domingo, 12 de maio de 2013

Alfredo Henriques é o mandatário da candidatura de Emídio Sousa à Câmara de Santa Maria da Feira



O actual presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Alfredo Henriques, é o mandatário da candidatura de Emídio Sousa que será apresentada no próximo dia 18 de Maio, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, às 17:00.

Conheço o Emídio Sousa há muito tempo, assim como toda a sua capacidade de trabalho”, disse Alfredo Henriques, salientando que “é, sem dúvida, o candidato melhor preparado para os novos desafios do poder autárquico”. 

Segundo o autarca, o candidato do PSD “nutre uma grande paixão pelo concelho e pelas suas gentes”, reunindo “todas as condições para desempenhar o cargo”.

Emídio Sousa é a pessoa capaz para dirigir os destinos de Santa Maria da Feira e - estou convicto - irá nortear a sua acção em nome do bem-estar da população do nosso município”, acrescentou Alfredo Henriques.

sábado, 11 de maio de 2013

Artistas de 16 países na 13ª edição do Imaginarius

A 13ª edição do Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua toma conta da cidade de Santa Maria da Feira entre 24 e 26 de maio. Ao longo de três dias, mais de 400 artistas de 16 países ocupam e reinventam os espaços públicos daquela que é considerada a “capital das Artes de Rua” com 48 projetos, 117 espetáculos – todos com entrada gratuita –, 25 estreias nacionais, 19 estreias absolutas e cinco criações próprias.

A diversidade de linguagens artísticas é uma das marcas desta edição, onde sai reforçada a componente de artes visuais, com a conceção de uma escultura de cortiça – Diorama Cork Faktory – pelo artista plástico Vhils, numa homenagem à indústria corticeira do Concelho. Destaca-se ainda a diversidade dos 16 países de origem das criações (Portugal, Espanha, Alemanha, Eslovénia, França, Brasil, Argentina, Áustria, Angola, Reino Unido, República Checa, Holanda, Noruega, Itália, África do Sul e Irlanda), assim como dos formatos e dos conteúdos programados.
Estrutura consolidada de criação, o Imaginarius apresenta nesta 13ª edição 19 estreias absolutas e cinco criações, três delas de raiz: Baile das Bicycletas, de Patrick Murys e Casa da Música, numa coprodução Imaginarius e Festival do Norte; Urban Ballets – Blast, numa coprodução Imaginarius, Carnaval de Deux Rives (Bordéus, França), Carnaval de Belfast – Irlanda do Norte e National Arts Festival (Grahamstown – África do Sul); e Travessia, dos argentinos Edith Scher e Omar Gasparini. Nestes e noutros projetos do festival, as comunidades locais têm uma participação cada vez mais ativa e crítica nos processos de criação, sendo este ano mais de mil os participantes da comunidade.
Nesta edição, o Imaginarius contempla 12 coproduções e parcerias de programação que resultam num genuíno trabalho em rede – local, regional, nacional e internacional. Bodies in Urban Spaces, da companhia Willi Dorner, é um dos bons exemplos de coprodução com a Fundação de Serralves. Um projeto que partilha o elenco e arquiteturas das cidades do Porto e Santa Maria da Feira.
O Mais Imaginarius – espaço aberto a jovens criadores de todo o mundo – assume-se como a linha da frente o festival. É o espaço onde criadores podem correr riscos, privilegiar a experimentação e a prática artística informada. Nesta edição, serão apresentados 23 projetos de oito países, nas áreas de Graffiti, Performance, Música, Teatro, Circo, Instalação e Dança.
O mundo em que vivemos inspira a “A Europa Imaginada” como tema central da Conferência Internacional de Artes e Espaço Público, assim como a criação, em estreia absoluta, de Jangada de Pedra pelo Teatro O Bando, e o questionador Ginkgo, da companhia alemã Antagon Theater AKTion.
“É exatamente porque vivemos este momento que este festival é necessário. Pela vontade de transformação, pelo espaço aberto à criação, pela ocupação do espaço público, pelo exercício pleno do direito de acesso à fruição cultural, pelos impactos educativos, comunitários, económicos, urbanísticos, turísticos no território”, sublinha o diretor artístico do festival, Hugo Cruz.

Mais informação em www.imaginarius.pt.

