Estudo de aluna de Mestrado da Universidade do Porto, sob orientação do feirense Nuno Moutinho, relativo à edição 2010 da Terra dos Sonhos. Uma abordagem absolutamente completa e independente, com a ponderação de todos os eventuais intervenientes, medindo o impacto do público, a sua opinião e as perspectivas futuras. Da análise SWOT à avaliação da satisfação, medindo, ainda, a origem e as características do público presente. Excelente trabalho.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Feirense: Freamunde testa o novo relvado
Os jogadores do Feirense vão testar o novo relvado do Estádio Marcolino
de Castro no próximo sábado, de manhã, num jogo-treino com o Freamunde,
da Liga Orangina, marcado para as 10.30 horas.
O recinto está pronto, após as profundas obras de remodelação de que foi alvo.
O relvado já está em condições para a competição, tendo estreia oficial agendada para o próximo dia 27, no jogo da Liga frente ao Rio Ave.
O recinto está pronto, após as profundas obras de remodelação de que foi alvo.
O relvado já está em condições para a competição, tendo estreia oficial agendada para o próximo dia 27, no jogo da Liga frente ao Rio Ave.
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11/16/2011 12:00:00 da manhã
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Desporto
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Terra dos Sonhos - 4ª Edição
Pela 4ª edição consecutiva, em 2011, a Quinta do Castelo em Santa
Maria da Feira volta a abrir as portas para o mundo mágico da “Terra
dos Sonhos”. O melhor do Natal e do imaginário infantil é recriado em
mais de 15 áreas temáticas de teatro infantil, musicais, animação
circulante, diversões, cenários, entre muitos outros.
O mês de Dezembro de 2008 viu nascer a primeira edição da “Terra dos
Sonhos”, devolvendo a Quinta do Castelo ao território como um espaço
único e privilegiado, com uma colecção de flora centenária, sendo o
mais perfeito dos locais para recriar um cenário de encanto e fascínio,
para que este espaço temático assumisse um lugar de destaque no
panorama ludico-pedagógico durante o período que antecede o Natal. São
28 000 m2 de uma área de floresta com uma gruta artificial, um lago e
uma ponte que conferem àquele espaço características únicas para a
realização do evento.
Assim, Santa Maria da Feira recebeu, pelo primeiro ano, a Terra dos
Sonhos, produzida e organizada pela Feira Viva, Cultura e Desporto,
E.E.M. e pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.
A Terra dos Sonhos foi idealizada com o intuito de gerar
experiências únicas e memoráveis ao público familiar e escolar.
Recuperando as figuras e histórias do imaginário infantil, as fábulas,
as lendas, os contos de fadas e o encanto de Natal, que continuam a
prender as atenções de todos, a Terra dos Sonhos é um a porta de
entrada para um mundo mágico. Aos adultos permite-lhes resgatar a magia
que está guardada na memória de todos, nas crianças desperta o melhor
das suas fantasias estimulando a imaginação e a criatividade, em
momentos de estreita partilha com os pais.
Santa Maria da Feira prepara-se para receber o Pai Natal e todos os
habitantes da Terra dos Sonhos, no dia 1 de Dezembro, pelas 10h, e a
partir deste dia, a partir das 13:30h até às 18h, todas as quintas,
sextas, sábados e domingos, até ao dia 24 de Dezembro.
Venha Sonhar connosco!
Seja Bem-vindo à Terra dos Sonhos e a Santa Maria da Feira.
Seja Bem-vindo à Terra dos Sonhos e a Santa Maria da Feira.
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11/15/2011 12:00:00 da manhã
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Cultura
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
BCN estreia nova produção
Vai ter a sua estreia absoluta no próximo dia 17 de Novembro,
seguindo-se espectáculos a 18 e 19, o espectáculo PONTO AMARELO EM FUNDO
NEGRO (COM OBSERVADOR), de Andreas Dyrdal. As apresentações terão lugar
no Cine Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, pelas 21:30h.
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR) é a sexta produção do Ballet Contemporâneo do Norte desde que se iniciou a sua residência em Santa Maria da Feira, em Setembro de 2007, com o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e da Feira Viva, EM, e a primeira obra do bailarino e coreógrafo norueguês, Andreas Dyrdal, para o Ballet Contmeporâneo do Norte.
PONTO AMARELO EM FUNDO NEGRO (COM OBSERVADOR) é a sexta produção do Ballet Contemporâneo do Norte desde que se iniciou a sua residência em Santa Maria da Feira, em Setembro de 2007, com o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e da Feira Viva, EM, e a primeira obra do bailarino e coreógrafo norueguês, Andreas Dyrdal, para o Ballet Contmeporâneo do Norte.
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11/14/2011 02:22:00 da manhã
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Cultura
domingo, 13 de novembro de 2011
Concurso “Montra de Sonhos”
Pelo segundo ano consecutivo, a Terra dos Sonhos volta a lançar um desafio de envolvimento ao comércio de Santa Maria da Feira – o concurso Montra de Sonhos!
A cidade começa a vestir-se de Terra dos Sonhos e o espírito de Natal anda pelo ar. A cidade acolhe, na Quinta do Castelo, o melhor do Natal e do imaginário infantil pela 4ª edição.
No dia 1 de Dezembro o Pai Natal chega à cidade e esta preencher-se-á de magia e encanto e para isso contamos com a ajuda de todos os comerciantes e lojistas da cidade para a sua participação no concurso “Montra de Sonhos”.
Simultaneamente, pretende-se aumentar a visibilidade do território, assim como sensibilizar todos os comerciantes para o envolvimento nos eventos culturais do concelho, posicionando Santa Maria da Feira como marca diferenciadora.
A ficha de inscrição e regulamento encontram-se disponíveis no site da Terra dos Sonhos. Os interessados poderão ainda, se assim preferirem, levantar a documentação para concurso na sede da Feira Viva.
As inscrições deverão ser efectuadas até ao dia 26 de Novembro, e as montras deverão ser fotografadas e o respectivo registo enviado por email para a organização do evento até ao dia 4 de Dezembro. A votação nas Montras de Sonhos a concurso acontece on-line, no site www.terradosonhos.com, até ao dia 8 de Dezembro. Os resultados serão publicados a 12 de Dezembro e os respectivos prémios entregues até àquele dia. Mais informações e esclarecimentos poderão ser feitos através dos contactos 256 330 900 e 938 781 075.
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11/13/2011 02:24:00 da manhã
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
2º Encontros do Castelo | A Conquista do Talento
Decorreu ontem a 2ª edição dos Encontros do Castelo/A Conquista do Talento. Uma espécie de “contra-informação” e uma verdadeira
lufada de ar fresco numa altura em que a palavra "crise" nos assombra a cada
hora. Primeira lição: "crise" e "problema" são palavras proibidas. Procuremos,
então, as soluções!
![]() |
| Imagem: Conquista do Talento [Humberto Barbosa Fotografia] |
Em seguida, o tema seria completamente diferente. Nuno
Miller falou de “Inovação” aplicada ao conceito de “E-Commerce”. O conceito não
é novo, mas apresenta, hoje, novas perspectivas e novas fronteiras. Atendendo ao
facto de “o Facebook ser o terceiro país do mundo”, facilmente compreendemos
que estamos numa “revolução das redes sociais”, abrindo caminho a novas ideias
e formas de comunicar com o público-alvo.
![]() |
| Imagem: Conquista do Talento [Humberto Barbosa Fotografia] |
Infelizmente o meu tempo foi curto para tantas ideias e
vi-me obrigado a sair antes do tempo. No entanto, ficou a faltar um pilar de
luxo: “Internacionalização: Capitalizar a Excelência de Portugal num Mundo
Global”, com as palavras de Ana Teresa Lehmann.
O Castelo da Feira, muitos séculos depois, continua a ser
palco de interessantes e relevantes partilhas de ideias, num cenário tão
inovador e competitivo como o mundo actual. E, claro, um Castelo com elevador é
uma prova básica do empreendedorismo nacional.
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11/11/2011 12:00:00 da manhã
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Cultura
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
BE | Santa Maria da Feira, concessão da água altamente ruinosa
O Bloco de Esquerda ofereceu ontem ao Presidente do Concelho de Administração da Indáqua e ao Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira uma mangueira para que possam ligar a água que chega a casa de todas e todos os feirenses a outro concelho onde ela é mais barata.
Em Santa Maria da Feira a água é a mais cara da Área Metropolitana do Porto e uma das mais caras de Entre Douro e Vouga. Contra factos não existem argumentos.
Em Santa Maria da Feira a subserviência da Câmara Municipal aos interesses da Indáqua, cujos acionistas maioritários são os Grupos Mota-Engil e Soares da Costa que detêm em conjunto cerca de 79% da empresa, é total. Seguem-se alguns exemplos demonstrativos.
