quarta-feira, 18 de julho de 2012

Grevistas da ICL e da ICAL manifestam-se junto à residência do patrão

Os trabalhadores das corticeiras ICAL e ICL, em greve desde 6 de julho devido a salários em atraso, concentraram-se hoje em Espinho junto à residência do gerente, para "ele ter vergonha na cara e pagar o que deve".
Em dívida estão os salários de maio e Junho dos 85 trabalhadores das duas fábricas situadas em Lourosa, concelho de Santa Maria da Feira, e ambas pertencentes ao grupo Organizações Industriais de Joaquim Almeida Lima - cujo filho, Valdemar Lima, foi o alvo dos grevistas que, entre as ruas 20 e 27, gritaram para o prédio do empresário "Paga, Caloteiro!", empunhando ainda cartazes com frases como "Experimenta tu viver sem salário".
A explicação para essas palavras de ordem foi dada à Lusa por Joaquim Bessa, um dos operários mais jovens do grupo, com 12 anos de serviço na ICAL: "Há dois anos que o Valdemar Lima nos anda a pagar aos bocados quando é um dos homens mais ricos de Lourosa e não lhe falta dinheiro para andar a estourar na Bolsa".

Sequestrado na Venezuela

Um comerciante luso-venezuelano de 38 anos foi ontem sequestrado por quatro homens armados na cidade de Maracaibo, a 750 quilómetros a leste de Caracas. A família da vítima é natural de Santa Maria da Feira. Foi interceptado quando caminhava a pé para um ginásio a poucos metros da sua padaria.

@ Correio da Manhã

terça-feira, 17 de julho de 2012

Rádio Comercial disponibiliza gratuitamente single de Ricardo Azevedo


Ricardo Azevedo está de volta com um novo trabalho. No passado Sábado, o Castelo da Feira, recebeu a estreia do novo projecto e o regresso à estrada. Para marcar o feito, a Rádio Comercial disponibiliza gratuitamente o novo single "O Amor não me quer Encontrar", para tal basta usar este link.

Faleceu Sérgio Ribeiro - Presidente da Junta de Freguesia de Lourosa

O presidente da Junta de Lourosa, Sérgio Ribeiro, faleceu esta terça-feira, ao princípio da tarde, de doença súbita. O autarca sentiu-se indisposto nas imediações da igreja de Lourosa e foi transportado ao Hospital S. Sebastião, onde lhe foram ministradas, sem sucesso, manobras de reanimação.
Com 55 anos, Sérgio Ribeiro assumiu a presidência da Junta de Lourosa na sequência das eleições de 2001, depois de três mandatos como secretário do executivo presidido por Carlos Gomes, e era secretário da Mesa da Assembleia Municipal.
Foi dirigente do Lusitânia de Lourosa, do Centro Social, presidente do núcleo local do PSD e dirigente concelhio do partido e leccionou, durante três anos, a disciplina de Matemática no Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas.
Era economista, consultor de gestão, empresário e licenciado em Economia.

@ Terras da Feira [Facebook]

Eleições JSD Feira

Realizaram-se no dia 13 de Julho de 2012, eleições para os órgãos do Núcleo Residencial da JSD de Santa Maria da Feira. O acto ocorreu entre as 21 e as 23h na Sede concelhia. Para a Comissão Política foi escolhida a lista liderada por João Cunha, novo presidente do Núcleo para o mandato 2012/2013. Para a Mesa de Plenário, foi eleita a lista encabeçada por Joana Ribas. 

Mensagem do Presidente da Comissão Política: 
"BASES DE UMA NOVA POLITICA DE JUVENTUDE
Sinto-me feliz e honrado por me permitirem liderar esta equipa, altamente preparada para enfrentar os desafios do futuro, com respeito pelos valores da democracia e liberdade, apanágio desta comissão que hoje se concretiza.
Não proponho grandes reformas, ou reflexões programáticas. Neste partido o poder assenta essencialmente nas suas bases, no seu alargado espectro ideológico. Assim sendo, iremos desenvolver projectos conducentes a uma nova política de juventude, baseada na transparência, responsabilidade e proximidade.
Não temam as juventudes partidárias. Façam-se ouvir. As vossas opiniões, o vosso desagrado, o vosso contentamento, permitem - nos realizar um bom trabalho ao serviço da comunidade.
Comigo na presidência deste núcleo, serviremos a juventude feirense, serviremos o bem público, não deixaremos de repudiar aqueles que se querem servir destes.
Grato pela confiança, honrado pela responsabilidade.
Obrigado
João Cunha"
Pela JSD Feira

Tribunal decide reintegar trabalhadoras despedidas pela direcção do Centro Social e Paroquial de Arrifana

O Bloco de Esquerda saúda a luta das trabalhadoras do Centro Social e Paroquial de Arrifana, que viram os seus direitos serem reconhecidos em tribunal. 
O Bloco de Esquerda sempre considerou ilegal a decisão da direção do Centro Social e Paroquial de Arrifana (Concelho de Santa Maria da Feira) de encerrar o Centro de Atividades de Tempos Livres (ATL), realizando um despedimento coletivo com o argumento de haver “prejuízos acumulados”. 
O deputado do BE Pedro Filipe Soares questionou várias vezes o ministério que tinha a tutela da segurança social no governo anterior sobre este caso. No entanto, o Governo nunca agiu em defesa das trabalhadoras, nem procurou resolver a ilegalidade existente. 
Ontem a sentença do tribunal de Santa Maria da Feira foi clara: as trabalhadoras têm de ser reintegradas com todos os direitos, sem qualquer perca na sua antiguidade, ou regalias. O relatório da peritagem também foi claro, indicando que não existiam prejuízos financeiros, bem pelo contrário: o ATL era lucrativo. 
A decisão do tribunal veio demonstrar que as trabalhadoras e suas famílias tinham toda a razão. Por outro lado, mostra que a única preocupação da direção do Centro Social e Paroquial de Arrifana, era ver-se livre destas trabalhadoras a todo o custo, recorrendo a argumentos falaciosos, nada edificantes para uma instituição ligada à igreja.

