigindo algumas limitações técnicas da sala; 
iii) aproveite-se o acordo de utilização do cais de pesados do Continente para criar um acesso técnico ao palco pelas traseiras da sala; 
iv) reformulem-se as áreas de acesso e convívio, garantindo a instalação de uma bilheteira e serviço de informações adequado às exigências do século XXI, um espaço de bar suficiente e funcional, assim como os serviços de apoio básicos; 
v) reformule-se a inclinação da sala, nem que para tal seja necessário reduzir o número de lugares disponíveis (será preferível ter uma sala de 500 lugares com boa visibilidade do que uma com 620 em que 50% do público só vê os artistas da cintura para cima). 
São apenas sugestões básicas e superficiais, de uma abordagem que se espera mais profunda e adequada às exigências e particularidades do espaço.

Plano de Pormenor para o Quarteirão das Penas [2010]
Temos, ainda, a pedreira… aquela que iria ter um palco flutuante e apenas 4 a 5 metros de profundidade no lago, mas que, afinal, ainda não tem projecto de execução. Aguardemos pela requalificação ambiental o quanto antes, garantindo uma utilização adequada, abrindo o espaço à população. Esperemos que esta seja urbanamente integrada na cidade… seja pelas escolas que se pretendiam demolir (e que poderão servir de apoio às companhias residentes no António Lamoso) e/ou mesmo pala lateral poente do edifício do Continente.

Quanto à questão das escolas a encerrar pela criação do centro escolar na Fernando Pessoa, e já que se perdeu o plano de pormenor aprovado para o quarteirão (do qual apenas o hipermercado será real), sugiro uma solução intermédia, demolindo apenas uma escola para se criar uma praça de menores dimensões, sendo o outro edifico utilizado como espaço para as companhias residentes no António Lamoso poderem trabalhar.

Caixa das Artes - Pólo I - Projecto Completo [FEV 2011]
De qualquer forma, e como nota final, deixo uma questão: sem as condicionantes financeiras apostas ao Pólo II, fará sentido manter a versão reduzida do Pólo I anunciada em Novembro de 2011? Acredito que, nestas condições, seja de todo pertinente a concretização do projecto global, com os 4 pisos de espaços para incubação e acolhimento e, ainda, os dois pisos de residências artísticas. Com tantas alterações, estará certamente no momento de acabar com os emagrecimentos à estrutura de Espargo, dando vida ao projecto completo.

Caixa das Artes - Pólo I - Projecto Reduzido [NOV 2011]
Deixemos o tempo continuar a passar… talvez um dia surjam soluções integradas e deixemos de ter gavetas cheias de projectos destruídos ou será puro coleccionismo?