A taxa de aluguer de contadores foi eliminada por ser considerada ilegítima, então foi criada uma taxa de utilização, ou seja apenas mudou o nome.
A Indáqua quis, a Câmara acedeu.
A Indáqua tem cerca de 25% de perdas, ou seja, nas infraestruturas da Indáqua são desperdiçados 25% da água distribuída em Santa Maria da Feira, e o que fez a Indáqua? Propôs o aumento do tarifário. A Indáqua quis, a Câmara Municipal acedeu. E os feirenses pagam o prejuízo da Indáqua, mais uma vez.
O Governo do PSD\CDS já anunciou a privatização das Águas de Portugal, principal acionista das águas Douro e Paiva, e que os preços da água teriam de subir obrigatoriamente. Portanto o preço da água em Santa Maria da Feira será mais uma vez aumentado.
A água é um bem essencial à vida, cada vez mais escasso no planeta. É acesso à água é um direito. O Bloco de Esquerda não aceita a privatização das Águas de Portugal, não aceitamos a privatização de um direito. A todos o que é de todos.
O consumo de água potável é obrigatório através das redes de distribuição por razões de saúde pública. A sua distribuição ao consumidor final só é possível ser executada por um único fornecedor. Daqui resulta que a distribuição de água ao consumidor final se trata de um monopólio natural.
O Bloco de Esquerda reafirma a sua oposição à concessão a privados, Mota-Engil e Soares da Costa, a distribuição de água e rede de saneamento. Os mesmos de sempre com uma renda garantida durante pelo menos 35 anos à conta dos portugueses. Isto é inaceitável.
Pela Comissão Política Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro
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11/10/2011 10:22:00 da tarde
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Taça da Liga: Portimonense afasta Feirense nos penalties
O Portimonense
apurou-se para a fase de grupos da Taça da Liga com uma vitória em
Aveiro sobre o Feirense, por 5-4, através do desempate por marcação de
grandes penalidades.
A equipa de Santa Maria da Feira terminou o tempo regulamentar a vencer por 2-1 e levou a decisão para a lotaria, visto que o conjunto de Portimão, agora orientado por Carlos Mozer, havia ganho o jogo da primeira mão (1-0).
Buval adiantou o Feirense aos 20 minutos, pertencendo a Pessoa, na marcação de uma grande penalidade, aos 33, o tento do empate do Portimonense.
O lance resultou na expulsão de Nuno Henrique e deixou a equipa da casa em inferioridade numérica. Ainda assim, a formação orientada por Quim Machado logrou o segundo golo, por intermédio de Varela, à passagem dos 38 minutos.
O marcador não sofreu alterações na etapa complementar, durante a qual Paulo Lopes esteve em bom plano na baliza do Feirense, e a decisão da eliminatória ficou adiada para a marca dos onze metros.
Siaka Bamba desperdiçou o último remate e ditou os festejos algarvios no Estádio Municipal Mário Duarte, em Aveiro.
A equipa de Santa Maria da Feira terminou o tempo regulamentar a vencer por 2-1 e levou a decisão para a lotaria, visto que o conjunto de Portimão, agora orientado por Carlos Mozer, havia ganho o jogo da primeira mão (1-0).
Buval adiantou o Feirense aos 20 minutos, pertencendo a Pessoa, na marcação de uma grande penalidade, aos 33, o tento do empate do Portimonense.
O lance resultou na expulsão de Nuno Henrique e deixou a equipa da casa em inferioridade numérica. Ainda assim, a formação orientada por Quim Machado logrou o segundo golo, por intermédio de Varela, à passagem dos 38 minutos.
O marcador não sofreu alterações na etapa complementar, durante a qual Paulo Lopes esteve em bom plano na baliza do Feirense, e a decisão da eliminatória ficou adiada para a marca dos onze metros.
Siaka Bamba desperdiçou o último remate e ditou os festejos algarvios no Estádio Municipal Mário Duarte, em Aveiro.
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11/09/2011 07:19:00 da tarde
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Desporto
Escola de Hotelaria vai abrir a cozinha para mostrar receitas deste e de outros tempos
![]() |
| Imagem: 7sete |
Receitas saudáveis, criativas, doces ou salgados, sopas e chocolates. A
escolha é diversificada e todos podem aprender a confeccionar. A Escola
de Hotelaria de Santa Maria da Feira vai abrir as portas à comunidade
para levar os sabores da cozinha moderna ou tradicional até à mesa dos
feirenses. A escola pretende abrir workshops, em horário pós-laboral,
para todos aqueles que queiram aprender os truques da culinária. Ao
mesmo tempo, em parceria com o Centro de Nutrição das Termas de S.
Jorge, vai criar pratos saudáveis, especialmente concebidos para os que
se preocupam com a saúde e bem-estar. E porque as recordações são
importantes, os alunos vão também ter a oportunidade de participar na
recriação das receitas típicas da região, das quais já quase não há
memória.
Está a celebrar duas décadas e, por isso, a Escola de Hotelaria de
Santa Maria da Feira decidiu assinalar a efeméride com a apresentação de
novos “cardápios”, adequados ao gosto de quem quer aprender ou apenas
desfrutar de sabores diferentes.
O convite é, por isso, entrar na escola e conhecer os segredos da
cozinha. A instituição de ensino deverá implementar workshops, em
horário pós-laboral, destinados a todos que queiram aprender a cozinhar.
Os cursos são variados e para todos os gostos. Haverá ateliês de
cozinha saudável, sopas e saladas, cozinha criativa com sobras, ou
delícias feitas com chocolate. Os alunos aprendem e podem ainda
aproveitar para jantarem.
“E porque as receitas saudáveis são cada vez mais apreciadas e
procuradas, especialmente pelas empresas hoteleiras, a escola vai também
aproveitar a existência das Termas de S. Jorge, para, em parceria com o
seu Centro de Nutrição, criar ementas saudáveis e adequadas, por
exemplo, a quem sofre de doenças respiratórias” – refere a directora da
escola, Sandra Almeida. Desta forma, a escola proporciona também aos
seus alunos a oportunidade de adquirirem conhecimentos específicos sobre
essa área da alimentação. “Numa altura, em que todos os hotéis possuem
spas e associam a essa oferta ementas saudáveis, achamos que é muito
importante dotarmos os nossos alunos de ferramentas que possam mais
tarde usar em qualquer um destes lugares”.
Sandra Almeida entende que os alunos devem ter todas as oportunidades
para melhorarem a sua formação e daí o empenho da escola em diversificar
também a sua oferta extra-curricular.
Neste âmbito, a escola vai “mergulhar” num projecto mais abrangente
relacionado coma memória do receituário da região, em parceria com o
Museu do Convento dos Lóios, também na cidade da Feira. A ideia é
recolher todas as receitas antigas da região, contextualizá-las
historicamente e depois confeccioná-las na cozinha da escola. “Serão os
sabores com memória” – aponta a directora.
@ 7sete
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Bruno Costa
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11/09/2011 12:00:00 da manhã
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Cultura
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Festival de Guitarra das Terras de Santa Maria 2011 na Antena 2
Durante esta semana, até ao dia 11 de Novembro, o Concerto Aberto (17.00) - programa da Antena 2 (http://www.rtp.pt/antena2/) - reserva espaço nas suas emissões à reprodução da gravação de obras executadas no II Festival de Guitarra de Terra de Santa Maria. O concertista em antena é Augusto Pacheco (Guitarrista), gravado no concerto do dia 5 de Março de 2011 no Orfeão da Feira.
A particular atenção conferida pela maior rádio pública da Música Erudita em Portugal é a confirmação do valor Cultural do evento num âmbito nacional.
Por Gil Ferreira [Diretor Artístico do Festival de Guitarra de Terra de Santa Maria]
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Bruno Costa
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11/08/2011 04:36:00 da tarde
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Cultura
CAIXA DAS ARTES... o projecto
Aproxima-se o dia que marcará de forma deveras
importante a história de Santa Maria da Feira nos próximos anos. 11 de Novembro
de 2011 será o dia da apresentação pública da CAIXA DAS ARTES. O Centro de Artes
que nasce da ideia de construir um Centro de Artes de Rua acaba por ser bem
mais do que isso. A demolição do Cine-teatro António Lamoso, a divisão em dois
pólos e a requalificação ambiental da pedreira das Penas serão talvez os factos
mais relevantes deste processo.
| Pólo 2: Vista Pedreira |
Para falar dos factos, nada melhor que fazer uso da memória descritiva do projecto que marcará uma geração. E a consciência é imediata: «numa lógica de crescimento e afirmação de Santa Maria da Feira como a “capital” das artes de rua em Portugal, é necessário criar as condições físicas para uma verdadeira e profissionalizante prática cultural no concelho, através da constituição de um novo equipamento indispensável para a “confirmação” e promoção cultural, beneficiando a generalidade dos que habitam e trabalham na cidade e região, entre os quais, com nota de relevo especial, a juventude».