Pelo Bloco de Esquerda Distrital de Aveiro

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nabil Al-Raee foi libertado

Bem, esta notícia chega com um desfasamento de 4 dias, mas é sempre uma boa notícia. Foi, finalmente, libertado Nabil Al-Raee, o director artístico do The Freedom Theatre. Assim, o marido da actriz feirense Micaela Miranda está de novo em liberdade, de volta ao Campo de Refugiados em Jenin (Palestina) para continuar a dar vida à sua obra. Em parceria com o CCTAR, cuja equipa se encontrava em Jenin à data dos acontecimentos, o The Freedom Theatre passará, este ano, por terras lusas.

domingo, 15 de julho de 2012

Ricardo Azevedo apresentou "Frente e Verso" no Castelo


Esta noite voltou a fazer-se história no Castelo da Feira. Ricardo Azevedo virou mais uma página da sua carreira e cumpriu um sonho: deu um concerto na Praça D’Armas do castelo dos contos de fadas. Uma noite especial, que marca o lançamento do novo álbum “frente e verso” e que contou com um vasto conjunto de surpresas.

Comecemos pelas motivações. Além da apresentação do álbum, esta noite marcou o apoio a instituições feirenses: as receitas de bilheteira reverteram para as Irmãs Passionistas, a Aanifeira e o Castelo da Feira.
A casa estava quase cheia e para tal, em muito, contribuiu o apoio da Rádio Comercial ao longo das últimas semanas.

Estava na hora e lá começava o concerto, com o som menos bom e com uma entrada não muito enérgica, apresentando temas do novo álbum. Só alguns temas depois, com “luz fraca” o público aqueceu e a festa se instalou no Castelo da Feira. Energia e boa disposição foram, a partir de então, estrelas desta história de encantar.

Era hora de apresentações e tudo começou pelos laços familiares… nas teclas continua a estar a irmã Patrícia Azevedo. Mas viria uma outra surpresa… esta noite, a mana mostrou os seus dotes no violino: apresentava-se o tema “no meio da multidão”, que por entre alguma energia bem contagiante chega a trazer algum cheiro a raízes celtas.

Era o momento, eis que chegava o ponto alto… passávamos a ter um trio familiar em palco: era hora de chamar a filha Francisca Azevedo, para uma colaboração especial, com a harmónica, antes de se vir a transformar na nova Hannah Montana. Foi um momento intenso e emocionante, em que se puderam vislumbrar algumas lágrimas na plateia. O momento familiar foi um marco único de um concerto que Ricardo Azevedo apelidou de "memorável".

Estávamos perto do meio e seria tempo de uma viagem no tempo… às origens… às musicas em inglês. Era hora dos clássicos! Entre outros refrões, la la la la la oohhh ouviu-se a uma só voz.

“O amor não me quer encontrar” marcou o regresso à língua de Camões, servindo de rampa de lançamento a recta final do espectáculo. Por entre muitos êxitos, ouviram-se os destaques do novo álbum, como “aquele Verão”, “corações de ferro” ou “juras de amor”.

Mas o momento mais enérgico e animado estaria, ainda, para vir. Quando soaram os primeiros acordes do “pequeno T2”, Ricardo parou tudo e chamou colaboradores da plateia ao palco. Num concerto com estas características, como seria de esperar, o palco transformou-se numa reunião de amigos e família, para um tema interpretado com ainda mais energia.

Até a avó do Ricardo subiu ao palco e deu o seu contributo, chegando mesmo a confessar que lágrimas de alegria lhe vieram aos olhos, ao ver o neto “a saltar como um macaco”.

Era hora de terminar, “o amor não me quer encontrar” voltou a ser chamado à setlist para dar ordem de encerramento ao espectáculo. Mas houve, ainda, tempo para os agradecimentos… «esta foi uma noite muito especial, obrigado por terem feito parte dela».

Em resumo, foram duas horas de um concerto mágico, emocional e absolutamente interactivo. Neste conceito brutalmente intimista, Ricardo Azevedo reinou no Castelo da Feira. Mas, afinal, não era o fim… a festa só terminou após um encore ao som de “Daisy”, em formato acústico.

Já tinha saudades dos concertos com cheiro a história... venham mais neste local.

sábado, 14 de julho de 2012

Marafona com a missão de render Paulo Lopes

Guarda-redes de 25 anos foi formado no Varzim e na última época esteve emprestado ao Aves, onde foi primeira opção.
 
Imagem: O Jogo

O Feirense garantiu junto do Marítimo o empréstimo do guarda-redes Marafona, segundo garante a Agência Lusa, que cita fonte do clube madeirense. Está assim encontrado o tão desejado reforço para a baliza do clube de Santa Maria da Feira, que viu partir Paulo Lopes para o Benfica.

Marafona, de 25 anos, foi formado no Varzim, clube de onde saiu para os insulares. No Marítimo enfrentou dificuldades para assumir o papel de dono da baliza, tendo sido cedido na última época ao Aves, onde alinhou com regularidade. 

