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sábado, 14 de julho de 2012

Amorim recebe garrafa de champanhe que esteve 200 anos no mar Báltico

O governo da região autónoma finlandesa de Aland cedeu à Corticeira Amorim, a título vitalício, uma das garrafas de champanhe que esteve perdida no mar Báltico durante cerca de 200 anos, na sequência de um naufrágio de um veleiro.
Estas garrafas foram depois recuperadas e vendidas a 30.000 euros cada.
O recipiente em questão integrava o lote de 168 garrafas de champanhe e cerveja que, em Julho de 2010, foram descobertas a 50 metros de profundidade no interior de uma escuna -- tipo de veleiro - naufragada a sul do arquipélago de Aland e que seriam depois resgatadas com o apoio técnico da corticeira portuguesa - cuja intervenção foi recomendada pela Veuve Clicquot, uma das marcas de champanhe incluídas no carregamento, juntamente com a Juglar e a Heidsieck.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Italianos dispostos a pagar mais por um vinho vedado com rolha de cortiça


Mais de um ano após o arranque da Campanha para a Promoção Internacional da Cortiça - InterCork - promovida pela Associação Portiuguesa de Cortiça, com sede em Santa Maria de Lamas, concelho da Feira, um estudo, elaborado pela Demoskopea, em Itália, demonstra que os italianos estão dispostos a pagar mais por uma garrafa de vinho vedada com rolha de cortiça.
 
Do total dos inquiridos, 57 por cento afirmaram, então, preferir pagar mais um vinho vedado com rolha de cortiça, sendo que 77 por cento declara que um vinho com rolha de cortiça possui uma melhor imagem, considerando, por isso, 79 por cento dos inquiridos que optar por este vedante é dar um elemento de valor acrescentado ao vinho se comparado com os vedantes alternativos. Também há indicadores de que a rolha de cortiça está intimamente ligada a uma percepção de qualidade do próprio vinho (74 por cento) e à sua capacidade de conservar essa qualidade (71por cento).
O gesto de abrir uma garrafa de vinho, que os italianos associam a um ritual cheio de charme e elegância, também é muito apreciado. Quase 90 por cento dos inquiridos constatam que o ritual de abrir a garrafa e cheirar uma rolha de cortiça faz com que o consumo do vinho se torne mais agradável.
Importante é também o facto da maioria das pessoas questionadas afirmar que a cortiça transmite o conceito de tradição (97 por cento).
O estudo de mercado revela, também, que os italianos conhecem as características da cortiça e estão cientes de que ao escolher uma garrafa de vinho com rolha de cortiça estão a proteger o meio ambiente. Na verdade, 83 por cento da amostra está consciente da importante contribuição do montado de sobro para o meio ambiente, evitando a desertificação e reduzindo o risco de incêndio. Além do mais, 65 por cento dos inquiridos atribuem à cortiça as características de um produto natural e de qualidade e 90 por cento sabe que a cortiça pode ser reciclada.
Registe-se que Itália é o segundo maior produtor vinícola mundial, apenas ultrapassado pela França, e conta, anualmente, com cerca de 45 milhões de hectolitros produzidos.

@ 7sete

quinta-feira, 26 de março de 2009

180 Milhões investidos na Cortiça

O Plano de Apoio à Indústria da Cortiça (PAIC) no montante global de 180 milhões de euros, vai destinar 100 milhões para financiamento a empresas e 21 milhões para duas campanhas de promoção internacional de produtos em cortiça.

Falando na apresentação do plano hoje no Europarque, Manuel Pinho, ministro da Economia, diz que será a "maior campanha de sempre a nível mundial em torno da imagem da cortiça" e destaca também as medidas do PAIC destinadas a "modernizar o sector", nomeadamente o financiamento do Pólo de Competitividade das Indústrias de Base Florestal no âmbito das Estratégias de Eficiência Colectiva.
Para o ministro, o apoio dado à indústria da cortiça justifica-se com o facto de essa constituir "um dos poucos sectores em que Portugal é líder mundial".
António Rios Amorim, presidente da Associação Portuguesa da Cortiça, atribui ao PAIC "vastas e positivas implicações para a economia nacional", apelando agora à "diligência" dos industriais do sector, que "têm três meses para apresentar as suas candidaturas" ao plano.

Luís Filipe Costa, presidente do IAMEI -- Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas, deixou a garantia: "A partir da próxima semana podemos ter empresas a aceder ao crédito bancário em condições muito vantajosas".
O mesmo responsável destacou ainda a linha de seguros de crédito de mil milhões de euros prevista no PAIC para reforço das exportações.
Estão previstos seguros de crédito para transacções dentro e fora da OCDE -- Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos, e garantias do Estado para riscos não cobertos.
Vão também ser simplificados os regimes de benefícios fiscais à internacionalização.

As campanhas internacionais previstas no PAIC têm dois públicos específicos. A principal visa a promoção da rolha, envolve 15 milhões de euros e vai concentrar-se na Alemanha, nos Estados Unidos da América, em França, em Itália e no Reino Unido.

A segunda visa fomentar o uso de materiais de construção e produtos decorativos à base de cortiça, envolve seis milhões de euros e vai incidir na Alemanha, nos Estados Unidos, na Rússia e nos Emirados Árabes Unidos.
Além do apoio ao financiamento às exportações e à promoção externa, o PAIC inclui também um eixo de medidas vocacionadas para o ajustamento ao perfil industrial e tecnológico do sector, e outro destinado a estimular o emprego e qualificação.
Manuel Pinho destacou o facto de o documento ter sido elaborado em apenas quatro semanas graças a "um trabalho de equipa" entre o Governo e representantes do sector.

@ Visão

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Primeira unidade de reciclagem de cortiça do mundo é inaugurada quarta-feira

O Grupo Amorim inaugura no dia 21 a primeira unidade de reciclagem de cortiça do mundo.



Na sessão inaugural estarão presentes Humberto Rosa, Secretário de Estado do Ambiente, Hélder Spínola, Presidente da Quercus, e António Rios de Amorim, CEO da Corticeira Amorim.

Na ocasião serão ainda entregues as primeiras rolhas recolhidas na campanha de reciclagem Green Cork, promovida pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, e que serão depois transformadas em novos artigos.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Feira a Voar...

A cortiça Feirense vai substituir o plástico e a borracha nos aviões da Airbus.
As recentes investigações da Corticeira Amorim permitiram desenvolver um produto que aguente grandes variações de temperatura, assim como melhorar o isolamento dos aviões a nível da vibração, do som e da temperatura.
Mais um produto Feirense vai correr mundo!