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sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
terça-feira, 4 de maio de 2010
Santa Maria da Feira - Capital Europeia da Cultura

Bem, parece que não sou o único!
Há exactamente um ano o Krónikas Feirenses abriu as "hostilidades" para um assunto que pairava em nuvens baixas sobre a cidade, mas envolto em muito nevoeiro... no dia 1 de Maio de 2009 aqui deixei uma proposta básica do que poderia ser o projecto "Santa Maria da Feira - Capital Europeia da Cultura".
Pelos vistos, a ideia começa a pegar num maior número de cabeças... e pedem-se apoiantes!
Na edição de ontem do "Terras da Feira" João Arezes escreve, em "Entrelinhas", «Uma "ideia capital" para a Feira». Num horizonte temporal de 10 anos, o consultor de comunicação justifica as capacidades feirenses para ser Capital Europeia da Cultura e as mais valias em termos de projecção nacional e especialmente internacional. Ora veja-se...
Sem a pretensão de que a ideia não tenha já percorrido
algumas mentes e, por essa mesma condição, possa dispensar o atributo de original, arrisco, diria que me atrevo publicamente, a defender que face à dinâmica cultural que Santa Maria da Feira apresenta desde há alguns anos a esta parte, talvez seja altura de elevar ainda mais a fasquia. Com pelo menos uma década de permeio até que a Capital Europeia da Cultura possa voltar a ser uma cidade portuguesa, haverá tempo de intensificar e partilhar ideias, bem como de preparar os necessários dossiês de uma candidatura.Ideia peregrina, esta? Nem por isso, ou melhor, se quisermos ver este conceito à luz de uma dupla acepção "até sim!". Eu clarifico, a Capital Europeia da Cultura é peregrina porque está sempre a migrar de país para país, "em regime de itenerância", isto em termos de conceito, pois cada CEC constituiu um todo específico e localizado. No outro sentido, o sonho de uma ideia eivada de lirismo na qual meia dúzia acreditam e a maior parte torçe o nariz até à data da atribuição, também.A Feira, mesmo sendo uma cidade de pequena dimensão, reúne um naipe de condições a nível cultural que já a projectam a um patamar invejável a nível nacional, mesmo tendo em conta a observância da escala, diria, precisamente tendo em conta a observância da escala.Alicerçada no seu passado histórico, condição nada despicienda para o efeito, Santa Maria da Feira pode promover um s(c)em número de eventos contextualizados neste vector. O melhor dos exemplos será o da Feira Medieval. O Imaginarius é também um factor de mobilização de pessoas e de estímulo à economia local. O futuro centro ligado à dinamização do denominado Teatro de Rua, ou das Artes de Rua, vai auxiliar à consolidação deste segmento artístico. O Festival para Gente Sentada, que sendo destinado à mole dos seguidores da música alternativa, já se tornou de culto para gente de diversas proveniências geográficas, as residências artísticas de companhias ligadas à dança e ao ballet reiteram também o pressuposto. As conferências com personalidades de reconhecimento internacional que se realizam na Biblioteca Municipal sob a égide da edilidade e da Sete Sóis Sete Luas, enfim, isto só para citar alguns dos exemplos mais visíveis, deixam-me(nos) a perguntar: O que falta?Claro que a CEC é bem mais que um conjunto numeroso de eventos programados. Mas tempo de reflexão não será, como já se viu. Massa crítica também não, pois existe e existirá, até porque para além de envolver os agentes da terra, há sempre que cativar uma panóplia de especialistas na matéria oriundos de outras paragens e isto acontece quase sempre, veja-se o caso de Guimarães que vai ser CEC em 2012. Escala ou dimensão populacional não constituem problema, senão Cork na Irlanda jamais o teria sido em 2005. É verdade que muitas das CEC se realizam em capitais dos respectivos países e até em grandes metrópoles, como é o caso presente de Istambul em 2010, ou os casos precedentes de Madrid, Lisboa, Estocolmo, Praga, entre outras. Mas Patras na Grécia (2006) e Pécs (2010) na Hungria serão da mesma bitola?Na cartilha de objectivos de uma CEC pode ler-se: "É desejável que a iniciativa, as estruturas e capacidades criadas neste âmbito sejam utilizadas como base para uma estratégia de desenvolvimento cultural sustentável nas cidades em questão, garantindo os efeitos a longo prazo da manifestação Capital Europeia da Cultura". A ideia está lançada, aceitam-se seguidores.