A Minha Horta é um Jardim



Ao lançar a iniciativa “A minha horta é um jardim”, a Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria (ADRITEM) quer ver “novos factores de atractividade” nas aldeias classificadas como Aldeias de Portugal em Terras de Santa Maria.
A horta é um elemento caracterizador de cada aldeia e o facto de a podermos melhorar vai, com certeza, torná-la ainda mais apelativa”, disse a coordenadora da ADRITEM, Teresa Pouzada.
O primeiro passo para a concretização deste desiderato passa pela dinamização de workshops, tendo em vista valorizar os pequenos espaços agrícolas dos habitantes das povoações, estimulando o ordenamento, estética e até a introdução de novas sementeiras e plantações.    
São workshops à medida de cada um dos participantes, garantindo um conjunto de ensinamentos, técnicas e aconselhamento ao nível de algumas produções, através do apoio de uma engenheira agrónoma e de uma arquitecta paisagista”, explicou.
“A minha horta é um jardim” – a decorrer entre 15 de Maio e 15 de Junho – enquadra-se no projecto “Há Festa na Aldeia”, dinamizado pela ADRITEM, em parceria com os municípios de Albergaria-a-Velha, Gondomar, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e Valongo.
Esta é mais uma forma de envolver as pessoas na construção deste projecto que queremos que seja partilhado por todos, diferenciando-se por factores de inovação introduzidos, valorizando as aldeias e fomentando a visita de turistas”, acrescentou Teresa Pouzada.
“Há Festa na Aldeia” é um projecto pioneiro de desenvolvimento do território, criando um novo foco de atractividade em espaços rurais com características próprias (aldeias de Areja, Porto Carvoeiro, Couce, Ul e Vilarinho de S. Roque).  
O evento-âncora acontece entre Julho e Setembro, com um cartaz diferenciado nas cinco aldeias, que ambiciona “conquistar novos visitantes numa lógica de assegurar a revigoração das terras e das gentes”.
O projecto propõe “o envolvimento activo da população estimulando os usos e costumes, as tradições culturais e a gastronomia”.
Cinco eixos fundamentais moldam este programa - valorização do património natural e paisagístico; reforço do tecido económico e criação de emprego; desenvolvimento do sector turístico; valorização do património rural; melhoria dos serviços sociais e culturais.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Livro de Paulo Sérgio Pais apresentado na Fnac

O livro “Viagem Medieval em Terra de Santa Maria – A História e as Estórias”, do feirense Paulo Sérgio Pais, vai ser apresentado na Fnac do GaiaShopping, dia 18 de maio (sábado), às 21h30, por Fátima Araújo, jornalista da RTP. É a primeira apresentação da obra depois da sessão de lançamento, realizada no passado dia 23 de março, que encheu o auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira. 

Ao longo de 328 páginas, o livro – edição a cores, capa dura e papel amigo do ambiente – proporciona uma viagem pelas 16 edições do evento (1996 – 2012), durante a qual o autor partilha factos e curiosidades, mas também emoções e vivências, contadas na primeira pessoa, que permitem demonstrar a evolução do maior evento de recriação histórica do País – a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria.
O autor reconhece, desde logo, as dificuldades de retratar um evento com a dimensão e as especificidades da Viagem Medieval. «Decidi dar corpo a esta ideia consciente de que a Viagem Medieval é um evento difícil de descrever em palavras. A Viagem vive-se, cheira-se, sente-se. A Viagem apaixona!», confidencia Paulo Sérgio Pais, na Nota Introdutória.
“Viagem Medieval em Terra de Santa Maria – A História e as Estórias” é uma edição de autor
e o primeiro livro de Paulo Sérgio Pais, diretor-geral da empresa municipal Feira Viva, Cultura e Desporto [entidade que, juntamente com a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e Federação das Colectividades de Cultura e Recreio do Concelho de Santa Maria da Feira, organiza o evento] e membro da comissão executiva da Viagem Medieval.
A Fundação Terras de Santa Maria da Feira, o Colégio Terras de Santa Maria e o Colégio Liceal de Santa Maria de Lamas apoiaram a edição deste livro. 

