domingo, 23 de setembro de 2007

Forum Santa Maria da Feira

A poucos dias da inauguração do centro comercial 8ª Avenida em São João da Madeira, chegam as primeiras imagens daquele que será em 2009 o maior centro comercial do distrito. Com mais de 33.000 metros quadrados de ABL, o Forum Santa Maria da Feira representa um brutal investimento da Multi Corporation, líder europeu na promoção de centros comerciais. Da expansão do Feira Nova vão surgir mais de 100 lojas e 6 salas de cinema. Dentro de dias as máquinas entram em acção, mas só na Primavera de 2009 os feirense poderão tirar partido da nova infraestrutura... para já ficam as primeiras imagens, que revelam uma espectacular arquitectura, num edifício moderno e com linhas bem apelativas, como vem sendo hábito da empresa que há vários anos ganha prémios de melhor shopping da Europa - os exemplos mais recentes encontram-se em Coimbra e Viseu.
Agora só resta esperar pela obra no terreno.

Forum Santa Maria da Feira:
Lojas de Retalho - 33.000 m2
Hipermercado - 15.000 m2
Área de Alimentação 1.200 m2
Cinemas - 6 salas

Para já, ainda só se conhece o lay-out do piso 0 do futuro centro comercial, mas já dá para ter uma ideia do futuro do Feira Nova. Até o Centro Coordenador de transportes está já desenhado, do outro lado da rua.
Ao projecto apresentado apenas consigo fazer uma crítica, os acessos. Não se avista nenhuma alteração às actuais acessibilidades ao espaço comercial, sendo que o estacionamento vai aumentar, mas pouco. Se não houver novidades avizinham-se graves problemas de circulação na principal porta de entrada em Santa Maria da Feira.

Feirense vem a 0 de Barcelos

Parece que os galos foram mais fortes que as fogaças. O Feirense não conseguiu vingar em Barcelos e vem para casa com uma derrota (1-0) frente ao Gil Vicente.
Quanto aos restantes jogos da Liga Vitalis, há que referir as vitórias do Santa Clara frente ao Portimonense, Aves frente ao Varzim, Fátima frente ao Gondomar, Vizela frente ao Rio Ave, Trofense frente ao Freamunde e Estoril frente ao Penafiel. Quanto a empates, apenas Olhanense e Beira-Mar terminam empatados, com nenhum golo a registar.
O Feirense volta a cair na tabela e aproxima-se da linha vermelha. Há que começar a subir e ganhar mais pontos. A média de 1 ponto por jogo é muito pouco para o que nos têm habituado. Vamos fazer mais e mostrar o que vale o Feirense!

sábado, 22 de setembro de 2007

Sem carros... mas como?

Pensar no Dia Europeu sem Carros é pensar acima de tudo nas questões de mobilidade das populações. Em Santa Maria da Feira esta questão foi sendo esquecida ao longo de décadas.
Podemos observar o estado a que chegou o "Vouguinha". Meia dúzia de horários a cada dia e uma viagem interminável, longe da modernidade que a população merece.
O Metro tarda em chegar e a fusão de empresas privadas em muito reduz a qualidade do serviço de transportes para o Porto. Quando a mesma empresa se vê obrigada a pôr na rua dois autocarros para servir o mesmo horário algo está mal... por que não desdobrar horários, criando novas alternativas que sejam do conhecimento dos passageiros?
A falta de visão de entidades públicas e privadas levou a região EDV ao esquecimento... e numa altura em que finalmente se começa a emancipar é tempo de pensar nas questões que irão ditar o futuro da região.
Esquecendo, pelo menos por hoje, o Metro e os operadores privados, olhemos para o presente e para o que a Câmara pode rapidamente fazer... porque se esqueceram da Transfeira?
O Serviço de Transportes Urbanos de Santa Maria da Feira nasceu e parou no tempo! Até parece que a população não aderiu... mas pelo contrário, há cada vez mais passageiros num percurso sem qualquer utilidade e sem horários que possam servir a maioria da população. Ou seja, mesmo com graves erros estruturais o autocarro vai andando composto. Agora imagine-se um verdadeiro serviço de transportes urbanos a funcionar em Santa Maria da Feira... e não só na cidade! Passo a deixar sugestões:
A actual linha está desactualizada e demasiado longa. Um serviço directo e bidireccional Cruz»Centro»Cavaco sem grandes desvios seria o ideal. Um percurso de 20/25 minutos permitiria com apenas dois mini-bus prestar um serviço de qualidade à população, com partidas de 30 em 30 minutos. Desta forma talvez os carros pudessem começar a poder ficar fora do centro da cidade. Mas é preciso mais! E as freguesias?
Numa primeira fase as freguesias mais próximas da cidade (Espargo, Sanfins, Travanca, São João de Ver, Rio Meão, Fornos e Mosteirô) deveriam ser servidas pelos autocarros e um estudo mais profundo determinaria a necessidade de se ir mais longe no concelho, até porque o Metro pode eliminar a necessidade de um grande número de ligações rodoviárias, desde que seja construindo à face da nacional 1.
Mas isto é só o princípio... há muito mais para fazer! Veja-se:

- Reorganização de percurso e horários da actual linha TransFeira
- Estudar a expansão da TransFeira (com novas linhas) para as freguesias mais próximas da cidade, constituindo uma verdadeira rede de transportes urbanos
- Estudar, em função do Metro, a necessidade de expandir a rede TransFeira a todo o concelho
- Definir o corredor de passagem do Metro e adequar as rotas de transportes a essa realidade
- Implantar dois Centros Coordenadores de Transportes: um na cidade (Cruz) e outro no norte do Concelho (zona de Lourosa, pensando também nos transportes internacionais que agora param em plena EN1, junto do Plus), ambos junto a estações de Metro
- Requalificar o troço da Linha do Vouga não utilizado para Metro (Espinho » Fornos, pensando no Metro via Sanfins/Escapães/Arrifana), introduzindo via dupla, composições mais modernas e rápidas, com melhores horários e sistema tarifário integrado na rede metropolitana
- Repensar toda a rede interna de transportes privados, adequando a sua existência à nova realidade metropolitana e ao Metro

Há que pensar com futuro... redesenhar a qualidade de vida de um concelho que ao longo dos anos foi ficando para trás... ao mesmo tempo que se pensa no futuro e nas próximas gerações. É preciso planear o futuro e não o passado!

E digo mais... ainda bem que a Feira se coloca algo de lado das comemorações da Semana Europeia da Mobilidade e do Dia Europeu sem carros... porque, por cá, é impossível deixar o carro em casa, mas também não há condições para o usar... em que ficamos?
Bem, se pensarmos bem, nem a pé se pode andar... os passeios também foram esquecidos nas diversas freguesias e nem o centro da Feira escapa à falta. Estamos mal... é tempo de agir e rapidamente!

Falta de sinalização ou sono a mais?

O texto que se segue, publicado na edição de hoje do Jornal de Notícias, dá conta de um caricato acidente de viação ocorrido ontem junto do apeadeiro do Cavaco.
Com a descrição ficam as dúvidas... até porque não me desloquei ao local. Mas pelo tipo de obras que habitualmente se realizam na Feira, é caso para colocar a questão: haveria sinalização suficiente? Ou estaria a condutora ainda a dormir?

«"Nem sei explicar o que aconteceu. Quando dei por mim já estava com o carro dentro do buraco". Foi desta forma que Rosa Santos descreveu, ontem, ao JN, o "susto de morte" que viveu quando o carro que conduzia se precipitou para dentro de um enorme buraco, com cerca de três metros de profundidade, aberto junto ao apeadeiro do Cavaco, em Santa Maria da Feira, para a colocação de condutas de água. O acidente ocorreu cerca das 6.50 horas, altura que, segundo Rosa Santos, (que saiu, ilesa, pela porta do pendura) "ainda era noite e não havia sinais luminosos a avisar deste perigo". No local, existem dois buracos semelhantes, um em cada lado da Linha do Vale do Vouga, que se encontravam delimitados por uma rede de metal e sinalizados com uma fita, mas sem sinais luminosos. Segundo testemunhos, alguns triângulos sinalizadores só foram colocados depois do acidente.
Um representante da empresa de fiscalização disse, ao JN, que a sinalização existente era suficiente.»

Texto e Imagem do JN

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Beyoncé Portuguesa

Depois de um pedido especial, deixo a participação de duas feirenses na Família Superstar... há mesmo quem lhe chame a Beyoncé Portuguesa.

300 Anos de Papel em Santa Maria da Feira

O próximo ano ficará marcado pelas comemorações dos 300 Anos do Papel em Santa Maria da Feira. E para o fazer, nada melhor do que ver concluído o projecto do Museu do Papel das Terras de Santa Maria.
As obras deverão ser dadas por terminadas no final deste ano, mesmo a tempo de se entrar em 2008 com uma estrutura museológica completa e inovadora. Até ao terminus do projecto e dado o encerramento de certas zonas museológicas, a entrada no Museu é gratuita. Trata-se de uma oportunidade a aproveitar.
No final do ano o Museu estará completamente aberto, apresentando muitas novidades, fazendo recuar na história até 1708, data de fundação da primeira fábrica de papel.