«Santa Maria da Feira é, desde há
vários anos, um nome incontornável no panorama da cultura e das artes de rua em
toda a Europa, percepcionando a actividade cultural como uma das componentes
estruturantes no desenvolvimento sócio-económico da sua população e do seu
território». Assim, e atendendo a que «a lógica cultural da Câmara Municipal de
Santa Maria da Feira, visa (…) a prossecução de objectivos estratégicos
diversos, mas complementares, nomeadamente: assegurar uma cultura de qualidade
para todos; potenciar a capacidade criativa local; diversificar a oferta e os
públicos; procurar o “novo”; promover uma verdadeira democracia cultural e desenvolver
a vida associativa; e fazer da cultura um motor de desenvolvimento social» a
CAIXA DAS ARTES assume-se como um eixo fundamental de desenvolvimento de
criação de dinâmicas culturais e novas formas de promoção da economia local.
O equipamento criará 6 valências
distintas:
1. Residências
artísticas;
2. Incubadora
da criatividade para artistas emergentes;
3. Acolhimento
empresarial de negócios criativos;
4. Serviço
de aprendizagem e educação criativa;
5. Departamento
de investigação para artes do espaço público;
6. Espaços
cénicos, de (re)criação e representação artística.
Para tal será necessária a instalação de dois
pólos artísticos. O pólo 1 concentrará «as valências de residências artísticas,
incubadora da criatividade para artistas emergentes e acolhimento empresarial
de negócios criativos». Já o pólo 2 assistirá ao nascimento do «Serviço de
Aprendizagem e Educação Criativa, do Departamento de Investigação para Artes do
Espaço Público, assim como o espaço adequado para a apresentação dos
espectáculos, tanto interiores como de exteriores/rua (uma parte deste espaço –
Praça - fica desde já sujeita a desenvolvimento após a demolição da escola EB1
de Santa Maria da Feira, após a construção do Centro Escolar da Feira)».
Apesar desta divisão, «O CCTAR não deve, nem
pode, ser resumido a um mero auditório ou a uma nova sala de espectáculos de
Santa Maria da Feira. Deve antes ser assumido como um conjunto de espaços
multifacetados que, descentralizadamente, promoverão uma nova abordagem às
diversas formas de “produzir” cultura, esta obra poderá até ser definida como
sendo a edificação de uma “CAIXA MÁGICA” na cidade, um local produtor de
cidadanias»… caixa esta que se deverá integrar na comunidade, criar raízes e
ligar-se entre os pólos através de um conceito de integridade paisagística e
cultural: a «Via da Cultura».
«Edificar um Centro de Artes, que hoje ainda
não existe em Santa Maria da Feira, deverá então constituir-se como um
verdadeiro clúster da criatividade e da cultura, cuja versatilidade possa
albergar, nas melhores condições técnicas, teatro, teatro de rua, artes
circenses, cinema, ópera, bailado, concertos sinfónicos, de rock e música
contemporânea, congressos, apresentações, desfiles de moda, grupos corais,
grupos folclóricos, estúdio de gravação». Fica assim, à partida, garantido o
pressuposto base de todo o desenvolvimento do projecto: a multidisciplinaridade.
Na condição financeira actual «foi necessária
uma perfeita articulação dos trabalhos ao nível da arquitectura e engenharias,
numa significativa interacção das diversas disciplinas. O presente projecto de
execução resultou, assim, de um intenso trabalho de complementarização entre as
diferentes especialidades que visaram não só a procura de soluções técnicas
eficazes e compatíveis com a especificação do equipamento, como também, em
grande medida, o controlo orçamental dos diversos trabalhos, materiais e
equipamentos a utilizar».
| Pólo 2: Vista Av. Prof. Egas Moniz |
«Uma das particularidades deste projecto é ainda a demolição do Cineteatro António Lamoso, na Rua Prof. Egas Moniz. De facto, atendendo às limitações físicas do actual cineteatro, às imposições regulamentares referentes ao funcionamento de edifícios de utilização pública e ainda às condições ideais que deverá possuir uma sala multifuncional, optou-se pela demolição da estrutura existente, substituindo-a por um espaço apropriado para todas as artes cénicas e de espectáculo, que ofereça o máximo de conforto e segurança aos seus utilizadores». Facilmente se compreendem as vantagens da substituição deste equipamento, numa altura em que se torna obsoleto e desadequado a cada dia que passa e quando as perspectivas de valorização não se mostrariam vantajosas.
A versatilidade terá sido a palavra de ordem
em todo o processo de desenvolvimento. Assim, o conceito poderá resumir-se a 3
conceitos chave: «integração e solução arquitectónica; estabilidade e
engenharia electromecânica; acústica e arquitectura de cena». Nesta base foram
desenvolvidos os planos, que culminaram com a seguinte organização.
Pólo 1: «oficinas para produção de todo o
tipo de objectos, adereços e cenários para teatro, representações de teatro e
artes performativas, artes de rua, concertos musicais, representação teatral,
conferências, desfiles de moda; neste local, funcionarão ainda as residências
para artistas, estúdio de gravação, acolhimento empresarial; o programa
completa-se com uma praça exterior para representação».
Pólo 2: «representações de teatro e artes
performativas, concertos musicais, representação teatral, espectáculos de dança
e ballet, cinema (tecnologia digital), concertos musicais de banda,
conferências e eventos de idêntica natureza, conferências, desfiles de moda; o
programa deste Pólo 2 completar-se-á com o grande espaço exterior para
representação, que aproveita o lago existente numa antiga pedreira e o
transforma num palco ao ar livre (assente sobre sistema de jangada) capaz de
receber espectáculos de teatro de rua, espectáculos de som, iluminação e
pirotecnia (paralelamente, está em curso um projecto de recuperação ambiental e
paisagística da Pedreira das Penas). Numa segunda fase, as escolas existentes,
serão demolidas e o local transformado na grande praça da cidade de Santa Maria
da Feira, capaz de receber espectáculos dos mais variados tipos».
PÓLO 1 (projecto)
| Pólo 1: Acesso Público |
«A área global do terreno é de 4.890,00 m², classificado no actual Plano Director Municipal como Área de Urbanização Condicionada. Possuindo frentes para os dois arruamentos, aumentando a sua cota no sentido Sul/Norte (cerca de 5 metros de desnível), será a uma cota intermédia ajustada a essa realidade que o edifício será implantado, havendo, no entanto, alguns movimentos de terras que estabelecerão a relação entre as cotas actuais e as cotas propostas. Toda a área limite do terreno, bem como a sua envolvente imediata, será devidamente arborizada, de forma a funcionar não só como enquadramento paisagístico mas também como protecção e isolamento acústico. Aliás, prevê-se, numa fase mais avançada do processo, o aparecimento de percursos pedonais que ligarão aquela área ao centro da cidade de Santa Maria da Feira e, por conseguinte, ao edifício denominado por Pólo 2.»
«O edifício ocupará «uma área total de
3.504,00 m², a construção ocupa 2 pisos, havendo contudo um volume central mais
alto destinado à área do espaço multiusos».
«O corpo 1 incorpora uma grande sala
multiusos, com uma dimensão aproximada de 23x23m e uma altura interior na ordem
dos 18 metros. Este espaço, possuirá relação directa com a área destinada ao
público em geral, a qual será composta pelo foyer, bar de apoio e sanitários de
serviço».
«Do mesmo modo, preconiza-se que essa sala
principal tenha uma estrita relação com os espaços de trabalho e de armazém.
Assim, ao nível térreo, surgem os espaços de carpintaria, serralharia, ateliês
de produção artística, armazéns e arrumos».
«No piso superior, prevê-se novas salas e
ateliês de trabalho, salas de gravação, sonoplastia, luminotecnia, camarins e
balneários, lavandaria e espaços de arrumos».
«Será ainda neste corpo do equipamento onde
se localizarão todas as áreas necessárias à gestão administrativa do centro de
artes, bem como os espaços que albergarão actividades empresariais ao nível dos
negócios criativos, incubadora de empresas para negócios emergentes e diversas
salas de reunião».
«Por outro lado, o corpo 2 será
exclusivamente dedicado ao espaço residencial de artistas, numa lógica de
acolhimento com periodicidade variável. Desse modo, o espaço será constituído
por 6 unidades de alojamento, com capacidade para 12 a 18 pessoas. Prevê-se
ainda uma série de espaços de utilização colectiva, como cozinha , espaço de
convívio (com biblioteca, espaço para jogos), instalações sanitárias,
lavandaria e arrumos. O seu piso inferior será destinado a um amplo espaço de
arrumos».
