terça-feira, 29 de maio de 2012

Na sombra da AEP


Há algumas semanas que tinha um assunto pendente, sempre a olhar para mim. Fui deixando o tempo passar, na ânsia de uma resposta pacífica, mas ao que parece assim não será. Então, voltemos à questão: continuamos a apostar na AEP para a gestão do Europarque? Continuaremos a dar crédito a quem assumiu claramente, ainda antes da tomada de posse, o desinvestimento no Europarque? Entregaremos a gestão de um espaço, agora público (aguarda-se o desenvolvimento dos trâmites burocráticos), a quem se encarregou de desviar as receitas de gestão para outros projectos, deixando o espaço completamente em auto-gestão?
Nas últimas semanas falou-se na ocupação do espaço com a instalação de novas valências no edifício actual, sem grande investimento: a área de incubação artística da Caixa das Artes seria uma das opções há muito apontada (confesso que na minha opinião o Mercado Municipal seria um espaço bem mais interessante para este projecto, mas a ser verdade o que anda no ar até poderei mudar de ideias). Nos últimos dias começou a ouvir falar-se da Escola de Hotelaria e mesmo da totalidade do pólo I da Caixa das Artes, que até se encontra já em processo de concurso público para a sua construção. 
Adiante, em que ficamos? Mais do que reabitar o Europarque, há que manter uma linha de coerência… voltamos a alterar um projecto que já deveria estar em funcionamento? Pólo I da Caixa na zona industrial ou no Europarque? Urge decisão, sem mais atropelos temporais.
Quanto ao resto, aguardam-se os projectos secretos que se diz andarem por aí… a ver vamos.

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