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Uma Caixa de Indefinições


Diz-se por aí muita coisa, fala-se nas esquinas e cafés de várias perspectivas… de facto, tudo leva a crer que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira irá deixar cair o novo Auditório António Lamoso, reformulando por completo “A Villa”, o Pólo 2 da Caixa das Artes. Mas afinal de contas não estávamos perante uma oportunidade única nas próximas décadas (falava-se em 50 anos) para dar vida a uma sala obsoleta e que por mais funda que seja a intervenção de reabilitação não deixará de ser um triste remedeio e um desperdício de milhões de euros, por sinal atribuídos ao projecto e já contratados no âmbito do QREN?
É lamentável que 6 anos depois da primeira ideia concreta rumo a um Espaço de Criação e Promoção Artística para as Artes de Rua se continuem a estabelecer alterações e ajustes profundos ao projecto que curiosamente se encontra em fase de concurso público... que curiosamente tem financiamento garantido... que curiosamente ainda não foi capaz de iniciar funções.
Vamos voltar a deitar fora o trabalho das equipas que desenvolveram um projecto único e absolutamente vanguardista na área em que falamos? Para quê passar meses… diria anos a trabalhar num projecto, para o qual há financiamento comunitário aprovado, para depois se mudar tudo? Será apenas mudar?
Obviamente que não será esta mudança a ditar uma alteração no paradigma ou nas valências da Caixa das Artes que por sinal, na minha opinião, até dispensará um auditório convencional na generalidade dos seus produtos, mas continuamos a perder tempo e dinheiro…
Por outro lado, diz-se que a operação ambiental na Pedreira se mantém, mas sujeita a uma nova candidatura QREN. Que salgalhada, entendam-se senhores! Afinal de onde vinha o financiamento para o palco/jangada a instalar sobre as águas do lago da pedreira?
No que ao Pólo II do equipamento diz respeito, o Europarque parece ser, agora, o destino. Ao que parece há mais dinheiro deitado fora, mais tempo perdido… e pouca vontade de entrar em acção. Não diria que o espaço de Espargo não poderá ser solução, mas afinal já o era há 2 anos e foi rejeitado. Em apenas 24 meses mudamos completamente de ideias?
E agora, vamos voltar a projectar tudo? Vamos voltar a chamar os intervenientes e compreender as necessidades do conceito… ou vamos fazer tudo à pressa sem garantir a funcionalidade?
Aguardamos respostas e decisões, urgem explicações tácitas de uma matéria que há muito se afundou nas profundezas da Praça da República, sem direito a explicações e apenas vítima de adiamentos. Ao que parece a dinâmica esmoreceu… e volto a questionar, mesmo sem a estrutura física operacional, porque não existe já uma estrutura de gestão em acção, fazendo aquilo que a Caixa das Artes diz que se propõe a fazer?
Urgem respostas… urgem decisões… urgem redefinições de conceitos e, acima de tudo, urge acção! Basta de passividade num assunto que mais parece tomar o rumo do desperdício de fundos… e afinal parece seguir no alinhamento dos últimos meses de gestão autárquica: falta de rumo e ausência de coerência num alinhamento político, já para não falar no completo desconhecimento público dos processos. Urge energia… urge vontade… urge irreverência… urge trabalho!

Aproveito a questão para dar uma outra achega… sim, quanto ao Europarque. Não se pense para o local num espaço de serviços públicos como já por aí se sugeriu… não se projecte unicamente um espaço de ensino… venha a polivalência, o comprometimento com a indústria e o conhecimento e, acima de tudo, complete-se o projecto: criem-se estruturas de transportes para massas e instale-se capacidade hoteleira com os requisitos que os grandes congressos exigem. Depois disso voltamos a falar! Até lá não tentem fechar os olhos aos feirenses…

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Apenas uma nota...

Caixa das Artes no Europarque? Uma solução em tempos equacionada e que é válida... perdão, foi válida até há dois anos!