Novo Balcão

O BPI volta a apostar em Santa Maria da Feira.
Uma nova agência encontra-se em fase de instalação no centro de Santa Maria da Feira, bem perto do Hospital. Numa altura em que se fala em fusões de instituições bancárias, mais concorrência é sempre de salutar.
Assim, o Empreendimento D. Manuel I, na Rua Dr. Cândido de Pinho, recebe brevemente um novo espaço bancário.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

No dia exacto

A imagem é prova da situação. Este anúncio vem publicado na edição de hoje do Terras da Feira, não virá atrasado?
Avisar sim, mas em tempo útil. Talvez eu vá ler amanhã o jornal, ou mesmo hoje ao final do dia... assim, fico a saber que a Feira dos 20 se realizou, hoje, na Av. Belchior Cardoso Costa. Que pertinência!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Blog 5 Estrelas

Difícil a tarefa em que o kaska&Deskaka nos deixou!
Nomear 5 blogs que possuam a qualidade que penso não ter... 5 estrelas. Para mim o Krónikas está bem longe desse patamar. Do amadorismo á falta de tempo, tudo conta para as faltas no blog. De qualquer forma fica o agradecimento ao Kaska e aqueles que visitam o blog e reconhecem o trabalho realizado.
E como tudo isto não são só boas notícias, há que nomear mais 5 blogs de categoria máxima. Depois da árdua tarefa e larga reflexão, aqui ficam os eleitos:


terça-feira, 18 de setembro de 2007

Argoncilhe, Canedo, Sanguedo ou Vila Maior?

Continua uma incógnita a localização do futuro Aterro sanitário, que irá substituir o actual instalado em Sermonde (Gaia). Há alguns meses tornou-se numa certeza a construção de um novo aterro, ao mesmo tempo que a dispendiosa opção LIPOR foi rejeitada... mais tarde confirma-se a já esperada instalação na Feira, sendo a zona de fronteira com Gaia apontada como local mais provável. Agora a Câmara vai mais longe. Fala-se apenas em 4 freguesias: Argoncilhe, Canedo, Sanguedo e Vila Maior. Quem vai receber o aterro?
Muito se reclama do martírio de Lixeira de Canedo... mas os tempos são outros. A perspectiva de evolução e melhoria das condições ambientais não pode ser descorada. Há ainda muito para discutir... mas a verdade e só uma: precisa-se de resposta urgente. O tempo urge e Sermonde está prestes a encher por completo.

Renhido... mas perece que sim!

Termina mais uma sondagem Krónikas Feirenses. Os utilizadores do blog disseram de sua justiça e embora com curta margem, aprovam a localização do PERM, vulgo Parque das Sucatas.
Agora que tudo está aprovado... só resta esperar pela construção e principalmente pelo seu funcionamento, avaliando as condições de segurança ambiental, principal prevenção do projecto.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Festival da Juventude: Dia 4

Acabou... e da melhor forma!
A abrir a última noite do Festival da Juventude, os The LOYD subiram ao palco da Via Estrurante Lourosa-Lamas e a palavra só pode ser uma "arrasaram". O público vibrou, numa adesão tamanha à música... é caso para dizer: avizinha-se um futuro promissor.
Logo a seguir os reis da noite e do Festival entraram em cena perante uma monumental enchente do recinto: Blasted Mechanism deram show perante os milhares que assistiam a um espectáculo que tem tanto de visual como de musical.
Como já vem sendo hábito deixo vídeos com algusn momentos dos concertos... mas para Blasted há que deixar um pedido de desculpas... a qualidade da imagem deixa muito a desejar. A guerra de telemóveis e máquinas fotográficas instalou-se no recinto. Depois de uma grande guerra de posições próximo do palco, aqui ficam alguns momentos.

The LOYD


Blasted Mechanism


O Festival volta no próximo ano... esperemos que com a mesma qualidade e se possível sempre a melhorar. Até lá novos eventos se aproximam e o destaque vai para o FEST - Festival Internacional de Cinema Jovem, que decorre em Santa Maria da Feira de 28 de Outubro a 4 de Novembro.

domingo, 16 de setembro de 2007

Feirense empata em casa

O Fátima continua em grande e soma mais pontos neste início de campeonato. Na recepção ao clube da "terra santa", comandado por um padre, o Feirense deixou-se empatar (2-2). De qualquer forma o clube de Santa Maria da Feira continua a somar pontos e consegue ascender um pouco mais na tabela. É preciso mais para voltar a lutar pela subida.
Numa jornada de muitos empates, pouco muda na tabela classificativa que uma vez mais mostra a cada vez maior competitividade da Liga Vitalis. Apenas Trofense e Estoril conseguíram somar 3 pontos, muito importantes para a classificação final.
Na próxima jornada o Feirense desloca-se a Barcelos... local onde na época passada conquistou 3 pontos sem entrar em campo.

Festival da Juventude: Dia 3

Faltei!
Pode-se considerar um dia de descanso para encarar o encerramento, mas a verdade é que a noite de ontem não contou com a minha presença. Hoje queimam-se os últimos cartuchos de mais uma edição do Festival da Juventude. Uma última oportunidade de pintares um autocarro, aproveitar os desportos radicais à disposição e mais tarde vibrar ao som dos The Loyd que abrem a cena aos Blasted Machanism.
Deste modo termina a edição 2007 do Festival... mas para o ano há mais!

sábado, 15 de setembro de 2007

Festival da Juventude: Dia 2

Uma multidão em delírio deu as boas-vindas a Manuela Azevedo e sua companhia: os Clã. A transformação num verdadeiro monstro de palco levou o muito público à loucura... ao terceiro concerto no pós regresso Manuela emocionou-se e o público retribuiu!
Para abrir, a surpresa Slimmy contagiou a plateia e conquistou o público mais tardio, que apenas esperava pela grande atracção da noite.
Hoje X-Wife e David Fonseca fazem as honras do festival que rapidamente se aproxima do fim.