@ O Jogo

Hoje há FeiraFest

Hoje nasce um novo festival urbano... no centro histórico de Santa Maria da Feira. Os eventos do festival decorrem no Porta13, VillaCaffé e Rua Direita. As portas abrem às 22h30.


Amorim recebe garrafa de champanhe que esteve 200 anos no mar Báltico

O governo da região autónoma finlandesa de Aland cedeu à Corticeira Amorim, a título vitalício, uma das garrafas de champanhe que esteve perdida no mar Báltico durante cerca de 200 anos, na sequência de um naufrágio de um veleiro.
Estas garrafas foram depois recuperadas e vendidas a 30.000 euros cada.
O recipiente em questão integrava o lote de 168 garrafas de champanhe e cerveja que, em Julho de 2010, foram descobertas a 50 metros de profundidade no interior de uma escuna -- tipo de veleiro - naufragada a sul do arquipélago de Aland e que seriam depois resgatadas com o apoio técnico da corticeira portuguesa - cuja intervenção foi recomendada pela Veuve Clicquot, uma das marcas de champanhe incluídas no carregamento, juntamente com a Juglar e a Heidsieck.

Escola de Bailado Giselle regressou à Feira


O Cine Teatro António Lamoso voltou a ser o local escolhido para receber o espectáculo de final de ano da Escola de Bailado Giselle. Esta sexta-feira a sala feirense foi conquistada dos alunos desta escola espinhense, para 80 minutos de uma sequência de peças, com uma integração excepcional. 
Diferentes idades, o mesmo conceito, o mesmo empenho… a mesma emoção. Foram 13 peças onde as fadas reinaram e o mundo do “era uma vez” se tornou real... num cenário minimalista, onde as luzes foram princesas. Ficou a magia...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Recolha de livros escolares usados

Até ao final de Setembro, decorre nas escolas EB2,3 e Secundárias do concelho de Santa Maria da Feira uma campanha de recolha de livros escolares usados e material didáctico. A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal, em parceria com o Mercado da Solidariedade local, núcleo de Sanguedo da Cruz Vermelha Portuguesa e FapFeira – Federação das Associações de Pais do Concelho de Santa Maria da Feira.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

DO CHÃO - PROJECTIL @ Convento dos Lóios

DO CHÃO: PROJÉTIL
(1ª ação, Santa Maria da Feira, 2012)
Dois dias de ação intensiva em torno da exposição "CorpoEspaçoMovimentoCoisas" de Robert Morris.
Concepção e Orientação: Samuel Silva e Tó Maia
Produção: Fundação de Serralves (no âmbito do projecto Improvisações/Colaborações)

Do Chão-Projétil: Não é um workshop (atelier, oficina, e assim sucessivamente...) nem tem quaisquer intenções pedagógicas, didáticas ou outras finalidades concomitantes. Contudo, não as ignoram.
É uma Ação (sem acordo ortográfico ou outro tipo de concordâncias similares).
O chão da Ação é móvel, fértil, especulativo, acidentado e fraturante.
Propõe-se um conjunto de ações em que o espaço, corpo, movimento e objecto (coisa) serão, de um modo isolado e combinados entre si, explorados e vivenciados pelos atuantes, garantindo-lhes um confronto com o centro especulativo que Morris propõe.
Este projétil tem como alvo (ponto de chegada) a realização de um acontecimento cujos estilhaços serão coisa numa exposição. 

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Jovem ciclista morre atropelado

Os dois amigos costumavam andar pelas ruas de Fiães, em Santa Maria da Feira, na mesma bicicleta. Ontem à tarde, os jovens chocaram violentamente com um BMW no cruzamento da rua do Bolhão com a das Cerejeiras. Daniel Silva, 17 anos, teve morte imediata após ser projectado e ter batido com a cabeça num muro. O colega, Fábio Silva, da mesma idade, ficou entalado num buraco, que serve de esgoto da estrada, e está a lutar pela vida no Hospital de Santos Silva, em Gaia.

@ Correio da Manhã

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Feirense no lugar do Nacional, caso madeirenses abandonem competição

O especialista em direito desportivo Emanuel Calçada disse hoje à agência Lusa que a extinção da SAD do Nacional implicaria a manutenção do Feirense no escalão principal, de acordo com os regulamentos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. 

Emanuel Calçada observou que as consequências para a SAD do clube madeirense estão previstas no artigo 69.º do Regulamento Disciplinar para a época 2012/13, que estipula também o pagamento de uma multa que, no cenário atual, varia entre 51.000 e 102.000 euros.

“Se o Nacional desistisse iria repescar-se o clube despromovido à Liga de Honra que tenha ficado mais bem classificado no campeonato da época passada”, observou Emanuel Medeiros, precisando que o Feirense, 15.º e penúltimo colocado na última temporada, manter-se-ia no escalão principal.

O especialista em direito desportivo adiantou que o procedimento para preencher o lugar deixado vago pelo Feirense na Liga de Honra seria o mesmo. Neste caso, o potencial beneficiado seria o Portimonense, 16.º e último classificado, uma vez que o Sporting da Covilhã, 15.º, já foi “repescado” na sequência da descida da União de Leiria.

Emanuel Calçada assinalou que, “para já, fala-se apenas de intenções”, depois de o presidente do Nacional ter ameaçado demitir-se antes do início da época e “extinguir o clube e a SAD”, em reação assim ao novo enquadramento de apoios ao desporto apresentado pelo Governo Regional da Madeira.

Além da exclusão da prova, as consequências para a SAD do Nacional passariam também por sanções pecuniárias, que variam em função da data em que for oficializado o abandono e que podem ascender a 153.000 euros, caso o campeonato já esteja a decorrer.