Ora veja-se, como em tempos algumas vozes defenderam a Caixa das Artes poderia ser concebida para utilizar espaço "morto" do Europarque (relembro que eu não defendi essa perspectiva que obviamente dará resposta às necessidades do conceito). Até aqui nada de novo. De facto, se não me falha a memória há 3 anos, em pleno Imaginarius, assisti à apresentação do projecto do Arq. Bernardo Rodrigues para o que mais tarde viria a ser a Caixa das Artes, inserido em plena pedreira das Penas e com uma área "subaquática". O processo QREN exigiu ajustes, com menos investimento e maior segurança da sustentabilidade, para que em 2010/2011 ganhasse vida a Caixa das Artes, pelas mãos do Arq. Pedro Castro Silva. 
Depois do financiamento QREN aprovado e garantida a demolição do Cine-Teatro António Lamoso surgem pequenos ajustes e uma redução da área de incubação. Nada de demasiado grave.
Mas agora, com o concurso público para a construção em curso, eis que a sombra do Europarque volta a surgir. Primeiro falou-se no pólo I, agora a questão será global.
Acredito que seja vantajoso em termos de QREN, dada a integração no âmbito da reabilitação, mas de facto não é o que se passa nas Penas? Vamos perder a requalificação ambiental da pedreira e voltar a deitar fora mais um projecto? Ou será a questão Sonae a falar mais alto (onde há fumo costuma haver lume, vamos acreditar que não)?
Não me vou alongar, até porque sei que as respostas oficiais (as que interessam) não vão chegar, mas deixo a questão: usando uma analogia com uma questão que a autarquia coloca no mesmo processo (o pedido de indemnização ao Instituto de Turismo de Portugal caso não avance a nova Escola de Hotelaria e Turismo, dado o investimento municipal já efectuado nesse processo) poderemos questionar se não seria válido um pedido de indemnização por parte dos cidadãos, pelo tempo perdido em indefinições e mudanças de planos?
Relembro que o equipamento JÁ DEVERIA ESTAR EM FUNCIONAMENTO SE OS PRIMEIROS PRAZOS FOSSEM CUMPRIDOS e continuamos a construir alternativas. Por outro lado, mesmo sem equipamento físico, a Caixa das Artes há muito que já poderia existir formalmente e tirar partido do know-how adquirido para trabalhar desde "ONTEM" em algo que na Feira se faz TODOS OS DIAS, sem o apoio concreto de nenhuma estrutura. Para quando uma direcção artística ou o que lhe quisermos chamar e uma cara com energia para comandar o projecto?

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Câmara aprova Voto de Alerta à Secretaria de Estado do Turismo

A Câmara deliberou [...] aprovar um voto de alerta a apresentar à Sra. Secretária de Estado do Turismo, com conhecimento ao Presidente do Turismo de Portugal, I.P., de que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira não aceitará o fecho da Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira, com os argumentos aduzidos no voto de protesto apresentado pela vereadora Margarida Gariso, bem como que é de todo inaceitável a proposta, que foi feita à Câmara, de ser a Câmara a pagar todas as despesas de uma escola que é da responsabilidade da Administração Central, e ainda que a Câmara já investiu muito na elaboração de dois projectos para a construção de uma nova escola, pelo que a Câmara tem direitos adquiridos.

@ Acta da Reunião de Câmara 28 MAI 2012

PCP Questiona Governo sobre a Escola de Hotelaria

Alunos e funcionários da prestigiada Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira vivem dias de incerteza e angústia, já que o seu encerramento futuro é dado como certo.
Com efeito, depois de longos anos com promessas governamentais de construção de instalações condignas para o respectivo funcionamento, que substituíssem as condições precárias do edifício arrendado no centro histórico da cidade da Feira em que funciona a Escola, notícias mais recentes apontam para o seu encerramento iminente por força da suspensão do financiamento do QREN.
Em funcionamento numa antiga estalagem desde 1991, a EHTSMF formou já cerca de 1000 profissionais em mais de 20 anos de existência, que estão hoje a trabalhar não só em Portugal como em outros países.
Sublinhe-se que o projecto para o novo edifício e a cedência do terreno respectivo estavam já garantidos pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, existindo agora um recuo da Secretária de Estado do Turismo, com base na suposta “falta de condições de operacionalidade e de índices”.
Ora, o índice de empregabilidade da Escola de Hotelaria é de 100%, sendo uma das mais conceituadas escolas do país. O impedimento de publicitação de oferta formativa e o atraso na autorização para a abertura de vagas no próximo ano lectivo deixa antever o encerramento desta escola, levantando vários problemas nomeadamente aos alunos que ainda não concluíram os estudos, às suas famílias, aos professores e formadores para além de se constituir como mais um duro golpe no tecido social do Concelho e da região, a braços com elevados índices de desemprego.