Ora, aqui está o primeiro seguidor! Há mais seguidores da ideia?
Como já o disse em tempos, acredito a 100% na pertinência deste projecto, nas mais valias e na capacidade feirense para o elaborar, enquadrar, justificar e projectar, de modo a aprovar uma candidatura. Haja a força para o levar adiante, haja a vontade para lutar contar algumas "forças", haja garra para mostrar à Europa e ao Mundo o que de bom se faz por cá.
Publicado por
Bruno Costa
à(s)
5/04/2010 09:46:00 a.m.
Etiquetas:
Capital da Cultura,
Cultura
sexta-feira, 1 de maio de 2009
SMF - Capital Europeia da Cultura

Depois de muito tempo de espera e alguns acenos afirmativos acrescidos de uma certa inquietação e curiosidade quanto à viabilidade do projecto, especialmente a baixo custo, resolvi voltar a propor soluções. Este post apresenta um esquema muito básico do programa principal do projecto Santa Maria da Feira Capital Europeia da Cultura, assente em alguns pressupostos básicos. São eles:
- mínimo custo possível;
- utilização e optimização de recursos existentes;
- mostrar a cultura que temos e não o que outros querem que mostremos;
- retrospectiva histórica do concelho;
- tirar partido da visibilidade para maior dinamização e promoção dos grandes eventos habituais;
- dar voz aos feirenses;
- e completar tudo isto com uma dúzia de projectos externos de grande impacto (logicamente para cativar atenções para tudo o resto).
A temática seria muito básica: Tradição/Modernidade – Passado, Presente e Futuro das Terras de Santa Maria. Com base nisto seria possível encaixar toda a dinâmica em funcionamento e organiza-la em torno de um projecto de maior envergadura.
Como uma Capital da Cultura serve para mostrar a cultura que produzimos e não a cultura de outros, as infra-estruturas da Feira serão mais do que suficientes. Numa cidade/concelho em que as artes de rua são o centro das atenções, a rua será também rainha de um projecto desta natureza. De qualquer forma, e para que não restem dúvidas da capacidade, deixo também a listagem dos principais locais de espectáculos fechados do projecto.
- Pavilhão do Europarque (até 12.000 pessoas/8.000 lugares sentados)
- Grande Auditório do Europarque (1.400 lugares sentados)
- Cine Teatro António Lamoso (625 lugares sentados)
- Salão Principal do CCTAR (500 lugares sentados)
- Auditório da Biblioteca Municipal (250 lugares sentados)
- Pequeno Auditório do CCTAR (150 lugares sentados)
- Salão Nobre do Castelo da Feira
- Sala Polivalente do Convento dos Lóios (antigo Teatro D. Fernando)
- Salão Nobre do Paço dos Condes de Fijô (Orfeão da Feira)
O projecto necessita apenas da concretização do Centro para a Criação em Teatro e Artes de Rua (CCTAR), que já se encontra em fase de projecto. Como obra em inauguração sugeria a construção do tão desejado Museu da Indústria Corticeira, em Lourosa.
O programa centrar-se-ia num grande tema mensal, sobre o qual recairia a temática da programação principal e num conjunto de eventos paralelos, que já compõem a programação habitual do concelho, embora tudo seja alvo de divulgação especial.
Como complemento deveriam ser divulgados eventos de concelhos vizinhos (Carnaval de Ovar, Feira de Março, Fantasporto, Recriações do Convento de Arouca, Cinanima,...). Sugeria uma sugestão mensal de um projecto de municípios vizinhos. Nesse mês seria esse município alvo de acções mais dirigidas de divulgação nos meios oficiais da Capital da Cultura.