“Se o Nacional tivesse tomado esta decisão antes do sorteio seria apenas excluído. Se a decisão de abandonar a prova viesse a ser tomada no dia de hoje, as consequências seriam a exclusão e o pagamento de multa entre 51.000 e os 102.000 euros, pois já aconteceria após o sorteio”, sustentou.

Emanuel Calçada adiantou que “se a intenção do presidente do Nacional passar à prática após o início da competição, as penas previstas no Regulamento Disciplinar passam pela desclassificação da prova em causa, a exclusão e uma multa entre 76.500 e 153.000 euros”.

Feirense e Portimonense recorrem para o Conselho de Justiça da Federação

Feirense e Portimonense apresentaram no Conselho de Justiça da FPF um recurso da decisão da comissão executiva da Liga de aceitar a inscrição de 18 clubes da Liga e 2ª Liga (ver quadro), considerando os recorrentes que os clubes visados não cumpriram todos os pressupostos e requisitos para que as respectivas inscrições pudessem ser aceites.

Em bom rigor, diga-se que estamos a falar de duas queixas em separado, se bem que com os mesmíssimos fundamentos. O Feirense, que desceu à 2ª Liga, recorreu da inscrição das equipas da Liga, já o Portimonense, que desceu à 2ª Divisão, apresentou idêntico recurso das equipas da 2 Liga.

O QUE ESTÁ EM CAUSA?
O que está em causa, no entender do Feirense e Portimonense, é o não cumprimento dos clubes de dois dos requisitos exigidos para que a inscrição possa ser aceite:

- O primeiro pressuposto apenas se aplica aos clubes que competem como tal e não às SAD. E obriga à entrega de uma garantia bancária, seguro de caução, ou outro meio equivalente de garantia. Acontece que, segundo o recurso, os clubes em causa apresentaram livranças, ou letras bancárias, como se preferir, o que não cumpre, defendem, nem a letra nem o espírito da lei que a isso obriga. Ou seja, nem é uma questão de alegada violação regulamentar, antes da própria Lei do País.

- O segundo pressuposto aplica-se às SAD. E obriga à apresentação de um seguro de caução dos administradores. O que, para os queixosos, após consulta dos processos, não se verificou em certos casos.

O QUE PODE ACONTECER?
Pergunta-se o que pode acontecer agora? Desde logo, o primeiro cenário é o Concelho de Justiça, apreciada a queixa e analisados os processos, entender que não existe mérito no recurso, decidindo de forma contrária ao pedido de Feirense e Portimonense.

Naturalmente que o Feirense e Portimonense visam neste recurso é uma decisão favorável que anule os efeitos da decisão da comissão executiva da Liga de aceitar a inscrição dos 18 clubes e SAD em causa. No caso de uma decisão favorável, dois cenários se colocam:

- Permite-se um período extraordinário para os clubes e SAD regularizarem a situação e apresentarem as respectivas garantias e seguros bancários.
Mesmo neste caso, Feirense e Portimonense acreditam que nem todos os clubes conseguiriam cumprir este pressuposto, já que uma garantia ou seguro bancário custa dinheiro e obriga aos cumprimentos de certos requisitos que não são fáceis para clubes ou SAD em dificuldades. Logo, tomariam as vagas que ficassem livres.

- Menos provável, o cenário de chumbo puro e simples da inscrição, provocando um terramoto de dimensões impensáveis em termos de dos quadros competitivos. Logo, em caso de decisão favorável ao recorrente, a hipótese anterior é a mais realista.

MORALIZAR, DIZ ADVOGADO
Luís Correia de Almeida é o advogado de ambos os clubes neste processo. Contactado por A BOLA, frisou que o que se pretende é «o cumprimento da lei» e aguarda com «serenidade» pela decisão.

«A Liga tem de ser cada vez mais exigente nos pressupostos e moralizar o futebol. O balão enche, enche e qualquer dia... explode com estrondo e danos incalculáveis para o futebol português. Os clubes têm de viver segundo as suas capacidades», frisou.

RECURSO DO FEIRENSE
Falta de garantia ou seguro bancário (clubes)
V. Guimarães
Olhanense
Gil Vicente
Paços de Ferreira
Académica
Falta seguro de caução de administradores (SAD)
Marítimo
Nacional
Beira Mar
Estoril
Cumpriram
Benfica
FC Porto
Moreirense
Rio Ave
SC Braga
Sporting
V. Setúbal

RECURSO DO PORTIMONENSE
Falta de garantia ou seguro bancário (clubes)
Aves
Oliveirense
Trofense
Penafiel
Atlético
Freamunde
Falta seguro de caução de administradores (SAD)
Naval
Belenenses
Leixões
Cumpriram
Arouca
Feirense
Santa Clara
Covilhã
Tondela
União da Madeira
Varzim

 @ A Bola (by Blogue CDF)

Convento dos Lóios


terça-feira, 10 de julho de 2012

Movimento pela Caixa das Artes JÁ! - Comunicado – 10 JUL 2012

O Movimento pela “Caixa das Artes JÁ!” congratula-se com a decisão da autarquia de Santa Maria da Feira, hoje divulgada através da Agência Lusa. Segundo comunicado desta agência noticiosa, terá caído a substituição integral do projecto Caixa das Artes pelo espaço do Europarque, obviamente desadequado à plataforma de criação.