@ PCP

terça-feira, 29 de maio de 2012

Na sombra da AEP


Há algumas semanas que tinha um assunto pendente, sempre a olhar para mim. Fui deixando o tempo passar, na ânsia de uma resposta pacífica, mas ao que parece assim não será. Então, voltemos à questão: continuamos a apostar na AEP para a gestão do Europarque? Continuaremos a dar crédito a quem assumiu claramente, ainda antes da tomada de posse, o desinvestimento no Europarque? Entregaremos a gestão de um espaço, agora público (aguarda-se o desenvolvimento dos trâmites burocráticos), a quem se encarregou de desviar as receitas de gestão para outros projectos, deixando o espaço completamente em auto-gestão?
Nas últimas semanas falou-se na ocupação do espaço com a instalação de novas valências no edifício actual, sem grande investimento: a área de incubação artística da Caixa das Artes seria uma das opções há muito apontada (confesso que na minha opinião o Mercado Municipal seria um espaço bem mais interessante para este projecto, mas a ser verdade o que anda no ar até poderei mudar de ideias). Nos últimos dias começou a ouvir falar-se da Escola de Hotelaria e mesmo da totalidade do pólo I da Caixa das Artes, que até se encontra já em processo de concurso público para a sua construção. 
Adiante, em que ficamos? Mais do que reabitar o Europarque, há que manter uma linha de coerência… voltamos a alterar um projecto que já deveria estar em funcionamento? Pólo I da Caixa na zona industrial ou no Europarque? Urge decisão, sem mais atropelos temporais.
Quanto ao resto, aguardam-se os projectos secretos que se diz andarem por aí… a ver vamos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Instituto de Turismo de Portugal sugere encerramento de Escola na Feira para rentabilizar a do Porto

Após meses de incerteza, é agora conhecida, oficialmente, a intenção do Instituto de Turismo de Portugal. Sabe-se que esta entidade irá propor ao Governo o encerramento da Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira, deixando cair o projecto em curso (com financiamento aprovado e já um grande investimento realizado em projectos e burocracia) e a transferência dos alunos para a escola do Porto. Com isto, o Instituto de Turismo de Portugal pretende rentabilizar o forte investimento realizado nas instalações do Porto que estão longe de estar plenamente utilizadas. Curioso que para rentabilizar um investimento exagerado esta entidade proponha o encerramento de uma escola com enorme potencial de crescimento, dado o perfil dos últimos anos.
Por aí, sopra o vento que a Câmara da Feira irá negociar directamente com o Governo a deslocação da Escola no Europarque, por forma a evitar o pagamento da renda nas instalações da antiga Estalagem, cujo contrato termina no Verão. E agora, questiono eu, provisória ou definitivamente no Europarque?

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pela Força do Golpe Baixo

Há muito que decidi não entrar numa guerra que não é feirense, muito menos milheiroense. Aliás, todos sabemos que se trata de uma fantasia sanjoanense, que há muito anda a ensombrar algumas mentes.
Como tal, a linha editorial deste blogue não se prende com propósitos despropositados e sem nexo, desalinhados com os próprios propósitos legislativos em curso.
Há muito que ficou patente a vontade milheiroense, como a de qualquer freguesia, dar nas vistas para ser beneficiada. Legítimo e daí a posição há algum tempo tomada.
Quanto à perspectiva dos vizinhos, que historicamente até são oliveirenses, o caso é diferente e como tal não vou comentar... deixemos navegar o barco desgovernado, que quando o vento parar encontrarão um oceano demasiado vasto e sem destino orientado.

No entanto, não poderei deixar de referir a FRAUDE que decorre neste momento no Facebook. Onde um suposto grupo aberto pela integração de Milheirós de Poiares em SJM estará, supostamente, a fazer furor. Problema, os tais 2500 membros não passam de membros forçados, adicionados pela organização do movimento, sem que os próprios tenham exprimido vontade para tal. Assim aconteceu também comigo, que quando dei conta já era membro, sem expressar vontade para tal, com apenas uma pequena notificação que passará despercebida à generalidade. Obviamente que removi essa adesão. Até porque independentemente das minhas posições, NUNCA compactuarei com fraudes.
Por outro lado, curioso que uma página supostamente milheiroense tenha a sua quase totalidade de membros originários da freguesia ao lado, sim, SJM. 
Pois adiante, que contra fraudes não há argumentos.