PÓLO 2 (projecto)
| Pólo 2: Vista da nova Praça |
«A área global do terreno envolvente à operação é de aproximadamente 17.000,00 m². A proposta contempla a demolição do velho Cineteatro António Lamoso, substituindo-o por um Teatro com capacidade para 666 pessoas (poderá obter a capacidade máxima de 699, instalando duas filas de cadeiras na zona imediatamente contígua ao palco, na posição da plataforma do fosso de orquestra ao nível da plateia), bem como a requalificação paisagística e ambiental da pedreira das penas, devolvendo esse espaço à cidade e transformando o local num espaço cénico e de fruição pela população».
«Numa segunda fase, com a deslocalização do
edifício escolar haverá, então, condições para completar todo o conjunto,
através da constituição de uma grande praça exterior que, em conjunto com a
área cénica do lago anexo, constituirão o “palco” por excelência para a
apresentação e dinamização de todo o tipo de artes de rua».
«O edifício em causa, pela sua localização e
especificidade, pretende ter uma relação directa com a dinâmica urbana da
cidade, pelo que foi desenhado numa lógica de transparências que o “abrem” às
pessoas».
«Toda a área limite do terreno, bem como a
sua envolvente imediata, será devidamente arborizada, de forma a funcionar não
só como enquadramento urbano e paisagístico».
«Tendo em consideração o carácter do
equipamento, propõe-se um embasamento do edifício com uma altura de dois pisos,
ajustados às realidades existentes na envolvente, reservando-se à área do
palco, plateia e balcão, o grande volume que marcará, certamente, do ponto de
vista arquitectónico, aquele espaço urbano da cidade».
«O acesso de veículos pesados ao equipamento,
para cargas e descargas, será efectuado a Sul, pela Rua das Pedreiras, através
de uma suave rampa criada para o efeito. Do mesmo modo, essa rua permitirá
também o acesso ao espelho de água e à área cénica exterior. Ao nível do acesso
pedonal, serão criadas vários pontos de acesso ao edifício, sendo que o
principal, será efectuado a partir da Rua Prof. Egas Moniz. Na segunda fase, a
grande praça exterior poderá ainda vir a receber um parque de estacionamento
subterrâneo com capacidade para, aproximadamente, 180 viaturas».
O edifício propriamente dito ocupará «uma
área total de 5.352,00 m², a construção ocupa uma altura correspondente a 5
pisos, sendo que a caixa de palco, pela sua função, desenvolver-se-á numa
altura aproximada de 20 metros. De referir contudo, que a volumetria da
edificação é atenuada na zona da via pública existente, resultado da configuração
arquitectónica do edifício».
«Assim, tendo em consideração a
especificidade do programa e a organização funcional do edifício, optou-se por
localizar a entrada principal ao nível da Rua Prof. Egas Moniz, a partir do
qual o foyer promoverá a distribuição para todos os espaços do edifício, em
redor do auditório».
«Trata-se de uma abordagem arquitectónica que
condensa toda a essência funcional do novo teatro e sala de espectáculos. Um
edifício basicamente caracterizado por dois volumes com funções bem diferenciadas:
um volume central, mais opaco em termos de materialidade, correspondente ao
espaço das sala de espectáculos propriamente dita e suas dependências técnicas
e funcionais mais directas, e um volume circundante, mais baixo, transparente
na materialidade, onde se localizam os espaços destinados ao público, camarins,
áreas administrativas e bar, com acessos diversos e a diferentes níveis, à sala
de espectáculos».
«Previamente à descrição do interior, é
importante salientar a imagem arquitectónica exterior, marcada por um desenho
de linhas elegantes que se pretende constituir como uma referência na cidade.
Utilizando materiais e formas simples, pretende-se obter a máxima transparência
para o interior do edifício, principalmente das zonas afectas ao público em
geral, medida essa que permitirá aos cidadãos que passam, ou permaneçam, junto
do edifício, terem noção das vivências e dinâmicas do interior. No fundo, para
que lhes seja transmitido o desejo de “entrar” e participar na actividade
cultural. Esse objectivo de atracção do público será também intensificado com o
aproveitamento do espaço exterior para a colocação de pendões e cartazes para
anúncio de espectáculos e eventos».
«A futura grande praça exterior, que se
preconiza vir a ser desenvolvida a médio prazo, reforçará também o carácter de
centralidade que se deseja para o local».
«Desse modo, a partir do espaço público que
se desenvolve a partir da Rua Prof. Egas Moniz, acede-se à entrada principal,
ligeiramente recuada e coberta pelo piso superior da zona destinada ao público.
Existe ainda uma segunda entrada lateral para público, associada ao bar e à
cota intermédia da plateia, com ligação a partir de uma rampa que permite o
acesso a pessoas de mobilidade reduzida. Esse percurso, permite também o acesso
à zona da Pedreira das Penas e ainda a uma pequena e discreta entrada directa
na zona de palco (exclusiva a artistas e técnicos)».
«A terceira entrada lateral relaciona-se com
um acesso mais directo do exterior ao piso inferior, onde se localiza a sala de
ensaios, que poderá ser aproveitada para outros fins, nomeadamente pequenas
conferências, formação, etc».
«Na zona posterior do edifício, localizam-se,
por fim, as entradas eminentemente técnicas, para cargas/descargas e controlo
de acessos do pessoal afecto à actividade diária do equipamento».
«Ainda sobre o exterior, torna-se
indispensável referir o grande volume revestido a pedra natural, fixada por um
sistema de grampos, seccionado pelo volume em vidro. Na fachada norte, será
colocado um lettering com a insígnia “CAIXA DAS ARTES”».
«A partir da entrada principal, o espectador
ou visitante encontra um amplo espaço público, que funciona com foyer/átrio e
que envolve a sala de espectáculos. Trata-se também de um espaço
multifuncional, de estar e de lazer, que, para além de um bar/cafetaria, possui
também espaços para as mais diversas exposições de artes plásticas, fotografia,
documentais, etc».
«Em forma de “U”, o espaço público que
envolve a sala de espectáculos possui, nas suas zonas de rotação, escadarias
para acesso aos diversos níveis do edifício».
«Numa das suas extremidades, situam-se as
instalações sanitárias, destinadas a ambos os sexos e a pessoas com mobilidade
reduzida».
«Aliás, todo o projecto foi desenvolvido
tendo em consideração a possibilidade de acesso por parte de deficientes
motores, a todos os espaços do edifício».
«Evidentemente que importante será referir e
descrever o espaço destinado a auditório/sala de espectáculos com capacidade
para 666 pessoas (podendo chegar à capacidade de 699 pessoas), e que comporta
também as maiores especificações do ponto de vista técnico, nomeadamente no que
diz respeito à acústica e arquitectura de cena».
«Com uma organização simples, desenvolve-se
através de uma plateia e de um balcão (no caso do balcão, e atendendo à
especificidade do espectáculo em cena, poderá não ser utilizado)».
«Com diversos acessos a diferentes níveis,
pode considerar-se que as entradas e saídas do público se processarão com
enorme facilidade e segurança, sendo também interessante verificar a
organização e disposição das cadeiras da forma mais favorável e de acordo com
os níveis mais interessantes ao nível da visualização e ponto de vista do
público».
«Está programada a existência de 12 lugares
destinados a pessoas com mobilidade reduzida, desenhados de acordo com as
especificações regulamentares e distribuídos por locais nobres do anfiteatro».
«Desenvolvida num conceito de bancada, a
plateia ou anfiteatro rematará com a zona do palco e fosso de orquestra, local
onde se localiza uma plataforma susceptível de ser elevada hidraulicamente e
trancada ao nível desejado. É exactamente em função do nível desejado da
plataforma que se poderá (ou não) aumentar a capacidade da sala em 33 lugares».
«Relativamente ao palco, de referir o enorme
vão envidraçado que permite uma visualização e interacção entre a sala de
espectáculos e a Pedreira das Penas e toda a sua organização que permite aos
artistas a maior comodidade nas ligações internas aos camarins como também aos
dispositivos de cargas e descargas de materiais. A caixa de palco, com uma
altura aproximada de 18 metros, possui vários níveis e varandas técnicas,
rematando com a zona da falsa teia a partir da qual se fixarão e manipularão
vários equipamentos de apoio ao trabalho cénico».
«Quanto às comunicações verticais, recorda-se
que o público poderá aceder aos diferentes níveis de anfiteatro pela zona
circundante à sala e pelas escadas de acesso localizadas no foyer/átrio. Quanto
aos técnicos e artistas, estes possuirão caixas de escadas e
elevador/montacargas nos espaços contíguos ao palco».
«Numa sala projectada de raiz, de referir que
existiram redobrados cuidados nas características que influenciam a acústica,
adoptando soluções compatíveis com os níveis de qualidade pretendidos. No
interior da sala, para além de uma cuidada escolha dos revestimentos,
nomeadamente nos painéis acústicos das paredes e no sistema de tecto duplo, houve
a preocupação de um desenho simples e cuidado, de modo a que o utilizador se
sinta confortável (a este nível, de referir, nomeadamente, a escolha de um
modelo de cadeira do tipo “poltrona”)».