@ Local.pt

domingo, 5 de maio de 2013

Personalidades concelhias dão ideia para o futuro de Santa Maria da Feira



O ciclo de conferências “Diálogo com o meu concelho” fecha no próximo dia 10 de Maio com a síntese de conclusões e o contributo de 14 personalidades concelhias que apresentam uma ideia para o futuro de Santa Maria da Feira.
Ana José Oliveira (responsável do Museu Convento dos Lóios), Bruno Costa (criativo), Conceição Quaresma (Aanifeira), Fátima Araújo (jornalista da RTP), Ivo Maia (designer), João Ricardo Correia (estudante, vencedor das Olimpíadas Ibero-Americanas da Física), João Vilaça (empresário), Joaquim Milheiro (presidente dos Bombeiros de Arrifana), Juliana Rocha (campeã nacional de Boxe), Luís Costa (jornalista), Luís Nunes (empresário), Maria José Santos (consultora do Museu do Papel), Miguel Malheiro (empresário) e Roberto Carlos Reis (historiador), são os participantes na iniciativa.
O evento constitui - sem dúvida - uma grande plataforma de reflexão sobre o futuro de Santa Maria da Feira, registando uma ampla participação da sociedade civil”, afirmou o candidato do PSD à Câmara de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa.
O ciclo de conferências “Diálogo com o meu concelho”, que arrancou dia 27 de Março, visa debater “um novo ciclo de desenvolvimento” no município, tendo surgido a partir da candidatura social-democrata à presidência da edilidade.
“Desenvolvimento económico e emprego”, “Saúde e Acção Social”, “Juventude de Desporto”, “Ambiente e Ordenamento do Território” e “Educação, Cultura e Associativismo” foram os temas das cinco sessões realizadas em diferentes freguesias de Santa Maria da Feira. 
Em cada uma das conferências ouvimos as pessoas e partilhámos ideias no sentido de construirmos um melhor concelho. Esta política de proximidade é fundamental para o futuro do nosso município, designadamente numa altura de crise económica que assola o País e que todos devemos contribuir para inverter este quadro”, acrescentou Emídio Sousa.
O encerramento das conferências decorre no próximo dia 10 de Maio (sexta-feira), a partir das 21h30, no salão nobre dos Bombeiros Voluntários de Arrifana.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Estado já pagou 50 mil euros de renda na Escola de Hotelaria da Feira depois de a fechar


Entre Julho e Dezembro do ano passado, o Turismo de Portugal pagou rendas pelo edifício da antiga Escola de Hotelaria e Turismo de Santa Maria da Feira, que deixou de utilizar, num valor de cerca de 50 mil euros.
Entre Outubro e Dezembro, suportou, e continua a fazê-lo, as despesas de transporte dos alunos da escola da Feira para a congénere do Porto. E ainda não entregou o imóvel onde funcionou a Escola de Hotelaria da Feira, por não ter realizado as obras contratualizadas com o proprietário do espaço.
Esta duplicação de despesas está a ser contestada na Feira, mas o Turismo de Portugal garante que o encerramento da escola local permitirá uma poupança de 2,4 milhões de euros entre 2012 e 2016. A renda paga na Escola de Hotelaria da Feira, que encerrou em Julho, tem um custo mensal de 9854,26 euros e foi pago até ao final de 2012. Além disso, o Turismo de Portugal assegura o transporte de 14 alunos residentes na Feira para o Porto, e regresso, numa despesa de 3498 euros mensais. Paga ainda 1738 euros por mês relativos às deslocações para o Porto dos alunos que, não residindo na Feira, frequentavam a sua escola de Hotelaria.
O Turismo de Portugal admite a duplicação de encargos entre Outubro e Dezembro passados, mas garante que já está a poupar dinheiro. "Em termos financeiros, o encerramento da escola, ainda que incluídas as despesas tidas com transporte e alojamento de alunos deslocados, garantiu desde já no decurso de 2012 uma redução de cerca de 173 mil euros em relação à despesa total realizada no ano de 2011. Prevê-se, ainda, uma redução dos custos de operação de aproximadamente 472 mil euros no ano de 2013 e de 550 mil no ano de 2014 relativamente à despesa total de 2011", revela ao PÚBLICO fonte do instituto. A estimativa que apresenta é de uma redução de despesa de cerca de 2,4 milhões de euros em cinco anos, de 2012 a 2016.
O Turismo de Portugal adianta que, a partir de Janeiro deste ano, deixou de ter de pagar renda na Feira, porque o contrato terminou em Dezembro de 2012, o que implicaria uma renegociação com o proprietário do espaço. O instituto não comenta a possibilidade de o dono do edifício decidir exigir as rendas de Janeiro até agora, pelo facto de o imóvel ainda não ter sido entregue nas condições acordadas.
Recentemente, o presidente da Câmara da Feira, Alfredo Henriques, questionou o novo secretário de Estado do Turismo sobre o assunto, que anteriormente tinha abordado com a antecessora na pasta, Cecília Meireles, responsável pela condução do processo. As explicações ainda não chegaram. "O encerramento da escola contrariou o parecer da câmara, mas a questão está fechada. O que não se compreende é que, tendo a escola fechado, se continue a pagar uma renda elevada", refere o autarca.
A vereadora do PS, Margarida Gariso, também critica a decisão do Turismo de Portugal, as despesas com um espaço que não é utilizado e a não-calendarização do processo, de forma a evitar custos desnecessários. "Se o objectivo é cortar despesa, não é compreensível que se dupliquem custos ao fim de quase um ano desde que a escola fechou", acusa. "Se não estavam suficientemente preparados, deviam ter pensado nisso antes, até terem as condições necessárias. Estão a lidar com os dinheiros dos contribuintes", acrescenta.
O Turismo de Portugal refere, no entanto, que a transição seria sempre inevitável, por vários motivos. "Qualquer que fosse a data de encerramento da Escola de Santa Maria da Feira, esse período de transição seria sempre necessário de modo a minimizar os impactos da decisão de encerramento junto dos alunos implicados e garantir o prazo necessário para todas as operações de desactivação, sejam remoção de equipamento e comunicações, assim como a cessação dos contratos de serviços existentes para o funcionamento daquela escola".