Fica o alerta e o desafio... em vez de um grupo fraudulento, que venha uma página real (à semelhança da que ainda vive no Facebook para memória futura Contra a Suspensão do Imaginarius 2011, onde os quase 3000 membros aderiram por vontade própria e sem a intervenção alheia), em que os apoiantes sejam obrigados a clicar em "gosto" para fazerem parte da causa. Assim a aferição seria mais próxima do real e sem enviesamentos, que neste caso atingem a quase totalidade dos membros. Depois disso, faça-se uma leitura da origem e compreenda-se se a vontade vem da freguesia em si ou da vizinhança aparentemente bem mais interessada. Tenham juízo senhores!

Continuemos tranquilamente a construir o novo mapa do município, sem pressões externas de quem quer crescer à força, nem que para isso tenha recorrer a fraudes.

Incoerências do Turismo de Portugal e nas Políticas Educativas Nacionais

Há algumas semanas, perdão para mim há cerca de dois anos (desde que o novo projecto tem vindo a ser arrastado de Orçamento de Estado em Orçamento de Estado), que o futuro da Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira parece estar ameaçado pelas perspectiva economicista de curto prazo dos sucessivos governos. Antes de entrar em números, comecemos pela apresentação da escola pelo próprio Turismo de Portugal, I.P..

A Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira tem uma longa tradição na formação de profissionais para as áreas da hotelaria e restauração. Com forte enfoque na formação técnica de Cozinha/Pastelaria e de Restaurante/Bar, temos ex-alunos espalhados por Portugal e nos 4 cantos do mundo que são o testemunho vivo da qualidade da nossa formação – venha conhecer-nos!

Em funcionamento numa antiga estalagem desde 1991, a EHTSMF está situada no centro histórico de Santa Maria da Feira. O número de profissionais aqui formados ultrapassa já 800 e para dar continuidade a este projeto, na celebração dos seus 20 anos, a EHTSMF irá inaugurar novas e modernas instalações. O ambiente de formação contínua que se desenvolve ao longo de todo o ano letivo, com a realização diária de almoços, participação em Festivais e Concursos e a promoção de eventos dentro e fora da Escola, são a garantia de que os alunos aqui formados são profissionais capazes, seguros e ambiciosos!

Santa Maria da Feira surge na sequência do Núcleo Escolar de Vidago, ainda hoje uma referência na história da formação profissional, e responsável por centenas de profissionais da Restauração. Esta escola mantém esse propósito, tendo até à data formado cerca de 1000 profissionais, que asseguram a qualidade dos serviços prestados em muitas empresas nacionais e internacionais. Com a perspectiva de novas instalações, o Turismo de Portugal faz uma forte aposta na consolidação deste longo histórico, e prepara para a nova Escola uma oferta formativa de cariz atual e moderno que dê resposta aos enormes desafios propostos e definidos no PENT (Plano Estratégico Nacional para o Turismo).

Pois, apenas com este texto, relembro da autoria do Turismo de Portugal e publicado no website, fica claro que todos os propósitos de encerramento ficam completamente eliminados. Por outro lado, ainda sem ter em conta a taxa de empregabilidade próxima dos 100%, devo relembrar que falamos de um nível de ensino secundário e não superior. Daí que a eventual fusão com a escola do Porto não seja de todo adequada, ainda para mais quando falamos do alargamento do ensino obrigatório até ao 12º ano.
Constrangimentos financeiros e desinvestimento da formação profissional, por sinal a principal lacuna (e grave) na oferta formativa nacional... diria mais, uma grave problema de concepção da rede formativa em Portugal e um inacreditável estigma e incapacidade de compreensão de mercado. Vamos continuar a fechar escolas de qualidade e apostar na formação de profissionais não qualificados, com destino garantido numa loja de Centro Comercial ou na caixa de uma grande superfície?
Aguardemos pelos próximos capítulos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

BE: Ilegalidade em tourada realizada em Lourosa

No dia 6 de Maio realizou-se uma tourada em Lourosa. Esta iniciativa nada teve a ver com uma tradição enraizada no concelho de Santa Maria da Feira, mas, apenas, com a tentativa de promoção de espectáculos tauromáquicos, numa altura em que se encontram em claro contra-ciclo com a evolução da sociedade. 