«O programa do edifício, é complementado com
os restantes espaços anexos de apoio, nomeadamente os camarins e salas técnicas
de apoio à actividade artística. No piso inferior, relacionando-se com o
sub-palco e fosso de orquestra, prevêem-se mais espaços de camarins e de
arrumos, bem como uma sala de ensaios/aquecimento».
«O programa do edifício contempla ainda,
genericamente, a existência de salas de apoio administrativo, direcção e
espaços para formação».
«Ao nível exterior prevê-se do mesmo modo, a
existência de duas grandes áreas cénicas: uma ao nível do plano de água
existente, através de estruturas apoiadas directamente sobre a água, e outra,
relacionada com a cota da Rua, correspondente à grande praça exterior».
![]() |
| Pólo 1: Praça "Interior" |
Em jeito de conclusão, o Arquitecto responsável pelo projecto [Pedro Castro e Silva] deixa-nos uma nota-resumo:
A multifuncionalidade do complexo Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua, permite-lhe valências, para as mais diversas artes performativas, que são difíceis de encontrar na generalidade das salas do país. Não se pode pois, dissociar, o interesse estratégico dos dois edifícios (Pólo 1 e Pólo 2) que criarão uma enorme apetência nos produtores culturais e nas escolas de formação de teatro e de música.Não esquecendo a determinação de minimizar o investimento, numa época de difícil conjuntura económica de Portugal e da Europa, e numa perspectiva de controlo rigoroso e minimização dos custos de exploração e manutenção, Santa Maria da Feira ficará a dispor de um equipamento de elevada qualidade, com uma especificidade única no país e marcante em toda esta vasta região da Grande Área Metropolitana do Porto.Esta é uma oportunidade única para que Santa Maria da Feira possua um complexo de cariz cultural criado de raíz e que contribua para a confirmação do município como a “capital” do teatro e artes de rua no país.Hoje, como dantes, é importante que a arquitectura e as artes em geral, revelem e marquem a sua época, não apagando “memórias” nem as marcas da história e cultura antecedentes.
O Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua, contemporâneo, moderno, versátil, substituirá o que já foi ultrapassado, respeitando contudo, a memória dos que, noutros tempos, já viveram a cultura e o território com alegria…
Resta-nos, agora, aguardar pela abertura do concurso público para a execução da obra, que se prevê para as próximas semanas e, depois, aguardar cerca de dois anos pela conclusão do projecto.
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Bruno Costa
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11/08/2011 12:00:00 da manhã
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Cidade,
Cultura,
Investimento
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Feira tem a água mais cara da Área Metropolitana do Porto
Santa Maria da Feira é o concelho da Área
Metropolitana do Porto onde a água é mais cara, em contraponto com
Arouca, onde a água sai mais barata. Para o ano, e pela primeira vez,
serão auditadas as tarifas de água e saneamento das 308 câmaras do país.
Para Poças Martins, presidente da Comissão de
Estruturação das Águas do Porto - que ontem participou no seminário
"Cidades Globais", abordando o tema "Gestão eficaz, um desafio em tempos
de crise" - a medida pioneira levará a que haja "uma proximidade maior
do preço da água entre concelhos". A norma, a ser implementada em 2012
foi, aliás, anteontem abordada na Assembleia da República, na Comissão
do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local. Por agora, as
discrepâncias de tarifas entre concelhos fazem com que a população de
Santa Maria da Feira seja aquela que, na Área Metropolitana do Porto,
mais pague pela água, sendo-lhe apresentada mensalmente uma conta de 23
euros por cada 10 metros cúbicos de água. Ou seja, mais do dobro do que é
pago em Arouca, onde a água está mais barata.
@ JN
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Bruno Costa
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11/07/2011 12:06:00 da tarde
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Economia
domingo, 6 de novembro de 2011
Comissão Politica do PSD elogia trabalho da autarquia na área da Educação
O investimento que, nos últimos anos, tem vindo a ser feito na
requalificação do parque escolar do concelho de Santa Maria da Feira foi
o que se destacou da reunião entre a Comissão Política e Concelhia do
PSD e a vereadora da Educação e Cultura da autarquia feirense, Cristina
Tenreiro. Os sociais-democratas, em comunicado, lembram que, “até ao
momento, entre edifícios escolares já concluídos, em construção e em
concurso, está em causa um investimento de 25 milhões de euros”. “Um
esforço notável de empenho e de excelente aproveitamento de verbas do
QREN (Quadro Nacional de Referência Estratégico)” – realçam em
comunicado, considerando serem os números reveladores “da aposta e da
prioridade que a Câmara de Santa Maria da Feira dá à área da Educação”.
A concelhia “laranja” enumera os centros escolares já em funcionamento,
tais como, Sanguedo, Mosteirô e de Valrico, sendo que outros estavam já
ao serviço das comunidades educativas, nomeadamente, Escola Básica do
Sobral, Escola básica de Chão do Monte, Escola Básica de Lobão e Escola
básica de Louredo. “Neste momento, preparam-se candidaturas aos centros
escolares de Arrifana, Santa Maria da Feira e Fornos. Estes últimos
representarão mais um investimento, a somar aos 25 milhões, de cerca de
seis milhões de euros” – aponta a Comissão Política Concelhia do PSD.
“Claro ficou também que o pelouro se encontra a incrementar plenamente
as estratégias de desenvolvimento apresentadas há dois anos aos
feirenses: na educação, concluir a construção dos centros escolares; na
cultura, construir a Caixa das Artes, manter a qualidade dos eventos e a
sua sustentabilidade e qualificar a rede associativa do concelho; no
desporto, cumprir as metas traçadas no plano estratégico de
desenvolvimento desportivo; e na juventude, garantir a transversalidade
das políticas de juventude”.
A Comissão Política do PSD refere que continuará, durante as próximas
semanas, a reunir-se com os vereadores da Câmara Municipal de Santa
Maria da Feira.
@ 7sete
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11/06/2011 05:26:00 da tarde
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Política
sábado, 5 de novembro de 2011
Ludgero Marques: "O Europarque não é nenhum 'flop'. Foi e é uma obra fantástica"
"O Europarque, espectacular por natureza", lê-se num antigo folheto de
apresentação do maior centro de congressos do País. "É um disparate",
reagiu José António Barros, em 2009, quando contava apenas um ano como
sucessor de Ludgero Marques à frente da Associação Empresarial de
Portugal (AEP). Agora que o complexo empresarial de Santa Maria da
Feira, com uma dívida superior a 30 milhões de euros, foi entregue à
banca, que deverá executar o aval do Estado, chegou o ajuste de
palavras. "O Europarque foi e é uma obra fantástica. Mais nada!", reagiu
Ludgero Marques, em declarações ao Negócios.
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Bruno Costa
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11/05/2011 12:00:00 da manhã
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Economia
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
A1: um morto e quatro feridos em choque de cinco carros
Um acidente registado ao princípio da noite desta sexta-feira na A1,
perto de Santa Maria da Feira, envolveu cinco viaturas
ligeiras, provocando um morto, dois feridos
graves e dois ligeiros, disse fonte dos Bombeiros dos Carvalhos à Lusa.
O sinistro ocorreu no sentido Norte-Sul, quilómetro 276, pouco depois das 19:00, ficando então obstruídas duas das três faixas de rodagem.
Um dos feridos graves foi transportado pelos Bombeiros dos Carvalhos para o Hospital de São Sebastião, Santa Maria da Feira, e o outro foi conduzido a unidade hospitalar não especificada pelos Bombeiros de Lourosa.
Além dos bombeiros dos Carvalhos e Lourosa, foram chamados ao local uma viatura médica de emergência (VMER) e efectivos do Destacamento de Trânsito da GNR.
O sinistro provocou filas de trânsito devido à redução do número de faixas de circulação disponíveis no sentido Norte-Sul.
O sinistro ocorreu no sentido Norte-Sul, quilómetro 276, pouco depois das 19:00, ficando então obstruídas duas das três faixas de rodagem.
Um dos feridos graves foi transportado pelos Bombeiros dos Carvalhos para o Hospital de São Sebastião, Santa Maria da Feira, e o outro foi conduzido a unidade hospitalar não especificada pelos Bombeiros de Lourosa.
Além dos bombeiros dos Carvalhos e Lourosa, foram chamados ao local uma viatura médica de emergência (VMER) e efectivos do Destacamento de Trânsito da GNR.
O sinistro provocou filas de trânsito devido à redução do número de faixas de circulação disponíveis no sentido Norte-Sul.
@ TVI24
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11/04/2011 09:40:00 da tarde
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Estrada
Governo diz NÃO (no imediato) à Via Feira-Arouca [mesmo com financiamento comunitário]
As afirmações do ministro foram feitas hoje, quando esteve reunido com
os autarcas do Grande Porto. A ocasião serviu para discutir a igualdade
no tratamento de todas as regiões do país.