- mínimo custo possível;
- utilização e optimização de recursos existentes;
- mostrar a cultura que temos e não o que outros querem que mostremos;
- retrospectiva histórica do concelho;
- tirar partido da visibilidade para maior dinamização e promoção dos grandes eventos habituais;
- dar voz aos feirenses;
- e completar tudo isto com uma dúzia de projectos externos de grande impacto (logicamente para cativar atenções para tudo o resto).
A temática seria muito básica: Tradição/Modernidade – Passado, Presente e Futuro das Terras de Santa Maria. Com base nisto seria possível encaixar toda a dinâmica em funcionamento e organiza-la em torno de um projecto de maior envergadura.
Como uma Capital da Cultura serve para mostrar a cultura que produzimos e não a cultura de outros, as infra-estruturas da Feira serão mais do que suficientes. Numa cidade/concelho em que as artes de rua são o centro das atenções, a rua será também rainha de um projecto desta natureza. De qualquer forma, e para que não restem dúvidas da capacidade, deixo também a listagem dos principais locais de espectáculos fechados do projecto.
- Pavilhão do Europarque (até 12.000 pessoas/8.000 lugares sentados)
- Grande Auditório do Europarque (1.400 lugares sentados)
- Cine Teatro António Lamoso (625 lugares sentados)
- Salão Principal do CCTAR (500 lugares sentados)
- Auditório da Biblioteca Municipal (250 lugares sentados)
- Pequeno Auditório do CCTAR (150 lugares sentados)
- Salão Nobre do Castelo da Feira
- Sala Polivalente do Convento dos Lóios (antigo Teatro D. Fernando)
- Salão Nobre do Paço dos Condes de Fijô (Orfeão da Feira)
O projecto necessita apenas da concretização do Centro para a Criação em Teatro e Artes de Rua (CCTAR), que já se encontra em fase de projecto. Como obra em inauguração sugeria a construção do tão desejado Museu da Indústria Corticeira, em Lourosa.
O programa centrar-se-ia num grande tema mensal, sobre o qual recairia a temática da programação principal e num conjunto de eventos paralelos, que já compõem a programação habitual do concelho, embora tudo seja alvo de divulgação especial.
Como complemento deveriam ser divulgados eventos de concelhos vizinhos (Carnaval de Ovar, Feira de Março, Fantasporto, Recriações do Convento de Arouca, Cinanima,...). Sugeria uma sugestão mensal de um projecto de municípios vizinhos. Nesse mês seria esse município alvo de acções mais dirigidas de divulgação nos meios oficiais da Capital da Cultura.
JANEIRO
S. Sebastião/Fogaceiras
A abertura da Capital da Cultura faz-se em grande. A mais antiga festividade das Terras de Santa Maria merece destaque. Em mês de Festa das Fogaceiras, toda a programação se centra figura de S. Sebastião, da Fogaça e das Fogaceiras.
- Concerto 3 Orquestras (Orquestra de Jovens SMF + Orquestra de renome Nacional + Orquestra Internacional);
- Projectos de animação centrados na temática;
- Peça de teatro sobre as Fogaceiras (1 semana de exibição).
S. Sebastião/Fogaceiras
A abertura da Capital da Cultura faz-se em grande. A mais antiga festividade das Terras de Santa Maria merece destaque. Em mês de Festa das Fogaceiras, toda a programação se centra figura de S. Sebastião, da Fogaça e das Fogaceiras.
- Concerto 3 Orquestras (Orquestra de Jovens SMF + Orquestra de renome Nacional + Orquestra Internacional);
- Projectos de animação centrados na temática;
- Peça de teatro sobre as Fogaceiras (1 semana de exibição).
FEVEREIRO
Cortiça
- Inauguração do Museu da Indústria Corticeira;
- Exposição de máquinas e fotografias descritiva da história desta indústria;
- Concerto Homenagem;
- Peça de teatro sobre a Cortiça (1 semana de exibição).