Uma das provas de que não há qualquer tradição tauromáquica no concelho de Santa Maria da Feira, ou na cidade de Lourosa, é a inexistência de qualquer recinto para o efeito. Desta forma, para levar a cabo esta realização, o Lusitânia F. C. delegou numa empresa externa toda a logística e burocracia, tendo esta empresa utilizado um recinto precário para a realização da tourada. 

Durante a tourada, foi possível identificar algumas irregularidades no decorrer do evento, tendo sido os elementos da Guarda Nacional Republicana alertados para essa situação. Como é possível ver nas fotografias que seguem em anexo, os toiros foram mantidos durante toda a tarde no carro de transporte, saindo daí directamente para a arena. Desta forma, não foram respeitados os direitos dos animais, aumentando claramente os seus índices de ansiedade e de stress, sendo estes obrigados a permanecer durante várias horas num espaço que penas deveria servir para transporte e não para permanência prolongada. As fotografias em anexo demonstram a forma precária e o espaço exíguo onde permaneceram os animais. 

Quando se exigiram respostas aos elementos da Guarda Nacional Republicana, eles confrontaram o Director da Prova e o Veterinário presentes no local, que nada alteraram no que foi relatado, mantendo a situação de irregularidade. Assim, é necessário perceber qual a interpretação que as entidades públicas, nomeadamente a Direcção Geral de Veterinária, têm sobre estes acontecimentos, que não podem passar impunes.

Pelo Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro

segunda-feira, 7 de maio de 2012

CCTAR vs Imaginarius [?]

Há alguns minutos o director artístico do CCTAR, ex-director artístico do Imaginarius, responsável pela ascensão e pela decadência do festival, divulgou no Facebook o seguinte texto:

Para não assumir em benefício próprio méritos que não tenho e não querendo seguir a moda local recente de usar o trabalho dos outros, devo esclarecer que a próxima edição do festival Imaginarius não terá a minha direcção artística.

Nestes onze anos procurei encontrar a beleza não somente nas coisas belas e não só nos consensos.


Espero não ser imitado mal.


Renzo Barsotti

Para já, não deixo comentários, até porque não pretendo imitar ninguém. Entretanto o projecto segue, com mais vida do que nunca, em mãos feirenses, conhecedoras do território, das suas gentes e das suas raízes. No final do mês falaremos do projecto e deixemos as imitações continuar a fluir mais a norte, num local de título forçado, e a sul, com dez anos de desfasamento. Neste ponto de viragem, numa súmula de auto-conhecimento e auto-crítica, contamos com a criatividade e imaginação da nova direcção de conteúdos, sem polémicas políticas e com o consequente privilégio às artes e ao artista.

quinta-feira, 15 de março de 2012

AEP concorre com o Europarque

Desde há alguns anos, curiosamente, ou não, desde que a “nova” direcção da AEP entrou em funções e depois do seu presidente ter afirmado que não investia nem “mais um cêntimo a sul do Douro”, o Europarque entrou em rota descendente. Primeiro foi o desinvestimento na oferta cultural, até então rica em grandes nomes do espectáculo internacional e plena de casas cheias. Depois viria a diminuição da qualidade prestada ao serviço de congressos e conferências e, por fim, viria a perceber-se que o complexo estava em défice de gestão… literalmente em piloto automático. Continuamos sem perceber as razões porque a dívida à banca nunca foi paga, quando afinal o Europarque obteve receitas (descontados os custos de exploração e sem novos investimentos no local) suficientes para o pagamento da dívida correspondente ao dobro do período em causa.