Álvaro Santos Pereira ressalvou que as grandes obras, como a ligação rodoviária entre Arouca e Santa Maria da Feira e a conclusão de toda a rede do metro do Porto, só avançam quando houver dinheiro para o fazer.
Álvaro Santos Pereira ressalvou que as grandes obras, como a ligação rodoviária entre Arouca e Santa Maria da Feira e a conclusão de toda a rede do metro do Porto, só avançam quando houver dinheiro para o fazer.
@ RR
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11/04/2011 08:27:00 da tarde
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Mobilidade,
Polémica,
Política
Corticeira Amorim aumenta lucros em 21% até Setembro
O
resultado líquido da Corticeira Amorim aumentou 20,9% para 21,4 milhões
de euros, nos primeiros nove meses do ano, face ao período homólogo. Os
lucros da corticeira deveram-se ao crescimento dos mercados da empresa
de Américo Amorim.
Em comunicado enviado à Comissão do
Mercado de Valores Mobiliários, a Corticeira Amorim anunciou o aumento
das vendas em quase 10% para 380 milhões de euros, realçando que
"crescimento dos seus mercados continua a ser um dos principais
justificativos para a apresentação de bons indicadores de actividade e
de resultados".
Nos primeiros nove meses de 2011, o EBITDA
(Resultados Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortizações)
aumentou 14,5% para 59,6 milhões de euros.
Pelo sétimo trimestre
consecutivo, a corticeira liderada por António Rios Amorim registou um
crescimento das suas vendas consolidadas, em 8,9% quando comparado com o
trimestre homólogo.
Até Setembro, a Corticeira Amorim vendeu mais
18 milhões de euros de rolhas, totalizando 227,5 milhões de euros, do
que nos primeiros nove meses de 2010, o que em quantidade representou
mais 200 milhões de unidades.
O aumento da produção em cerca de
14% conduziu ao crescimento dos custos operacionais directos em 9,5% bem
como ao aumento nos fornecimentos e serviços, explica a corticeira com
sede em Mozelos, Santa Maria da Feira, realçando "a subida nos custos da
energia e dos transportes e os custos relacionados com a nova colecção
da unidade de negócios Revestimentos a lançar em 2012".
@ JN
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11/04/2011 08:24:00 da tarde
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Economia
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Beira-Mar vs Feirense
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11/03/2011 11:15:00 da tarde
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Desporto
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
11/11/2011 será o dia da "Caixa das Artes"
O projecto final da Caixa das Artes foi, hoje, aprovado em reunião de Câmara. As alterações ao projecto de execução, ao longo dos últimos meses, permitiram a manutenção de todas as valências, garantindo os padrões de qualidade e versatilidade dos dois pólos, apenas por ajustes nos materiais a utilizar na construção e na minimização de gastos supérfluos.
Santa Maria da Feira está finalmente de braço dado com a sua maior montra criativa. No dia 11 de Novembro o projecto será apresentado publicamente, sendo posteriormente aberto o concurso público.
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Bruno Costa
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10/31/2011 07:50:00 da tarde
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Cidade,
Cultura,
Investimento
Insólito em Arrifana: Sogra "transladada" antes de morrer
O caso foi, esta noite, noticiado pela TVI.
Tudo terá começado pela descoberta de que na campa da família já não constavam as fotografias dos entes falecidos. Mais tarde, chegaria a percepção de que a sepultura teria sido (re)vendida e o corpo lá sepultado teria sido transladado, apenas 5 meses após o funeral (sendo 3 anos o mínimo legal).
Após queixa no Ministério Público de Santa Maria da Feira relativo à ilegalidade da transladação do corpo, o caso seria arquivado. Ao pedido de reabertura o queixoso foi acusado de "movimentar" o corpo da sogra (por sinal ainda viva e de boa saúde) para outra "campa".
No meio de tanta confusão, nem Junta de Freguesia de Arrifana nem Ministério Público quiseram prestar declarações à equipa de reportagem da TVI.
Fica a estranheza no ar.
Correio da Manhã destaca o caso:
Em resposta a uma queixa do genro de Felismina, o MP diz que as testemunhas, entre as quais está Felismina, confirmam a trasladação do corpo da sogra do queixoso. "Sou viúvo e durmo com um cadáver sem saber", ironiza o marido, José Cazcarra. Esta decisão do tribunal vem na sequência da venda do jazigo de família, feito por uma tia de Felismina, à revelia dos herdeiros. O caso envolve a Junta de Freguesia de Arrifana.
Correio da Manhã destaca o caso:
Mulher foi dada como morta pelo tribunal
O Ministério Público (MP) de Santa Maria da Feira deu como morta uma mulher, de 57 anos, e diz ter sido ela própria a testemunhar a trasladação do seu cadáver. "Enterraram-me viva, mas o mais grave é que afirmam que fui eu que testemunhei que estava morta", diz a mulher.Em resposta a uma queixa do genro de Felismina, o MP diz que as testemunhas, entre as quais está Felismina, confirmam a trasladação do corpo da sogra do queixoso. "Sou viúvo e durmo com um cadáver sem saber", ironiza o marido, José Cazcarra. Esta decisão do tribunal vem na sequência da venda do jazigo de família, feito por uma tia de Felismina, à revelia dos herdeiros. O caso envolve a Junta de Freguesia de Arrifana.
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10/31/2011 12:00:00 da manhã
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Polémica
domingo, 30 de outubro de 2011
Feirense: último jogo na "casa" de Aveiro com sabor amargo
Wolsfinkel desbloqueou, de penalty, mas quebrar a resistência da turma da Feira foi tudo menos fácil.
O Sporting somou neste domingo a décima vitória consecutiva e, beneficiando do empate do Sp. Braga em Coimbra, isolou-se, à condição, no terceiro lugar do campeonato.
A «vítima» foi o Feirense, que, em casa emprestada, apenas havia somado empates (um deles frente ao F.C. Porto) até ao momento. Para os de Santa Maria da Feira, fica o consolo de ter obtido a melhor receita da época, além da boa imagem que ficou na primeira parte.
No próximo jogo, o regresso ao lar só poderá funcionar como trunfo.
O eucalipto da Feira
O Feirense qual eucalipto, sob secar os terrenos em seu redor, que é como quem diz soube posicionar-se de forma porfiada, ocupar bem os espaços, fechando sobretudo as alas, e aproveitou alguma liberdade para meter velocidade e acelerar em contra-ataque.
Perante esta postura, o Sporting procurou estender o seu jogo, usando Capel como saca-rolhas mas, do outro lado, Matías Fernandez não conseguia, nem de perto nem de longe, atingir a mesma intensidade. Foi dessa forma, «coxa», que os leões carregaram sobre o adversário, revelando sempre grande dificuldades em penetrar na espessa cortina defensiva feirense.
Wolfswinkel teve oportunidade de chegar ao golo por duas vezes mas chegou atrasado na primeira e viu Paulo Lopes, na segunda ocasião, fazer uma vistosa defesa para canto, já sobre o apito para o intervalo. Era, ainda assim, muito pouco para um candidato ao título e Domingos foi para os balneário de semblante carregado, certamente a pensar que tinha de mudar alguma coisa.
Se tentou fazê-lo, não foi através de qualquer substituição. Mas a partida recomeçou, de facto, mais animada. Henrique e Ludovic estiveram à beira de inaugurar o marcador, e, pelo meio, o holandês goleador dos leões voltou a testar Paulo Lopes. O Sporting tentava mas o Feirense não se desorganizava.
Henrique vai para rua e o leão quebra a resistência feirense
O equilíbrio ficou ameaçado quando Henrique, por duas faltas sobre Capel no espaço de apenas dois minutos, recebeu ordem de expulsão do árbitro. Acto contínuo, Domingos retira Elias e lança Carrillo, ao mesmo tempo que Quim Machado tenta reajustar a equipa, fazendo recuar Varela e trocando Hélder Castro por Sténio.
Nesta altura, não restava alternativa aos donos da «casa» senão defender com tudo o que tinham em campo e no banco. Só que houve quem tivesse levado a tarefa tão a peito, caso de Cris, que acabou por derrubar Shaars em plena área. Wolfswinkel acertou contas com Paulo Lopes e abriu o marcador da linha de 11 metros.
Em vantagem e com mais um homem em campo, a formação de Alvalade partiu em busca do golo da tranquilidade. Chegou novamente por obra e graça de um holandês, a compor o resultado, num momento de felicidade que lhe assentou como uma luva.
@ Mais Futebol
NOTA: não sendo eu um perito em futebol, não me irei estender no "caso" da arbitragem. Na verdade, a minha percepção e os comentários ao vivo parecem coincidir: o lance que ditou a expulsão até poderá ser duvidoso (ou não), mas quanto ao penalti, onde está ele? A ver vamos qual o tratamento jornalístico ao caso (até agora, nada). Dez minutos épicos mudaram um jogo que de outra forma, certamente, teria um final bem diferente.