Emídio Sousa, vice-presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, afirmou que, agora, se pretende apenas «substituir a construção de raiz do Pólo 2 da Caixa das Artes, vocacionado para a exibição de espectáculos, pela instalação dessa estrutura no centro de congressos Europarque». Com isto, salvaguarda-se a premissa base deste movimento: a salvaguarda do projecto íntegro e coeso para a plataforma de apoio à criação em artes de rua e performativas, cuja definição do futuro esteve em dúvida ao longo dos últimos 3 meses. Ficará a salvo o Pólo I da Caixa das Artes (imagem 1), por sinal a estrutura base de todo este processo.

Imagem 1 – Caixa das Artes – Pólo I – Academia [NOV 2011]
[imagem Câmara Municipal de Santa Maria da Feira]

Devemos recordar que o Pólo 2 nasceu numa fase posterior e bem mais tardia deste percurso (há cerca de ano e meio) rumo ao apoio à criação em artes de rua, dando mais valor à intenção de requalificar o Cine Teatro António Lamoso. Assim, mesmo salvaguardando o conceito essencial do projecto e tendo em conta que, para a exibição de espectáculos das mais diversas índoles o Europarque dará uma resposta adequada, devemos recordar que a eventual eliminação do Pólo 2 nunca poderá acontecer se não forem cumpridos 2 requisitos básicos:
i) a requalificação ambiental da Pedreira da Pena, com a sua ligação à cidade pela praça amplamente anunciada, assim como a possível utilização do espaço para a apresentação de projectos de artes de rua (do projecto original o palco/jangada seria um conceito a manter);
ii) o abandono da substituição do Cine Teatro António Lamoso nunca poderá acontecer sem a salvaguarda do devido investimento na requalificação do profunda do espaço, com a plena convicção de que sem uma intervenção profunda e estrutural esta sala corre o risco de se tornar obsoleta e desadequada ao mercado cultural, a curto prazo.

Esperamos que esta decisão não volte a ser temporária e que o prazo, já demasiado tardio, de «arranque da obra em meados de 2013» não volte a ser vítima de outro qualquer atropelo. No entanto, consideramos que a Feira, os artistas, as companhias e as estruturas não podem esperar até 2014 pelo funcionamento da plataforma de criação. Mesmo sem o espaço físico, a Caixa das Artes deverá iniciar a sua actividade o quanto antes, dando mais valor à produção local que enfrenta o desafio da exportação de projectos.

Acreditamos no futuro: acreditamos na Caixa das Artes JÁ!

O Movimento pela Caixa das Artes JÁ!

Jales condenado a 5 anos de pena suspensa

O Tribunal Judicial da Feira condenou hoje a cinco anos de prisão um homem acusado de abuso sexual de uma menor e que viu a pena ser suspensa devido ao arrependimento e ao compromisso de se manter sob acompanhamento psicológico. 
Na leitura do acórdão, o coletivo de juízes presidido por Jorge Castro recordou a forma como Henrique Jales conheceu a jovem de 13 anos em causa numa sala de conversação online para depois se envolver com a mesma em relações sexuais, por mais do que uma vez num período de vários meses, a partir de abril de 2011. 
Realçando que o arguido "confessou praticamente na íntegra a matéria de que vinha acusado", o juiz Jorge Castro declarou que o coletivo decidiu condená-lo a quatro anos de prisão por abuso sexual de criança, dois anos de prisão por pornografia relacionada com fotos de cariz sexual da menor, por altura da cópula, e seis meses por pornografia de menores, devido à posse de material pornográfico relativo a outras menores. 
Jorge Castro explicou então que a pena única de cinco anos de prisão seria aplicada de forma suspensa por ter o coletivo considerado que, neste caso específico, "a ameaça de prisão realiza de forma adequada a finalidade da prisão". 
Essa suspensão da pena obriga, contudo, "a uma certa conduta" de deveres e obrigações, que envolve sobretudo a obrigatoriedade de Henrique Jales se manter sob "acompanhamento psicológico e, se necessário, em ordem a garantir a sua plena reintegração social e a não-reincidência em comportamentos idênticos" aos que motivaram o presente julgamento. 
Para Ricardo Sá Fernandes, advogado do condenado, esta foi "uma sentença exemplarmente justa" e o comportamento do seu cliente "ajudou a que pudesse ser assim" - na medida em que esse, além da confissão, procurou acompanhamento psicológico por iniciativa própria e também por sua vontade indemnizou a menor num montante não revelado, mesmo não tendo havido pedido de indemnização civil. 
"Ninguém ignora a gravidade do que Henrique Jales fez, mas ele assumiu isso no processo desde o início e isso é que faz a diferença", declarou o advogado da Defesa. "As pessoas podem errar, mas têm o direito a uma segunda oportunidade quando as circunstâncias o justificam". "A confissão, o arrependimento e a vontade de se recuperar, tudo isso denota a posição de um cidadão que errou mas não quer voltar a errar", acrescenta Ricardo Sá Fernandes, defendendo que o seu cliente "não tem que ficar com um rótulo de indesejável para o resto da vida".

@ Porto Canal

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Movimento pela Caixa das Artes JÁ! - Comunicado 9 JUL 2012


Meia semana depois do lançamento do “Movimento pela Caixa das Artes JÁ!” fica uma certeza, valeu a pena! Acreditamos cada vez mais na manutenção do projecto de Novembro de 2011. 