Slimmy



Clã

Amanhã no Festival da Juventude: Blasted Mechanism

«Os Blasted Mechanism têm vindo a destacar-se dos demais colegas embaixadores da música portuguesa por apostarem num factor-chave, que parece cada vez mais difícil de encontrar: a originalidade. De tentáculos na cabeça, e filiados no panorama alternativo nacional, os Blasted são formados por Yanick (autor de algumas das letras da banda), Vald'Jiu, que para além de guitarrista, toca também um instrumento por si inventado de nome bambuleco; Karkov (vocalista), João (baterista), P. Ary (baixista), Henrique Figueira (percussionista) e Luigi Lust, sendo este último responsável pelo clarinete, teclas e saxofone.
Beats, dub, electrónica, funk, acid jazz e sobretudo muita fusão à mistura são passagens obrigatórias para a banda tanto tanto em disco como em palco. É ao vivo que Karkow e companhia mostram o que valem, apostando tudo por tudo na parte cénica do espectáculo.»

in Cotonete

Amanhã no Festival da Juventude: The LOYD

A abrir a última noite do Festival da Juventude apresentam-se os The LOYD. A banda feirense marca pontos na sua carreira ao subir ao mesmo palco dos Blasted Mechanism. No ano de lançamento do seu EP a banda apresenta-se ao mundo e tem já marcados concertos de apresentação nas lojas FNAC do grande Porto. Um futuro promissor!

Assim se apresentam:
«'Done', assim se chama o trabalho de apresentação da banda the LOYD.
Editado em formato EP, para além do tema que dá nome ao trabalho, conta ainda com os temas 'In My Head', 'Julian' e 'Tear In the Pocket', tendo recaído sobre este último a escolha para single de apresentação.
Apesar do actual projecto ter começado em 2004, os LOYD encaram este ano como o verdadeiro arranque da banda, e que fica marcado pelo concerto de apresentação, em Março, perante um Cine-Teatro António Lamoso em Santa Maria da Feira praticamente lotado.
O que se pode ouvir em Done é fruto de muitas horas de dedicação ao projecto e de algumas dezenas de concertos realizados, onde partilharam o palco com nomes da música nacional como EZ Special, You Should Go Ahead, Fonzie, Sloppy Joe e Dr1ve.
No entanto, ao vivo os LOYD são muito mais. Para além dos temas do EP, destacam-se interpretações de músicas como 'Alone', 'Come With Me' e 'I'll Be Waiting', que embora percorrendo diferentes caminhos nos conseguem sempre remeter para uma sonoridade muito característica.
Estão lá todos os ingredientes que podemos esperar de um rock puro, directo, cheio de energia e cantado em Inglês, mas que não tem medo de pisar novos territórios, e no qual se podem procurar influências de bandas como Foo Fighters, Green Day, Nirvana e Ramones, entre outras.»

www.theloyd.com

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Regresso ao trabalho

Depois das "férias" estão de volta as obras à baixa da Feira... pelo que pôde ver esta tarde, agora parece ser a sério, pelo menos assim o dá a entender! O tão falado quiosque já mudou de poiso, sendo agora um estrado de madeira na Av. Belchior Cardoso Costa a sua nova morada, pelo menos durante 6 meses. Esperemos que não haja mais paragens... e já agora que o prazo de 4 meses se cumpra para a abertura ao trânsito da Rua António Castro Corte Real e 6 meses para a conclusão total. Será que ainda é possível? A ver vamos!
Já que estamos em maré de obras, também esta semana teve início a tão famigerada obra de requalificação da Igreja do Convento, que vai dar especial atenção à abóbada. Prepara-se já a instalação da grua de grande porte que obriga ao corte da Rua Santos Carneiro por um período mínimo de 9 meses.
Agora que está tudo em acção... sem mais "férias" após uma semana de trabalho, instala-se de vez o caos no Centro Histórico. Esperemos que o resultado final seja digno de ser visto.

Ensino Obrigatório até ao 12º ano!?

Mas como?! Só se a Feira ficar de fora!
Ora onze escolas até ao 9º ano e apenas 3 para continuar!
O Eng. José Sócrates tem muito que explicar e já agora... AGIR! É tempo do Governo PS olhar para os municípios da oposição e abrir os olhos para 150.000 pessoas por ele esquecidas.
Construa-se a nova Escola Secundária na Feira, outra em Paços de Brandão... alargue-se as Escolas de Arrifana e Canedo... isto no mínimo! O que vai ser dos alunos da Feira a partir do ano lectivo 2009/2010?
Este país anda cada vez pior... criem-se primeiro as estruturas e só depois as mudanças administrativas!