Cortiça
- Inauguração do Museu da Indústria Corticeira;
- Exposição de máquinas e fotografias descritiva da história desta indústria;
- Concerto Homenagem;
- Peça de teatro sobre a Cortiça (1 semana de exibição).
MARÇO
O Tempo de Cristo/Império Romano
- Semana Santa e as habituais recriações;
- Forte aposta na cenografia;
- Concertos Requiem e de Coros;
- Temática dos Castros de Romariz e Fiães (Concertos/Exposições).
O Tempo de Cristo/Império Romano
- Semana Santa e as habituais recriações;
- Forte aposta na cenografia;
- Concertos Requiem e de Coros;
- Temática dos Castros de Romariz e Fiães (Concertos/Exposições).
ABRIL
O Tempo de Napoleão
- Invasões Francesas (Recriação);
- Exposição de Grande Dimensão;
- Concertos;
- Peça de Teatro (1 semana de exibição).
O Tempo de Napoleão
- Invasões Francesas (Recriação);
- Exposição de Grande Dimensão;
- Concertos;
- Peça de Teatro (1 semana de exibição).
MAIO
As Artes estão na RUA
- Imaginarius (4 dias);
- Mais Imaginarius (3 semanas);
- Grande Projecto de Tenda com exibição de 2/3 semanas (ex. Cirque du Soleil);
- Projectos Imaginarius;
- Workshops;
- Exposições.
As Artes estão na RUA
- Imaginarius (4 dias);
- Mais Imaginarius (3 semanas);
- Grande Projecto de Tenda com exibição de 2/3 semanas (ex. Cirque du Soleil);
- Projectos Imaginarius;
- Workshops;
- Exposições.
Novos conceitos associados ao Imaginarius... sugestões que podem avançar mesmo sem Capital da Cultura:
- Parque Imaginarius
Apropriação do conceito Terra dos Sonhos para o Imaginarius. Instalação do Parque Imaginarius durante 3 semanas da Quinta do Castelo. Projecto com eventual continuação: a cada ano, uma companhia de transformação urbana seria responsável pela mutação da quinta, com instalação de estruturas ou insufláveis. A equipa de animação local destacada para a Terra dos Sonhos seria perfeitamente capaz de povoar este espaço imaginário e dar-lhe vida. Projecto com bilheteira.
- by Imaginarius
Realização esporádica de espectáculos de rua ao longo de todo o ano, com a marca Imaginarius.
- Imaginarius @ nigth
Dinamização das noites de sexta e sábado do festival (madrugada) com projectos de música e animação na rua. Projecto de “competição” entre bares. Cada “casa” da noite tem um espaço na cidade com música, luz e animação... o objectivo é dar o melhor para conquistar o prémio Imaginarius. A animação tem inicio com o final dos espectáculos.
- Imaginarius das Escolas
Dedicar um dia do Imaginarius (quinta ou sexta) às escolas do concelho. Durante todo o dia eles são os actores e o público. O objectivo seria trazer “toda” a comunidade escolar do concelho para a rua.
JUNHO
Artesanato/Papel
Um mês dedicado ao artesanato e ofícios tradicionais.
- Exposições;
- Workshops;
- Feira de Artesanato Regional;
- Grande destaque ao Museu do Papel;
- Festa Europeia da Música com grande impacto de instrumentos tradicionais;
- Festival Folclórico do Castelo.
Artesanato/Papel
Um mês dedicado ao artesanato e ofícios tradicionais.
- Exposições;
- Workshops;
- Feira de Artesanato Regional;
- Grande destaque ao Museu do Papel;
- Festa Europeia da Música com grande impacto de instrumentos tradicionais;
- Festival Folclórico do Castelo.
JULHO
As Estórias da História do Castelo
Em 4 semanas toda a história do local onde, hoje, se ergue o Castelo da Feira.
- Exposições;
- Concertos;
- Recriações;
- Palestras.
As Estórias da História do Castelo
Em 4 semanas toda a história do local onde, hoje, se ergue o Castelo da Feira.