Em apenas 5 dias compreendemos, ainda mais, a pertinência do projecto, o desconhecimento público (e de muitos intervenientes públicos) de uma obra ímpar e das suas valências e, claro, o medo da ameaça que este equipamento poderia fazer a outros supostos concorrentes (que ficou patente em inúmeras comunicações). Recebemos comparações com a Plataforma das Artes e da Criatividade, com a Oliva Creative Factory e mesmo com plataformas absolutamente direccionadas para a indústria. Em nenhuma delas encontramos apoio às artes performativas ou às artes de rua. Em nenhuma delas, encontramos espaços de incubação e acolhimento para artistas de rua ou actores. Em nenhuma delas encontramos espaços de partilha e formação para o teatro, a dança ou mesmo a música. Em nenhuma delas temos um conceito integrado de residência artística. Assim, facilmente se compreende que nenhuma delas será ameaça à Caixa das Artes, antes pelo contrário.

Está na hora de potenciar o know-how e dar valor às CENTENAS de projectos que nasceram na Feira na última década. Como em tudo, alguns vingaram e outros não… uns continuaram amadores, outros profissionalizaram-se. Hoje, somos uma referência mundial nas artes de rua… encontramos feirenses envolvidos em alguns dos maiores projectos artísticos de rua e performance do mundo… mas, continuamos a falhar no apoio e no incentivo, falta-nos o empurrão final: a constatação universal da Feira como Capital das Artes de Rua. E para tal, apenas nos falta uma estrutura coesa, capaz de integrar os vários intervenientes, dando vida à criatividade e à irreverência. 

A Caixa das Artes é um projecto absolutamente fundamental!
O seu funcionamento deverá ser imediato!

As suas valências, em projecto, foram pensadas e repensadas em inúmeros aspectos, estando garantida a funcionalidade dos espaços e a coesão artística e técnica. Deste modo, não poderemos aceitar novas perspectivas de alteração, em pleno curso do procedimento de concurso público, talvez com o intuito de atrasar o curto investimento local necessário, num bolo total de 8 milhões de euros, integrado no QREN. Que outra explicação poderemos encontrar?

E se assim for, porque não equacionar perspectivas alternativas de financiamento dessa curta fracção de investimento? Porque não negociar o faseamento do financiamento comunitário e planear a obra em duas fases, ao longo de 5 anos (primeiro o pólo I e depois o pólo II)?

O Europarque não é solução para a “Academia”. Se por um lado não dará resposta a todas as valências, por outro terá o seu funcionamento base comprometido. Além de que um dos princípios que remeteu esta estrutura para uma zona industrial não estará cumprido no Europarque: vamos organizar congressos com oficinas pesadas de carpintaria e serralharia na sala ao lado?

Estamos perante uma oportunidade ÚNICA de dar nova vida ao Cine Teatro António Lamoso, uma sala obsoleta e sem capacidade de atracção de mercado, que mesmo com remodelação anunciada corre o risco de asfixia num mercado competitivo.

Qual a proposta alternativa para a Pedreira da Pena e para a Praça projectada para a ligação à pedreira?
Com tamanha atrocidade política e tão gigantesco atentado à cultura feirense poderíamos afirmar que grandes nomes desaparecidos do panorama cultural da cidade, como o próprio Sr. António Lamoso, deverão já estar a preparar a recepção celeste à cultura feirense, para a qual a forca parece estar preparada.

A crise não pode ser desculpa. Nada mudou desde Novembro passado. A Caixa das Artes tem de ser uma realidade, tal como prometido, projectado e anunciado aos feirenses. A Caixa das Artes é um investimento no futuro da cidade, do concelho, da região e do país.

O Movimento pela Caixa das Artes JÁ!

sábado, 7 de julho de 2012

Pulseira da Viagem Medieval à venda na FNAC e Leya

A partir de 9 de julho, as lojas FNAC de Braga, Chiado, Colombo, Coimbra, GaiaShopping, NorteShopping e GuimarãeShopping, e a livraria LeYa, em Aveiro, terão à venda a pulseira da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria.
Até 2 de Agosto, a pulseira - intransmissível e inviolável - que dará acesso ilimitado ao recinto da Viagem Medieval, terá um custo unitário de 3 euros. Durante o evento, passa a custar 4 euros. Em alternativa, os visitantes poderão optar pelo bilhete diário (2 euros), válido para uma entrada no recinto.
Refira-se que a pulseira não estará disponível para venda na Internet e permitirá apenas o acesso ao recinto do evento e aos espectáculos de entrada livre. Crianças até 1,30m de altura estão isentas de pagamento.

Postos de venda antecipada
Para além da livraria LeYa (Centro Comercial Glicínias, em Aveiro), e das lojas FNAC – Braga (Braga Parque), Chiado (Armazéns do Chiado), Colombo (Centro Comercial Colombo), Coimbra (Fórum Coimbra), GaiaShopping, NorteShopping e GuimarãeShopping -, a pulseira poderá ser adquirida em vários locais, nomeadamente juntas de freguesia do Concelho, Piscinas Municipais de Santa Maria da Feira, Fiães e Lourosa, sede da Feira Viva, Zoo de Lourosa, Posto de Turismo e Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, Museu Convento dos Lóios, Casa do Moinho (loja oficial), Sociedade de Turismo, Termas de S. Jorge, Museu do Papel, Hotel dos Lóios, Hotel Nova Cruz, Hotel Ibis, Hotel WR (S. João da Madeira), loja “Zé Rápido” no Pingo Doce, balcão central do E.Leclerc e do Continente de Mozelos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Rodrigo Nunes: Sorteio é uma "palhaçada"

Rodrigo Nunes sublinha que "50 por cento das equipas" não preenchem requisitos necessários para competir nas Ligas profissionais. 

O Feirense não marcou presença no sorteio dos campeonatos profissionais que se realizou, nesta quinta-feira, no Palácio do Freixo, no Porto. "O Feirense não compactua com palhaçadas", diz o presidente Rodrigo Nunes em declarações à Rádio Renascença.