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Bruno Costa
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10/30/2011 10:25:00 da tarde
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Desporto
Rodrigo Nunes em entrevista ao Record e Antena 1
O
presidente do clube de Santa Maria da Feira assumiu, nesta entrevista, o
seu sportinguismo, mas foi com igual naturalidade que desejou o fim do
ciclo vitorioso leonino já no compromisso de hoje, que, para sua
tristeza, ainda não será realizado no renovado Marcolino de Castro.
RECORD
– Estamos prestes a dobrar o primeiro terço do campeonato e o Feirense
continua a jogar em casa emprestada. Qual a razão dessa situação?
RODRIGO
NUNES – Porque é o normal nestas situações. Sempre que nos metemos em
obras, as coisas não correm como pretendíamos. Esta é uma obra enorme,
uma transformação muito grande... Já sabíamos que a Liga não ia aprovar o
estádio nas condições em que está, até porque o jogo desta jornada é de
alto risco, com um grande do futebol português e iríamos ter,
seguramente, lotação esgotada. Para primeiro jogo depois da remodelação
podia ser complicado.
R – E para quando está previsto o regresso a casa, ao renovado Marcolino de Castro?
RN
– O próximo jogo em casa é com o Rio Ave, a 17 de novembro. Portanto,
temos quase um mês para terminar as obras. Estou convencido que nesse
dia vamos disputar o primeiro jogo da época em nossa casa.
R – Algum problema com o relvado?
RN
– Não, o relvado está excelente e o estádio está bonito: as entradas,
os acessos, os torniquetes, algumas partes dos camarotes e das salas de
apoio, o próprio balneário... Havia ali algumas situações que tínhamos
de terminar. Estamos satisfeitos com aquilo que está feito, com esta
obra fantástica que está a orgulhar todos os feirenses.
R – O estádio fica no centro da cidade, não teria sido preferível construir um novo?
RN
– Sim, nós pensámos nisso. Desde que tomámos posse, há 10 anos,
pensámos sempre que o futuro passaria pela construção de um estádio no
nosso complexo desportivo, numa freguesia de Santa Maria da Feira. Não
foi possível, porque houve alguns entraves não só com a aquisição de
terrenos junto ao nosso complexo, mas também porque o estádio atual foi
oferecido pelo senhor Marcolino de Castro e, até à terceira geração, a
família tem uma palavra a dizer sobre a alienação daquele espaço e,
neste tempo todo, não conseguimos chegar a acordo com a família e foi-se
perdurando a construção de um novo estádio. Mas, agora, porque subimos e
porque precisávamos de rapidamente realizar obras ou construir um
estádio novo para podermos fazer os jogos na Liga Zon Sagres, achámos
que esta era a maneira mais rápida e remodelámos o Marcolino de Castro.
Iniciámos o projeto com a ideia de que não íamos fazer tantas obras de
fundo, mas depois, porque ficava melhor uma determinada bancada, um
determinado balneário ou mesmo os camarotes, avançámos a fundo e, hoje,
creio que temos estádio para mais 30 anos. Tão cedo não vamos pensar na
construção de um novo estádio.
R – É possível avaliar os gastos que têm tido com esta situação? Isso pode provocar desvio nas contas do Feirense?
RN
– Não tivemos custos absolutamente nenhuns com o Estádio do Mergulhão.
Foi uma oferta da direção do Cesarense, porque o nosso
presidente-adjunto, o senhor Franklim Freitas, é natural de Cesar e,
como ele nos tem ajudado muito, nós achámos que lhe devíamos prestar
esta simbólica homenagem e fizemos o jogo da Taça de Portugal, com o
Nacional, no Mergulhão. Quanto ao Estádio Municipal de Aveiro, temos
custos e eles são elevados. Mesmo com a receita do jogo com o FC Porto,
ainda não tivemos qualquer proveito económico por jogarmos no Municipal
de Aveiro.
R – O jogo deste domingo com o Sporting pode contrariar essa tendência?
RN
– Eu espero que sim, até pelo momento do Sporting. O leão esteve muitos
anos adormecido e espero que este entusiasmo que se nota seja motivo
para o Municipal de Aveiro ter uma boa casa.
R – É simpatizante do Sporting?
RN – Sou, sou. O meu segundo clube é realmente o Sporting, mas neste jogo quero, claramente, que o Feirense ganhe por 10-0.
R – Então não tem o coração dividido?
RN
– De maneira nenhuma. Nem se põe essa hipótese. Às vezes pensava nisso,
pensava como seria defrontar o Sporting, mas a vontade que o Feirense
ganhe é tanta... E por vários motivos: porque sou o presidente, porque
quero que o meu clube consiga manter-se na Liga Zon Sagres e porque, se
conseguíssemos vencer o Sporting, até iríamos fazer história. Esta é a
quarta vez que o Feirense está na principal liga do futebol português e
nunca ganhou a nenhum dos grandes. O facto de isso poder acontecer este
domingo é fantástico, seria um momento memorável.
R – Sente coração apertado pelo momento do Sporting? Acha que o Feirense pode sofrer bastante esta noite?
RN
– É evidente que o Feirense vai sofrer. Era melhor recebermos o
Sporting numa altura em que a sua equipa estivesse menos bem, mas o
momento que atravessa também é bom e por tudo: pela receita, pela festa e
também poderá ser bom para nós, porque eles podem estar um bocado
distraídos. Esta semana também me senti..., vá lá, satisfeito, por ouvir
os dirigentes do Sporting mais preocupados com os bilhetes para o jogo
com o Benfica do que com o jogo com o Feirense. Não se preocuparam com o
facto de terem mais 2 jogos até ao Benfica. Esta euforia que se vive no
Sporting pode não ser a mesma quando chegar o jogo com o Benfica. O
Sporting pode chegar ao Benfica com 9 pontos de atraso, pois tem mais 2
jogos para realizar. Esta euforia é boa, eu espero que quer os jogadores
quer o Domingos estejam a pensar como os dirigentes do Sporting e que
se distraiam um bocadinho.
@ Record
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Bruno Costa
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10/30/2011 06:00:00 da tarde
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Desporto
BE | Encerramento da Linha do Vouga: PSD e CDS uniram-se para sacrificar os portugueses
A tarefa principal do actual Governo PSD-CDS tem passado pelo aumento sistemático de impostos, pelos cortes nos salários, nos subsídios e no rendimento do trabalho; paralelamente, aumenta-se o custo de vida e corta-se no Estado Social e serviços garantidos pelo Estado, transferindo mais despesas para as pessoas. O encerramento anunciado para a Linha do Vouga insere-se neste contexto de agressão generalizada.
Este Governo é, para uns, uma comissão de favores, vendendo bancos a 40 milhões de euros... Para outros, é uma comissão liquidatária, destruindo serviços que fazem falta à população e à coesão territorial.
Argumentam sobre a despesa da linha do Vouga, mas são argumentos para enganar. São mentiras e não argumentos!
Ainda recentemente foram investidos quase 4 milhões de euros nesta linha para automação de passagens de nível; agora esse investimento vai para o lixo! No sul da linha, o investimento em dinheiro e em reforço de horários e de comboios, mostra é que se a oferta for adequada às necessidades das pessoas, há um aumento no número de passageiros.
A Linha do Vouga tem sido abandonada pelos sucessivos governos, através da redução de horários, redução do número de comboios, redução da qualidade e do serviço. A linha do Vouga é necessária, mas os governos não a souberam cuidar, deixando-a quase ao abandono. Agora, PSD e CDS querem ser os coveiros da Linha do Vouga.
À morte que este governo lhe quer impor, devemos responder com a necessidade de investimento e com a importância que ela tem para a região. O Bloco de Esquerda não aceita que essa cassete sobre austeridade e sacrifícios seja justificação para desmantelar as vidas das pessoas.
Pela Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Aveiro.
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Bruno Costa
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10/30/2011 12:00:00 da manhã
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sábado, 29 de outubro de 2011
Antvisão C.D. Feirense vs Sporting C.P. [Amanhã, 20h15]
Paulo Lopes: “Não temos medo de ninguém, senão não íamos para o jogo”
Paulo Lopes, o guardião da equipa da Feira, reconhece, numa entrevista a
Bola Branca, que esta não é a melhor altura para defrontar o Sporting.
Ainda assim, o Feirense está precavido para o bom momento dos leões.
“Estamos confiantes, estamos com vontade de que o jogo chegue o mais rapidamente possível. Sabemos que o Sporting é uma equipa forte, mas estamos preparados para ter o melhor resultado possível”, garante.