Festival da Juventude: Dia 1

Aí está o Festival... ao primeiro dia, tal como seria de esperar, não se verificou uma enchente, mas um recinto bem composto deu as boas vindas a Humus e WrayGunn.
Hoje a animação fica a cargo do electro dos Slimmy e uma multidão é esperada no concerto dos Clã. Aproxima-se mais uma noite de música e de muita animação!

Humus


WrayGunn

Amanhã no Festival da Juventude: David Fonseca

«Falar de David Fonseca implica, obrigatoriamente, falar de Silence 4 , mas a verdade é que a carreira a solo do músico já tem material para se fazer valer sozinha.
Com a banda leiriense, David Fonseca atingiu o estrelato, graças a temas como 'Borrow', 'A Little Respect', 'My Friends' e 'Only Pain Is Real'. O sucesso ultrapassou fronteiras e a banda foi convidada para fazer concertos em várias partes da Europa.
No início do século XXI, David Fonseca apostou numa carreira a solo e o primeiro fruto surgiu com a edição do álbum "Sing Me Something New".
Gravado nos estúdios do produtor Mário Barreiros , durante o primeiro trimestre de 2003, o disco foi posteriormente masterizado em Nova Iorque, nos estúdios Sterling Sound, a cargo do conceituado engenheiro de som George Marino, que tem o seu nome ligado a trabalhos dos Coldplay , Rollins Band, The Dandy Warhols e Sepultura , entre outros.
"Sing Me Something New" é o título do álbum de estreia de David Fonseca, cujo single de apresentação, 'Someone That Cannot Love', teve presença garantida nos airplays radiofónicos em Portugal, bem como 'The 80's', tema eleito como tema de campanha de uma empresa de telecomunicações.
Em 2004, o músico participou no projecto Humanos, ao lado de nomes como Manuela Azevedo e Camané. O sucesso do disco culmina em três concertos memoráveis nos Coliseus de Lisboa e Porto e num espectáculo para 40 mil pessoas no Festival Sudoeste 2005.
Enquanto isso, David Fonseca foi preparando o seu segundo longa-duração, cuja primeira amostra tem por título 'Who Are U?'. Composto por 10 temas, um dos quais em português, "Our Hearts Will Beat As One" chegou às lojas em Outubro de 2005 e contou com a participação do baterista Sérgio Nascimento (Humanos, Sérgio Godinho), do guitarrista Ricardo Fiel, da ex-Atomic Bees Rita Pereira no piano, do baixista Nuno Simões e de Paulo Pereira no hammond e programações.
O processo de gravação foi sendo dado a conhecer no site do músico, onde David Fonseca descreveu o seu segundo trabalho como «assustadoramente pessoal».»

in Best Rock FM

Amanhã no Festival da Juventude: X-Wife

«Nascidos no Porto, no início do século 21, os X-Wife começaram a mostrar-se ao público português através do EP "Rockin'Rio/Eno/We Are". Catalogados como donos de uma sonoridade electro/punk alternativo, os X-Wife têm chegado a um público cada vez mais diverso, tendo para tal muito contribuído o álbum de estreia "Feeding The Machine", editado no início de 2004.
Comparados a nomes como The Strokes ou The Rapture, os X-Wife já apontaram no currículo passagens por festivais, sendo o caso mais mediático a participação no último dia do Festival Super Bock Super Rock, em 2004. Dois anos depois, o colectivo do Porto lançou "Side Effects", um novo longa duração.»

in Cotonete

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Os erros do Comunicado

Finalmente consegui ler o já famoso comunicado do PS Feira reclamando sobre o dito "atraso" (quando isso só pode ser avaliado no final do tempo previsto) nas obras do Rossio. Deitei os olhos e pretendia ler o texto com toda a atenção, em busca de alguma justificação válida para a palavra atraso e para algumas das acusações em que não via fundamento... tudo menos a paragem das obras!
Mas logo no início do texto algo me salta à vista! «...à 15 dias...», à?????? Onde está a correcção linguística? Querem matar o português?
E com isto fiquei-me por ali!