- Exposições;
- Concertos;
- Recriações;
- Palestras.
AGOSTO
A Idade Média
- Viagem Medieval (Maior aposta na qualidade e rigor histórico, dando maior importância à cenografia).
A Idade Média
- Viagem Medieval (Maior aposta na qualidade e rigor histórico, dando maior importância à cenografia).
Continuar a inovação em áreas temáticas... deixo algumas sugestões, sobre as quais reservo pormenores e que podem avançar mesmo sem a Capital:
- Rua de Santa Maria (quotidiano urbano);
- Torre de Vigia;
- Palácio (zona de workshops de danças medievais);
- Praça de Santa Maria (centro nevrálgico da animação);
- Porta do Burgo (auxílio cenográfico como contributo para melhor definir os contornos do burgo relativamente a espaço militar e externo);
- aposta na infância (Quinta do Castelo).
SETEMBRO
O Futuro à Espreita
Mês dedicado à Juventude, com o Festival da Juventude como prato forte.
- Festival da Juventude;
- Música/Teatro/Workshops (com jovens a subir ao palco).
O Futuro à Espreita
Mês dedicado à Juventude, com o Festival da Juventude como prato forte.
- Festival da Juventude;
- Música/Teatro/Workshops (com jovens a subir ao palco).
OUTUBRO
Teatro
O Encontro de Teatro do CIRAC é o ponto de partida para um mês dedicado ao teatro.
- Encontro de Teatro Paços de Brandão;
- 3/4 peças em estreia;
- Aposta na formação;
- Exposição historial do teatro na região.
NOVEMBRO
Cinema
Fest a abrir e Luso Brasileiro a fechar. Os dois festivais de cinema da Feira unem-se para dar mais vida à sétima arte na Capital da Cultura.
- FEST – Festival de Cinema Jovem;
- Festival de Cinema Luso Brasileiro;
- Exposições interactivas;
- Concertos (bandas sonoras);
- Estreias Mundiais;
- Rodagem de Filme.
Cinema
Fest a abrir e Luso Brasileiro a fechar. Os dois festivais de cinema da Feira unem-se para dar mais vida à sétima arte na Capital da Cultura.
- FEST – Festival de Cinema Jovem;
- Festival de Cinema Luso Brasileiro;
- Exposições interactivas;
- Concertos (bandas sonoras);
- Estreias Mundiais;
- Rodagem de Filme.
DEZEMBRO
O Mundo é das Crianças
A capital da cultura fecha onde tudo começa... na infância.
- Terra dos Sonhos;
- Animação paralela à Terra dos Sonhos;
- Musical original (2 semanas exibição);
- Concertos;
- Teatro;
- Exposições de temática infantil.
O Mundo é das Crianças
A capital da cultura fecha onde tudo começa... na infância.
- Terra dos Sonhos;
- Animação paralela à Terra dos Sonhos;
- Musical original (2 semanas exibição);
- Concertos;
- Teatro;
- Exposições de temática infantil.
Depois de tudo isto resta-me reflectir na data. Uma vez que em 2012 Portugal terá uma Capital da Cultura (Guimarães) e como tudo isto leva tempo a preparar, sugiro 2015/2016 como datas para uma eventual candidatura, sendo que a mesma deverá desde já ser preparada, para que dentro de 1/2 anos possa ser apresentada à Comissão.
ACTUALIZAÇÃO:
Embora acredite que seja um pouco cedo, especialmente por causa de Guimarães 2012, 2014 seria ano com motivo extra para a Capital: as Comemorações dos 600 anos do Foral da Vila da Feira .
ACTUALIZAÇÃO:
Embora acredite que seja um pouco cedo, especialmente por causa de Guimarães 2012, 2014 seria ano com motivo extra para a Capital: as Comemorações dos 600 anos do Foral da Vila da Feira .
Publicado por
Bruno Costa
à(s)
5/01/2009 02:56:00 p.m.
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Capital da Cultura
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