Paulo Lopes será o último obstáculo para o ponta-de-lança holandês do Sporting, Ricky van Wolfswinkel. A veia goleadora do avançado não atemoriza o guardião do Feirense, que afirma que “não há nenhum jogador que assusta, porque não temos medo de ninguém”. Mal era, senão não íamos para o jogo. Agora temos que ter as devidas precauções, não só como ele, mas com a equipa toda, porque o Sporting vale pelo todo”.
Enquanto o estádio Marcolino de Castro não está pronto para receber jogos da 1ª Liga, a equipa joga em Aveiro. O campo neutro não servirá de desculpa, mas os jogadores prefeririam actuar em casa.
“Nós gostávamos de jogar no nosso estádio, mas já desde o início da época estávamos preparados para estes cenários. Vamos estar, na mesma, concentrados. A motivação e a vontade é a mesma, mas é lógico que no nosso estádio as dimensões são diferentes e provavelmente seria diferente”, considera Paulo Lopes.
“Estamos confiantes, estamos com vontade de que o jogo chegue o mais rapidamente possível. Sabemos que o Sporting é uma equipa forte, mas estamos preparados para ter o melhor resultado possível”, garante.
Paulo Lopes será o último obstáculo para o ponta-de-lança holandês do Sporting, Ricky van Wolfswinkel. A veia goleadora do avançado não atemoriza o guardião do Feirense, que afirma que “não há nenhum jogador que assusta, porque não temos medo de ninguém”. Mal era, senão não íamos para o jogo. Agora temos que ter as devidas precauções, não só como ele, mas com a equipa toda, porque o Sporting vale pelo todo”.
Enquanto o estádio Marcolino de Castro não está pronto para receber jogos da 1ª Liga, a equipa joga em Aveiro. O campo neutro não servirá de desculpa, mas os jogadores prefeririam actuar em casa.
“Nós gostávamos de jogar no nosso estádio, mas já desde o início da época estávamos preparados para estes cenários. Vamos estar, na mesma, concentrados. A motivação e a vontade é a mesma, mas é lógico que no nosso estádio as dimensões são diferentes e provavelmente seria diferente”, considera Paulo Lopes.
@ RR
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| Imagem: 7sete |
Quim Machado: “Prometo aqui que amanhã vamos jogar para ganhar"
“Prometo aqui que amanhã vamos jogar para ganhar, vamos jogar ao
ataque, ainda que sabendo que vamos defrontar a equipa mais moralizada
do futebol português”. As palavras são do treinador do Feirense, Quim
Machado, que este domingo (dia 30) recebe, em casa, o Sporting. O
técnico está confiante na boa prestação da equipa que, assegura, vai
”jogar sem medo”.
O Feirense vai disputar a jornada com o Sporting, equipa que
contabiliza já a nona vitória consecutiva. Os “azuis e brancos” não
vencem há seis jornadas, mas isso não preocupa Quim Machado, até porque,
“estatisticamente, o Sporting está próximo da derrota e o Feirense mais
perto da vitória”.
O treinador salienta que a formação tem de ser mais forte, jogar
concentrada e querer vencer. É esta, na sua perspectiva, a receita para
uma vitória, na qual se inclui também o factor sorte.
Depois da derrota com o Portimonense, o Feirense quer voltar aos golos,
até porque “temos de pontuar e conseguir mais vitórias“, pelo que, nem o
facto de ter jogado mais um jogo a meio da semana poderá, na opinião de
Quim Machado, servir como desculpa.
Estão convocados para o jogo deste domingo no estádio municipal de
Aveiro: Paulo Lopes, William, Luciano, Queirós, Ludovic, Miguel Pedro,
Douglas, Mika, Jonathan, Cris, Sténio, Rabiola, Hélder Costa, Varela,
Stopira, Diogo Rosado, Bamba, Fonseca e Henrique.
@ 7sete
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Bruno Costa
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10/29/2011 10:00:00 da tarde
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Desporto
Associação Salvador doa 100 mil euros [e apoia, entre outros, jovem feirense]
A Associação Salvador realizou esta terça-feira a cerimónia de entrega
dos apoios ‘Acção Qualidade de Vida’ a 31 pessoas com necessidades
especiais, no valor de 100 mil euros.
De acordo
dom Salvador Mendes de Almeida, fundador da associação com o mesmo nome,
a "quarta edição da iniciativa recebeu 124 candidaturas, cujos apoios
solicitados totalizavam 935 mil euros".
Nesse
sentido, e após um "esforço enorme para aumentar a verba disponível", a
Associação conseguir reunir 100 mil euros, o montante mais elevado até
ao momento.
Graças
ao computador doado pela Associação Salvador, Domingos Djata, de 18
anos, terá mais condições para sorrir e lutar pela realização do seu
sonho. "Quero ser operador de informática. Este computador vai-me dar a
possibilidade de trabalhar com programas de engenharia informática,
melhorar os meus conhecimentos e a minha qualidade de vida", revela o
jovem natural de Santa Maria da Feira.
@ Correio da Manhã
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Bruno Costa
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10/29/2011 08:00:00 da tarde
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Solidariedade
Milheirós de Poiares: Fogem e deixam busto para trás
Um grupo de assaltantes fugiu antes de conseguir carregar o busto em
bronze do professor José Valente de Pinho Leão erigido na zona de lazer
no centro da freguesia de Milheirós de Poiares, concelho de Santa Maria
da Feira.
Foi
um popular que, ontem de manhã, se apercebeu do busto caído junto ao
rio e alertou a GNR, que fez deslocar imediatamente a equipa especial
que está a trabalhar em exclusivo na investigação destes furtos.
Na
madrugada de ontem algo terá corrido mal aos assaltantes, que terão
sido obrigados a precipitar a fuga, deixando para trás o busto que pouco
antes arrancaram do pedestal em pedra.
Desde
Agosto, altura em que há notícia do primeiro furto no jardim em frente
ao Tribunal de Oliveira de Azeméis, que este crime tem disparado um
pouco por todo o distrito de Aveiro. Sem testemunhas, os investigadores
desesperam à procura das pistas que não encontram para os mais de 30
furtos já realizados.
A GNR tem reforçado o
policiamento mas os ladrões têm encontrado sempre forma de iludir os
militares e consumar os roubos, por vezes mais do que um por noite.
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Bruno Costa
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10/29/2011 06:00:00 da tarde
Alfredo Henriques sobre o futuro do Europarque
Alfredo Henriques, presidente da Câmara Municipal de Feira, responde a cinco questões colocadas pelo Negócios sobre o Europarque.
O Europarque vai passar para as mãos do Estado. Como vê este processo?
A nossa grande preocupação, e que há-de ser a preocupação de todos os portugueses, é de saber o que é que vai ser feito a um equipamento como aquele...
O que é que a AEP lhe disse?
A AEP foi-me mantendo ao corrente, sendo que a sua situação financeira não lhe permite outra coisa que não seja deixar que os bancos executem o aval do Estado. A partir daí, quem vai ter de decidir o que é que se vai fazer do Europarque será o Estado, que é quem vai pagar.
Já teve contactos com o Governo sobre esta matéria?
Alguns dos contactos que tem havido é com a secretária de Estado do Tesouro [Maria Luís Albuquerque], que é quem tem este processo. Vamos lá ver qual é a ideia que tem sobre isto, se quer manter o diálogo com a câmara e a AEP para manter o Europarque com os mesmo fins, naturalmente com as modificações que sejam necessárias, ou então... Enfim, teremos que ver qual é a perspectiva de quem paga, ou seja, o Estado. Mas ainda não tive a possibilidade de estar frente-a-frente com a secretária de Estado para pôr esta questão em cima da mesa.
A decisão do novo dono até pode ser fechar o Europarque, certo?
É o pior que pode acontecer. Espero que quem vai pagar, que é o Estado, juntamente com outras entidades, incluindo a câmara e a própria AEP, possa encontrar uma solução, pelo menos para a manutenção do equipamento ao serviço dos portugueses.
Mas pode fechar...
Sim, quem paga pode fechar. Se [o Estado] disser que fica fechado... fica fechado! Mas acho que qualquer pessoa de bom senso, face ao investimento que está ali feito, nunca adoptaria essa solução.
@ Jornal de Negócios
NOTA: Numa mera opinião pessoal, e dado o actual alinhamento de ideias do Estado, o caminho poderá ser paralelo à solução a adoptar para o Pavilhão Atlântico. Uma privatização [pós "nacionalização"] ou concessão será, provavelmente, o futuro do centro cultural e de congressos nos próximos meses.
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Bruno Costa
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10/29/2011 04:00:00 da tarde
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Europarque,
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Atropelamento em Lamas
Um menino de 12 anos sofreu ferimentos ligeiros na sequência de um
atropelamento, ontem à tarde, em frente ao Colégio de Lamas. A
vítima sofreu ferimentos nas pernas e foi transportada pelos bombeiros
de Lourosa para o Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira. A
GNR foi ao local.
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Bruno Costa
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10/29/2011 02:00:00 da tarde
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