Se a generalidade da população nem se apercebeu, outros foram dando conta do decréscimo de qualidade, do desinvestimento na carteira de clientes e mesmo na diminuição de condições de atractividade para a realização de grandes congressos, feiras e conferências. Afinal de contas nada do que o presidente da AEP não tenha em tempos afirmado… que “nem mais um cêntimo” seria investido “a sul do Douro”.

Já conhecíamos a saída de alguns dos grande congressos de ordens e grupos profissionais do local (alguns deles em regime de alternância com espaços de Lisboa) exclusivamente para espaços da capital, mas agora surge um novo dado. O Congresso da Ordem dos Médicos Dentistas, que se realizava no Europarque a cada 2 anos será deslocalizado em 2012… para a Exponor. Mas afinal de contas a AEP está a fazer concorrência ao Europarque? Porque oferece a mesma entidade melhores condições para a deslocalização do evento?

Afinal de contas uma entidade, com um comportamento destes e com a capacidade de lesar o Estado em 30 milhões de euros, propõe-se a gerir o espaço, que até aqui (e apenas nos últimos anos) afirmou ser ingovernável, em parceria minoritária (menos de 1%) com a autarquia de Santa Maria da feira. Como é possível?

Por outro lado, como é possível a autarquia feirense colaborar com um escândalo desta envergadura?

Ficam as perguntas… não espero pelas respostas… já que para essas não me parece que haja vontade política (local, regional e nacional) de as expressar.

domingo, 29 de janeiro de 2012

"Vândalos" Vermelhos em acção

Foto: Mais Futebol
A birra dos "Diabos Vermelhos", contra o preço dos bilhetes e um jogo na Feira, era de há muito conhecida, tendo culminado com a promessa da não deslocação a Santa maria da Feira. Pois, na verdade a promessa não era para cumprir... e assim foi.

Os Diabos, perdão vândalos, Vermelhos vieram mesmo à Feira... de facto, não entraram no estádio, mas arrombaram a porta de um prédio nas imediações, invadiram o telhado e provocaram vários estragos nas áreas comuns do edifício, para levar a cabo um protesto não autorizado e mais um puro acto de vandalismo. Foram inclusivé utilizados engenhos pirotécnicos no telhado do edifício.

A imagem do "Mais Futebol" documenta o decorrido. Pena que os media nacionais tenham dado espaço de imprensa apenas a parte dos factos (o protesto), tendo o vandalismo ficado completamente asfixiado, por uma péssima cobertura televisiva e respectiva continuadade jornalística. Tendenciosos e despropositados comentários, que já se tornaram hábito na televisão de Queluz. Adiante.

Referência, ainda, para o facto de a situação apenas ter sido solucionada com a pronta acção do corpo de intervenção da PSP, que levou a mais de 20 pessoas identificadas e a, pelo menos, uma detenção. Destes factos não dá conta a imprensa nacional, mais preocupada em levar ao colo uma certa instituição a qualquer custo.

Ficam os factos... e contra factos, não há argumentos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Bombeiros em protesto marcam manifestação para o dia de Fogaceiras

Continua a situação de impasse na corporação de Bombeiros Voluntários da Feira. Os bombeiros insatisfeitos com um conjunto de acontecimentos, nos últimos meses, convocaram uma manifestação para a próxima sexta-feira. 
Em dia feriado municipal, ponto alto das comemorações da Festa das Fogaceiras, a cidade de Santa Maria da Feira será palco de um encontro dos bombeiros em protesto e seus apoiantes, com concentração às 14h30, junto à Câmara Municipal.

Lembre-se que o mal-estar dura há já alguns meses, tendo culminado com o pedido de 30 bombeiros para a passagem à inactividade. Factos mais recentes, e de acordo com os bombeiros em protesto, dão conta de que a corporação estará a recrutar antigos bombeiros para conseguir dimensão na fanfarra a apresentar na tradicional Procissão de Fogaceiras.