"É uma mentira ir-se realizar o sorteio quando 50 por cento das equipas ainda não têm as condições necessárias para competirem nos campeonatos profissionais", sustenta o dirigente. "Não tem lógica absolutamente nenhuma fazer-se um sorteio nestas condições", acrescenta.

Rodrigo Nunes conclui que "a Liga está sujeita a, daqui por uma semana, um mês, estar a fazer novo sorteio e alterar os clubes que nele possam participar".

@ Sapo

Conspurcados by BCN


Não vou deixar muitas palavras. Acabado de chegar da estreia de “conspurcados”, a mais recente produção do Ballet Contemporâneo do Norte, não precisarei de abusar das letras para descrever a evolução, a energia e o ritmo de um projecto inovador e arrojado, sem se desviar em demasia da linha a que a companhia nos havia habituado.
3 elementos num palco vazio, que rapidamente se enche de expressões e movimentos, num complexo mundo de histórias da companhia conceptualizados nas peças de guarda-roupa que marcam cenograficamente esta abordagem, esta cinética de cena e a esta contemporânea abordagem à sala. Enfim, um conceito sublime e imponente, sem se desvirtuar do seu ambiente mais simples e informal.
Um excelente trabalho da companhia residente no Cine Teatro António Lamoso. A peça continua em cena até ao próximo Sábado, sempre às 21h30.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Uma Caixa de Indefinições


Diz-se por aí muita coisa, fala-se nas esquinas e cafés de várias perspectivas… de facto, tudo leva a crer que a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira irá deixar cair o novo Auditório António Lamoso, reformulando por completo “A Villa”, o Pólo 2 da Caixa das Artes. Mas afinal de contas não estávamos perante uma oportunidade única nas próximas décadas (falava-se em 50 anos) para dar vida a uma sala obsoleta e que por mais funda que seja a intervenção de reabilitação não deixará de ser um triste remedeio e um desperdício de milhões de euros, por sinal atribuídos ao projecto e já contratados no âmbito do QREN?
É lamentável que 6 anos depois da primeira ideia concreta rumo a um Espaço de Criação e Promoção Artística para as Artes de Rua se continuem a estabelecer alterações e ajustes profundos ao projecto que curiosamente se encontra em fase de concurso público... que curiosamente tem financiamento garantido... que curiosamente ainda não foi capaz de iniciar funções.
Vamos voltar a deitar fora o trabalho das equipas que desenvolveram um projecto único e absolutamente vanguardista na área em que falamos? Para quê passar meses… diria anos a trabalhar num projecto, para o qual há financiamento comunitário aprovado, para depois se mudar tudo? Será apenas mudar?
Obviamente que não será esta mudança a ditar uma alteração no paradigma ou nas valências da Caixa das Artes que por sinal, na minha opinião, até dispensará um auditório convencional na generalidade dos seus produtos, mas continuamos a perder tempo e dinheiro…
Por outro lado, diz-se que a operação ambiental na Pedreira se mantém, mas sujeita a uma nova candidatura QREN. Que salgalhada, entendam-se senhores! Afinal de onde vinha o financiamento para o palco/jangada a instalar sobre as águas do lago da pedreira?
No que ao Pólo II do equipamento diz respeito, o Europarque parece ser, agora, o destino. Ao que parece há mais dinheiro deitado fora, mais tempo perdido… e pouca vontade de entrar em acção. Não diria que o espaço de Espargo não poderá ser solução, mas afinal já o era há 2 anos e foi rejeitado. Em apenas 24 meses mudamos completamente de ideias?
E agora, vamos voltar a projectar tudo? Vamos voltar a chamar os intervenientes e compreender as necessidades do conceito… ou vamos fazer tudo à pressa sem garantir a funcionalidade?
Aguardamos respostas e decisões, urgem explicações tácitas de uma matéria que há muito se afundou nas profundezas da Praça da República, sem direito a explicações e apenas vítima de adiamentos. Ao que parece a dinâmica esmoreceu… e volto a questionar, mesmo sem a estrutura física operacional, porque não existe já uma estrutura de gestão em acção, fazendo aquilo que a Caixa das Artes diz que se propõe a fazer?
Urgem respostas… urgem decisões… urgem redefinições de conceitos e, acima de tudo, urge acção! Basta de passividade num assunto que mais parece tomar o rumo do desperdício de fundos… e afinal parece seguir no alinhamento dos últimos meses de gestão autárquica: falta de rumo e ausência de coerência num alinhamento político, já para não falar no completo desconhecimento público dos processos. Urge energia… urge vontade… urge irreverência… urge trabalho!

Aproveito a questão para dar uma outra achega… sim, quanto ao Europarque. Não se pense para o local num espaço de serviços públicos como já por aí se sugeriu… não se projecte unicamente um espaço de ensino… venha a polivalência, o comprometimento com a indústria e o conhecimento e, acima de tudo, complete-se o projecto: criem-se estruturas de transportes para massas e instale-se capacidade hoteleira com os requisitos que os grandes congressos exigem. Depois disso voltamos a falar! Até lá não tentem fechar os olhos aos feirenses…

terça-feira, 3 de julho de 2012

Miss Morcela de Arrifana vs Festival da Alheira de Lourosa

O concelho de Santa Maria da Feira volta a estar em destaque na "Mixórdia de Temáticas", da Rádio Comercial. Depois de uma entrada em prol de Arrifana "uma das bonitas freguesias do concelho", agora será a vez desta freguesia ser alvo de evento virtual em "guerra" com as alheiras de Lourosa. 
E vá... "cada chouriço tem o seu lugar" e temos de ter cuidado com a "Queima das Fitas do Salpicão de Argoncilhe"!