Amanhã no Festival da Juventude: Clã

«Os Clã surgiram algures entre Vila do Conde e o Porto em 1992, sob o impulso de Hélder Gonçalves, que recrutou para o projecto os músicos Miguel Ferreira (voz e teclados), Pedro Biscaia (teclados) e Pedro Rito (baixo eléctrico). Mais tarde, juntou-se ao grupo o irmão de Hélder, Fernando Gonçalves (bateria) e, por último, Manuela Azevedo (voz), que o cantor já conhecia desde os tempos de liceu e da Academia de Música, e com quem chegou inclusivamente a trabalhar em 1986/87.
Este projecto levado a cabo pelo duo e do qual resultaram alguns originais foi interrompido devido a diferentes ambições profissionais por parte de Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo. Ele prosseguiu a sua carreira de músico e ela ingressou na Faculdade de Direito de Coimbra, tendo regressado à música anos mais tarde.
O trabalho dos Clã começou a ganhar forma em 1993, assim que o grupo se propôs a desenvolver o trabalho anteriormente realizado por Hélder Gonçalves. Depois de muitos ensaios, chegou a altura de apresentar o resultado ao público, que foi ainda antecedida por um "retiro espiritual" de uma semana num palacete situado na aldeia.
O ano seguinte foi dedicado a concertos, tendo a estreia ao vivo do grupo acontecido no bar "Meia Cave", da Ribeira do Porto. Este período foi útil ao desenvolvimento da linguagem do grupo e a uma reflexão sobre o projecto inicial a que se propuseram, do qual resultaram inclusivamente novas canções, que a banda foi apresentando nos espectáculos que se seguiram. Foi também a partir deste momento que o grupo começou a trabalhar nas suas actuações em palco, que são hoje uma mais-valia na carreira dos Clã, pela força e intensidade que tanto a vocalista Manuela Azevedo como os restantes músicos conferem à sua música ao vivo.
A assinatura do contrato discográfico com a EMI-Valentim de Carvalho aconteceu finalmente em 1995, alturam em que se trataram também dos primeiros detalhes acerca da edição de "LusoQualquerCoisa", o disco de estreia, que foi editado um ano mais tarde. Contou com a produção de Mário Barreiros e de Carlos Tê, o responsável pelas letras, e foi citado pela crítica como um dos projectos mais promissores do panorama musical português surgidos nos anos 90.
Com grandes influências da música negra, a música dos Clã aposta na fusão do acústico com o recurso às novas tecnologias, bem como de variadíssimos estilos musicais, realizando incursões aos universos da soul, rock, reggae, funk, rap, hip hop e acid jazz.
O segundo registo de originais da banda surgiu em 1997 e teve mais uma vez a colaboração de Carlos Tê e Mário Barreiros. "Kazoo", que maracava a viragem para a som mais rock, gozou igualmente da aclamação da crítica e foi, ao mesmo tempo, bem recebido pelo público, muito em parte graças ao tema "Problema de Expressão".
Após um intervalo de três anos, os Clã regressaram às edições discográficas com o muito aguardado sucessor de "Kazoo", intitulado "Lustro". O disco foi gravado no Estúdio Kashbah, no Porto e, para além do contributo habitual de Carlos Tê como letrista, contou ainda com participações especiais de Manuel Cruz, dos Ornatos Violeta, Sérgio Godinho e do brasileiro Arnaldo Antunes (ex-Titãs).
Em Dezembro de 2001 foi finalmente editado em formato disco o concerto realizado pelos Clã com Sérgio Godinho, no Teatro Rivoli no Porto, nos dias 8, 9 e 10 de Janeiro de 2000. "Afinidades" contou no alinhamento com temas originais de ambas as partes, ainda que vestidos com outras roupagens sonoras.
Em Maio de 2004, chegou o quarto trabalho de originais da banda, intitulado "Rosa Carne". O single de avanço foi 'Competência para Amar' e antecedeu uma extensa digressão nacional, com passagens por festivais como Super Bock Super Rock, Paredes de Coura, Sudoeste e Noites Ritual Rock, durante o Verão.»

in Cotonete

Amanhã no Festival da Juventude: Slimmy

«O início do projecto Slimmy acontece em 1999/2000, precisamente com o impacto gerado em torno de um terceiro lugar no concurso Roland Masters Of The Groove 2000.
A partir desse momento, começou a desenvolver uma inata aptidão para combinar os ritmos mais electrónicos e dançantes com uma atitude rock sempre presente.
A primeira demo em 2002/2003, gravada com o produtor Rodolfo Cardoso com temas desenvolvidos durante os anos anteriores não conseguiu passar despercebida a algumas pessoas importantes na cena musical nacional e internacional, tais como Quico Serrano, Álvaro Costa e nomeadamente Saul Davies da extinta banda britânica James, com quem começa a produzir aquele que viria ser o seu primeiro disco.
Em 2004, depois de um longo e demorado trabalho de estúdio e variadíssimos concertos, muda-se por completo Londres, capital e centro da cena musical europeia representado por Saul Davies e Aaron Moore – MotherCityMusic – agência britânica de management.
Actua numa primeira fase em algumas das salas mais emblemáticas da capital britânica como Dublin Casle, Hope and Anchor, Rhythm Factory, Bull and Gate. A segunda fase da digressão leva-o a fazer a abertura de sete dos concertos da tour Inglesa dos americanos Electric 6.
No ano de 2005 começam a ser distribuídas a determinadas pessoas da cena musical londrina alguns dos temas que vão sendo gravados e aparecem remisturas feitas por artistas como Áudio Bullies, Electric 6, Jags Kooner (Primal Scream) e algumas passagens por rádios como Virgin Uk, XFM London, tendo o vídeo do tema Bloodshot Star merecido atenção especial, visto ainda ser um artista sem disco, do canal MTV2.
2006 Torna-se o ano decisivo com a finalização definitiva do disco de estreia BEATSOUND LOVERBOY.»