@ Público

sábado, 27 de abril de 2013

Quinta do Castelo reabre portas à população

A emblemática Quinta do Castelo, na Feira, espaço verde com vários séculos de existência, propriedade da Segurança Social e que há vários anos de encontra vedada a visitas vai passar para a gestão da Câmara Municipal. A autarquia promete devolver o espaço à população.
Nos últimos anos a Quinta do Castelo tem sido o palco da Terra dos Sonhos, evento realizado pelo Natal que recria os contos do imaginário infantil. Mas logo após o evento encerra as portas, privando os feirenses, e não só, das visitas ao espaço verde que durante anos foi atracção turística e que agora se encontra degradado.
Para além das árvores centenárias, no interior existem vários trilhos, um lago atravessado por uma ponte e uma gruta artificial que atraíram ao local diferentes gerações.
Nos últimos anos temia-se que o espaço fosse entregue pela Segurança Social a privados. Mas a Câmara Municipal acabaria por conseguir recentemente um entendimento com a Instituição.
"O Instituto da Segurança Social já deliberou conceder a gestão do espaço à Câmara Municipal. "Há cerca de uma semana tivemos essa excelente notícia", adiantou o vice-presidente da autarquia, Emídio Sousa.
"Considero a Quinta do Castelo um tesouro feirense e até nacional. Preocupávamos que não estivesse disponível para a população e a possibilidade do espaço ser concessionado a privados", explicou.
Ainda de acordo com o autarca, a Câmara Municipal tem apenas a obrigação de tratar do espaço a nível da vegetação e arruamentos.
"Depois de tudo formalizado vamos proceder à limpeza da Quinta e devolver o espaço à população". "Penso que se vai tornar em mais um cartão de visita do concelho", adiantou Emídio Sousa.
O protocolo a celebrar com a Segurança Social vai, na próxima segunda-feira à reunião do Executivo. "Espero que seja aprovado por unanimidade", concluiu o vice-presidente. 

@ JN

sexta-feira, 26 de abril de 2013

“Qualificar para Desenvolver” é tema da próxima tertúlia ADRITEM



“Qualificar para Desenvolver” é o tema da próxima tertúlia promovida pela Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria (ADRITEM) a decorrer em Louredo (Santa Maria da Feira), na próxima segunda-feira.
A sessão, que surge no contexto dos “Encontros para o Desenvolvimento Local”, contará com a participação de Clara Neves (Centro Educação do Futuro), Lucinda Ferreira (directora da Escola Secundária de Santa Maria da Feira) e de Fernando Moreira (presidente da Junta de Freguesia de Louredo), entre outros convidados.
Os trabalhos serão moderados pelo presidente da ADRITEM, Emídio Sousa.
Este ciclo de tertúlias com diferentes agentes e a população, visa contribuir para a construção conjunta da estratégia local, auscultando o pulsar do sector em debate e descortinando soluções ajustadas às necessidades e anseios das problemáticas locais”, afirmou a coordenadora da ADRITEM, Teresa Pouzada.
A ADRITEM conta nesta tertúlia com a parceria da Câmara de Santa Maria da Feira e da Junta de Freguesia de Louredo.
Os ‘Encontros para o Desenvolvimento Local’ pretendem ser um espaço de reflexão, debate e partilha sobre as várias áreas e sectores do desenvolvimento no território”, acrescentou.
Aberta a toda a população, a iniciativa da próxima segunda-feira (dia 29) tem lugar no Centro Comunitário de Louredo - Espaço de Memórias, a partir das 21h15.
A sessão inclui ainda a cerimónia de entrega dos certificados de formação do curso de higiene e segurança no trabalho, cuja entidade promotora foi a ADRITEM.