domingo, 1 de julho de 2012

Ballet Contemporâneo do Norte apresenta "Conspurcados"


Na próxima quinta-feira, o Ballet Contemporâneo do Norte (BCN) estreia, no Cine Teatro António Lamoso, a sua novíssima produção. "Conspurcados" é a sétima produção do BCN desde que se iniciou a sua residência em Santa Maria da Feira, em Setembro de 2007, com o apoio e colaboração da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e da Feira Viva, EM, e a primeira encomenda da companhia ao bailarino/performer/coreógrafo Joclécio Azevedo. 
A companhia residente no Cine Teatro António Lamoso volta a apostar na casa de ensaios para a apresentação dos novos projectos. Assim, dias 5, 6 e 7 de Julho, pelas 21h30, as portas voltam a abrir-se para a estreia de mais uma peça que explora novas abordagens e uma curiosa linguagem, sem nunca abandonar a linha criativa base a que o BCN já nos habituou.
Há cerca de duas semanas tive a oportunidade de assistir a um ensaio, ainda em fase de maturação da peça, e trocar algumas palavras com coreógrafo e intervenientes. Pude constatar mais uma evolução do projecto, mantendo a linha orientadora base, que já lhe é característica, (re)explorando a linguagem adoptada ao longo dos últimos anos de uma forma surpreendente.
“Conspurcados” fica marcada pelo uso de novas abordagens de cena, de inovadores conceitos e de uma brutal interacção com a sala, pelo menos considerando este tipo de espectáculos. O som também terá novidades, mantendo o tradicional “falar dos pés” como linha orientadora, mas quanto a isso guardo a novidade para a estreia.


Este trabalho nasceu de um convite do BCN a Joclécio Azevedo para a criação de uma nova coreografia para a companhia. Tendo já acompanhado algumas das últimas produções da companhia e conhecendo a dinâmica que possuem enquanto grupo, Joclécio resolveu trabalhar a partir do potencial expressivo dos intérpretes, num trabalho que desafia as suas capacidades de serem transportados pelo movimento e de exercitarem a coreografia enquanto forma de reconfigurar qualidades de presença, criando diferentes tonalidades na plasticidade e mobilidade do corpo em cena. A partir do palco vazio, o trabalho coreográfico tem como base a produção de imagens físicas, de ritmos e de acções coreográficas numa perspectiva integrada. O espaço cénico é configurado a partir do reaproveitamento de roupas usadas e figurinos pertencentes à história da companhia, sem ter em vista uma revisão do passado, mas antes um processo de diálogo com fragmentos de memória, com possibilidades de transformação e com a tentativa de construção consciente de horizontes.

Joclécio Azevedo diz que «Conspurcados lida com a noção da procura de emancipação ao domínio das aparências. Corpos conspurcados, corpos impuros, corpos abjetos, corpos na iminência de se deixarem consumir pela voracidade das imagens que produzem. Há talvez também algo de belo na atração pelo excesso, pela procura de limites, pelo processo de interrogação daquilo que cada corpo projeta para o exterior, como se estivessem todos imersos num jogo de identidades deterioradas à procura de uma possível reconstituição. A possibilidade da escolha entre aceitar-se, rejeitar-se ou tornar-se indiferente a si próprio constitui o cerne desta espécie de jogo ou confronto entre interior e exterior, onde as possíveis fronteiras se diluem na entrega do corpo ao ato de jogar e ao ato de interagir com os outros, com o espaço, com as imagens ou memórias despertadas. No fundo o importante é tentar sobreviver ao jogo, reinscrever-se no mundo, recuperar o prazer de possuir um corpo, todo ele feito de dilemas.»

Ficha Técnica e Artística
Coreografia: Joclécio Azevedo
Interpretação: Susana Otero, Flávio Rodrigues e Pedro Rosa
Banda sonora e espaço cénico: Joclécio Azevedo
Figurinos: Joclécio Azevedo, Susana Otero, Flávio Rodrigues e Pedro Rosa
Desenho de Luz: João Teixeira
Produção: Luis Carolino
Duração: 60 minutos

André Mourato vence em Bilbao


André Mourato conquistou a II Clássica Mungia, Memorial Agustin Sagasti, em Bilbao (Espanha). A Liberty Seguros/Santa Maria da Feira/Specialized continua a conquistar títulos pelas estradas da Península Ibérica.

sábado, 30 de junho de 2012

'Feirinha pela Noitinha' com inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para participar na I Feirinha pela Noitinha, nas seguintes áreas artísticas e criativas: artes performativas, artes plásticas, artes visuais, artesanato urbano, design, edição, ilustração, joalharia e música. As inscrições são limitadas e devem ser efectuadas até 13 de Julho na Casa dos Choupos, pelo 910 572 822 ou casadoschoupos@gmail.com.

Resultado de uma parceria entre o Bazar – Loja Social e a Casa dos Choupos, Cooperativa Multissectorial de Solidariedade Social, a Feirinha pela Noitinha surge com o objectivo de promover um espaço de divulgação de iniciativas criativas e empreendedoras em diferentes áreas, desde o artesanato urbano, aos acessórios de moda, passando pelas artes plásticas, produtos gourmet, artigos vintage e em 2º mão.
A I Feirinha pela Noitinha realiza-se no próximo dia 20 de Julho, no Largo Dr. Gaspar Moreira, em Santa Maria da Feira, das 17h00 às 00h00.