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Amanhã no Festival da Juventude: WrayGunn

«A fusão de estilos, com especial destaque para inspirações vindas do blues e de sons de rock puramente americanos, ao mesmo tempo complementados por influências de estilos tão diversos como o hip-hop ou o funk, esta poderá ser uma das definições possíveis para o som criado pelos portugueses Wray Gunn. A designação escolhida surgiu da combinação entre o nome do músico Link Wray e o nome do personagem Peter Gunn, imortalizado na composição de Henry Mancini. Paulo Furtado(guitarra) é o protagonista do colectivo, depois de ter partilhado ao lado dos Tédio Boys um caminho singular que o levou até aos Estados Unidos da América. As viagens americanas de Furtado serão talvez a influência maior dos Gunn, podendo ser ouvidos nos acordes das guitarras claras evocações das raízes mais marcantes da música americana. Os Wray Gunn contam ainda com a participação do DJ Francisco Correia, de Sérgio Cardoso no baixo, Pedro Pinto na bateria, Luís Pedro Madeira nas teclas, e ainda com as vozes de Raquel Ralha e Miguel Pinheiro. O ano de 1999 foi o escolhido para a edição do primeiro registo dos Wray Gunn. "Amateur", um EP que, com seis temas, trouxe pela primeira vez à luz do dia as criações arrojadas dos Gunn, que logo conquistaram uma consistente legião de seguidores. Dois anos passados, apareceu no mercado o primeiro longa duração. "Soul Jam" editado em 2001 confirmou os WrayGunn como um nome a reter no panorama rock nacional. Três anos depois de "..Jam", os WrayGunn regressaram com "Eclesiastes 1:11".»

in Cotonete

Amanhã no Festival da Juventude: Humus

«A banda Humus foi fundada oficialmente em Novembro de 2005. No entanto, foi em meados de 2005 que começou a construção mental deste projecto. Idealizado por Diogo Brandão e Rúben Maia, o grupo foi sendo construído com base na amizade e na partilha de experiências. Daí surgiu um esforço de criar um grupo de amigos que partilhasse um sonho, um objectivo, uma paixão. Aos dois fundadores juntaram-se então Carlos Silva e Abílio Costa; este último, baixista e velho conhecido de Rúben; o primeiro, amigo de curso de Rúben e Diogo Brandão e promissor clarinetista. As nossas preferências musicais centravam-se então no Pop / Rock / Alternativo aos quais queríamos introduzir uma sonoridade marcadamente acústica e orgânica, ao mesmo tempo que nos fascinava (e fascina) o ambiente jazzístico e nos influenciava experiências formativas na área da música clássica. Por essa altura, a imaturidade era tanta que ainda haviam muitas dúvidas e exitações quanto à organização da banda. Tanto que, Diogo Brandão ainda não se assumia claramente enquanto vocalista da banda, coisa que veio acertadamente fazer poucas semanas depois do início dos trabalhos a quatro. A introdução de baterista / percussionista nos Humus foi feita a dois tempos: em primeiro lugar com a entrada de Ricardo Casaleiro que viria, em Fevereiro de 2006, a dar lugar ao único elemento sem ligações anteriores aos fundadores da banda, Marcel Valente. Este jovem de 17 anos despontava localmente enquanto talentoso baterista. A próxima e última mexida na composição dos Humus foi a entrada de um sexto elemento que viria a ser fulcral na exploração da guitarra eléctrica, flauta transversal e teclados: Diogo Neves, mais um colega da vida académica, vindo de Cantanhede. Desde sempre tivemos o intuito de criar a nossa música e criá-la bem. Somos, portanto, uma banda de originais, ambiciosa, motivada e em plena actividade. Humus estrearam-se ao vivo a 14 de Julho de 2006 num evento organizado pela Corpos Editora "Noites de Luz III". A estreia foi tão portentosa que fomos imediatamente desafiados a elaborar um registo audio. Apesar da proposta ser tentadora, achámos que seria muito cedo e pouco natural prescindir de um processo de maturação que se afigura obrigatório na evolução de qualquer novo projecto musical. Optámos então por apostar na criação de boas músicas, fazer uma ou duas versões de artistas portugueses de referência e partir para os palcos. Esta fase de intensa divulgação atingiu o seu pico neste início de 2007. Com a época de concursos de música moderna a despoletar madrugadora e a emergir sem cessar, aproveitámos a sua boleia e partimos para a estrada, numa constante aventura tresloucada e senil onde apenas o palco faz sentido e onde o combustível sai direito das pessoas que nos cumprimentam depois dos concertos, distribuindo elogios emocionados e injectando confiança e ambição. O êxtase desta fase festivaleira aconteceu nos dias 30 e 31 de Março de 2007. Após passagens bem sucedidas no Rock do Oeste, COMA '07 e UMplugged 2007, tivemos também oportunidade de apresentar pela primeira vez o nosso trabalho na terra que nos viu nascer. O Rocktaract '07 foi então um marco importante na vida da banda. Isto porque, apesar de sermos seleccionados enquanto projecto suplente, conseguimos alcançar a final do já conceituado concurso e surpreendentemente vencer a final num dilúvio de emoções que foi a plateia do Cine-Teatro António Lamoso. A partir desse marco, os Humus concentram-se nos objectivos de divulgação do seu trabalho e de gravação do primeiro registo discográfico da banda em formato EP. Os Humus tentam tirar o máximo partido das suas músicas com longos instrumentais e improvisos. Os originais são já numerosos assim como algumas versões de artistas de referência. A paixão pela música e a busca do groove perfeito faz-nos prosseguir com as nossas criações. Heterogénea e envolvente, a nossa música atravessa numerosos estilos, resultando num caldo orgânico, fértil e em constante metamorfose a que chamamos... Humus.»

http://www.myspace.com/bandhumus

terça-feira, 11 de setembro de 2007

99 anos de Vouguinha

«Ferroviários reformados e no activo assinalam dia 23, em Santa Maria da Feira, o 99º aniversário da Linha do Vale do Vouga, que liga Espinho a Sernada do Vouga, onde circulou o popular “Vouguinha”.
Fonte da organização da iniciativa disse ontem à Lusa que o encontro deverá reunir cerca de duas centenas de participantes no parque do Rossio de Santa Maria da Feira, sendo celebrada missa, na igreja matriz. O troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis foi inaugurado em 23 de Novembro de 1908, sendo considerado na altura um factor preponderante para a aproximação dos núcleos urbanos que englobam Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Santa Maria da Feira.
Segundo o “Correio da Feira”, de 28 de Novembro de 1908, “cerca de 20 mil pessoas acorreram à Vila da Feira para aplaudir El-Rei D. Manuel II, na inauguração do troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis, da Linha do Vale do Vouga”. “Sua Majestade tinha saído de Espinho, sob um sol escaldante e cerca das 12h30, depois de um almoço festivo no salão Nobre da Assembleia de Espinho”, refere-se na “Monografia do Vale do Vouga”, que cita o “Correio da Feira”
António Oliveira, um dos membros da organização e antigo ferroviário da Linha do Vale do Vouga, onde circulou o popular “Vouguinha”, realçou a importância do encontro para quem “passou e passa a vida dentro de comboios ou nas estações de caminhos-de-ferro”. O antigo ferroviário, que chegou a chefiar as estações de S. João de Ver e de Paços de Brandão, espera que o centenário da Linha do Vale do Vouga seja assinalado, no próximo ano, “com expressão devida”. A celebração dessa data será também objecto de publicação de uma revista, com apoio de patrocínios e de publicidade de várias empresas da região. »

in Primeiro de Janeiro

Festival da Juventude

Na aproximação de mais uma edição do Festival da Juventude, o Krónikas Feirense prepara a publicação das biografias das bandas que, ao longo dos quatro dias do evento, sobem ao palco instalado na Via Lourosa-Lamas.
A partir de amanhã e sempre na véspera dos concertos as biografias começam a antecipar a subida ao palco das bandas mais consagradas e dos novos nomes da música portuguesa.

Para além da música há muito mais para acontecer no recinto. Dj's fazem a animação pela noite dentro. Feira Alternativa e Área Alimentar preenchem os momentos mais mortos... mas há muito mais para fazer!
Dois autocarros para grafitar, desportos radicais, workshops e um concurso de fotografia são outros atractivos da programação deste ano do festival.

De Quinta a Domingo a Juventude manda em Santa Maria da Feira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Deserto

Depois de 3 semanas... lá voltei à baixa da Feira e para meu espanto, olhei em volta e vi exactamente a mesma imagem das fotos que me tinham chegado passados 3/4 dias do início das obras na zona nobre da cidade. O que se passa? O empreiteiro foi de férias?
Por que começa uma obra para parar dias depois? O que pode estar mal num processo que se arrasta há anos e pelo menos há um ano estará completamente terminado. Pelo menos o dia de arranque das obras vinha sendo adiado há imenso tempo... Ora era as Fogaceiras... ou o Imaginarius... e por fim a Viagem. Mas afinal tanta coisa para quê? A este ritmo nem o próximo Imaginarius poderá usar a zona, quanto mais as Fogaceiras!
Mais empenho precisa-se... e já agora mais fiscalização na obra. Um trabalho como o da Rua dos Descobrimentos é perfeitamente dispensável! Faça-se... mas com qualidade!